Design Thinking para Negócios (Startups e Empresas)


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Curso DT para Negócios promovido pela Cysneiros e Consultores Associados, inicia amanhã com a primeira turma no ITEP – Instituto Tecnológico de Pernambuco.

Conteúdo Abordado:

DIA 1: IMERSÃO

  • Por que inovar?
  • O que é Design Thinking?
  • Mas só o designer sabe pensar assim?
  • Por que Design Thinking?

 

1.1 Imersão Preliminar

.: Reenquadramento

.: Pesquisa Exploratória

.: Pesquisa Desk

1.2 Imersão em Profundidade

.: Entrevistas

.: Cadernos de sensibilização

.: Sessão generativa

.: Um dia na vida

.: Sombra

DIA 2: ANÁLISE E SÍNTESE

2.1 Cartões de insight

2.2 Diagrama de afinidades

2.3 Mapa conceitual

2.4 Critérios norteadores

2.5 Personas

2.6 Mapa de empatia

2.7 Jornada do usuário

2.8 Blueprint

DIA 3: IDEAÇÃO

3.1 Brainstorming 101

3.2 Workshop de cocriação

3.3 Cardápio de ideias

3.4 Matriz de posicionamento

DIA 4: PROTOTIPAÇÃO

4.1 Protótipo em papel

4.2 Modelo de volume

4.3 Encenação

4.4 Storyboard

4.5 Protótipo de serviços

Grupo no Facebook: http://bit.ly/GrupoDTNegocios

Informações: (81) 3445-2956 | contato@cysneiros.com.br | www.cysneiros.com.br

Termos em inglês que todo empreendedor deve saber


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Dicionário: 46 termos em inglês que todo empreendedor deve saber

Você utiliza em sua rotina termos como ‘gap’ e ‘roll model’? No mundo do empreendedorismo, é muito comum que reuniões e conversas sejam recheadas de palavras e jargões em inglês. Pensando nisso, preparamos um dicionário inglês do empreendedor, com as expressões que você precisa ter na ponta da língua. Confira:


1. Benchmarking

Método de comparação de serviços, produtos e práticas que buscam superar a concorrência e aprimorar as funções e processos de uma empresa.

2. Brainstorm
Reunião ou conversa feita para trocar e debater ideias.

3. Break-even
É quando a empresa consegue se sustentar sozinha: quando os custos são iguais às receitas.

4. Budget
Orçamento empresarial.
5. Burn rate
Literalmente, velocidade de combustão. Ou seja, a velocidade com a qual uma companhia acaba com seus recursos financeiros.
6. Business plan
Plano de negócios.
7. Business to business (B2B)
Comércio feito entre empresas sem a participação do consumidor final.
8. Business to customer (B2C)
Comércio realizado diretamente entre a empresa e o consumidor final.
9. Briefing
Dados e informações que vão dar suporte e criar um roteiro de ação para determinado trabalho ou atividade.
10. Chairman
Presidente do conselho que dirige a organização.
11. Chief executive officer (CEO)
Cargo mais alto da empresa. Pode ser chamado também de presidente, diretor geral, entre outros. Quando existem os dois, o presidente exerce um cargo mais alto.
12. Chief financial officer (CFO)
Diretor de finanças.
13. Chief human resources officer (CHRO)
Diretor de recursos humanos.
14. Chief marketing officer (CMO)
Diretor de marketing.
15. Coaching
Processo de treinamento com metas bem definidas e uma relação de comprometimento com os resultados.
16. Core business
É o ponto forte ou principal negócio da empresa.
17. Coworking
Modelo de trabalho que estabelece o compartilhamento de um espaço por diversas empresas.
18. Crowdfunding
Obtenção de recursos financeiros através de financiamentos coletivos via plataformas online.
19. Crowdsourcing
Recurso frequentemente usado para criação, produção e desenvolvimento de ideias, produtos ou conteúdos com a contribuição de um grupo de pessoas.
20. Customer relationship management (CRM)
Gestão de Relacionamento com o Cliente. Conjunto de ferramentas que visam criar e manter um bom relacionamento com o consumidor.
21. Deadline
Prazo máximo para a entrega de determinada atividade ou trabalho.
22. Feedback
Avaliações e comentários feitos ao funcionário sobre seu desempenho profissional.
23. Follow-up
Acompanhamento de tarefas determinadas em alguma conversa, reunião ou solicitação.
24. Forecast
Previsão.
25. Gap
Espaço que ainda precisa ser preenchido ou desenvolvido.
26. Headhunter
Pessoa ou empresa especializada em encontrar profissionais talentosos.
27. Inclusive
De maneira inclusiva.
28. Joint venture
Associação de empresas que tem como objetivo explorar atividades econômicas em comum.
29. Job rotation
Rodízio de funções promovido pela companhia com a proposta de capacitar os colaboradores em diferentes setores.
30. Know-how
Saber como fazer alguma coisa. Ou seja, conhecimento adquirido através da experiência em determinado tema ou área.
31. Lean startup
Método de desenvolvimento de produtos e mercados com agilidade, velocidade e interação com os clientes.
 

32. Meetup

Encontro informal de empreendedores ou executivos que procurar realizar networking e discutir assuntos de negócios de uma maneira descontraída.

33. Mentoring
O mentor é como um mestre que ajuda no desenvolvimento profissional de outra pessoa. O mentoring inclui, por exemplo, conversas, conselhos e debates.

34. Networking
Estabelecer uma rede de contatos que pode ser útil profissionalmente.

35. Pitch
Discurso breve e objetivo sobre a natureza de um produto ou serviço feito pelo empreendedor, geralmente para convencer investidores sobre o potencial do seu negócio.

36. Player
Empresa que exerce alguma função em algum mercado.

37. Return on investment (ROI)
Percentual de retorno em relação ao custo de um investimento.

38. Roll model
É uma pessoa que serve como um modelo de sucesso para outras.

39. Staff meeting
Reunião de equipe.

40. Shareholder
Acionista da empresa.

41. Spin-off
Processo de divisão entre companhias e o surgimento de um novo negócio a partir de um grupo já existente.

42. Spread
Taxa de risco.

43. Stakeholders
Pessoas impactadas por um negócio: sócios, clientes, acionistas, funcionários, entre outros.

44. Target
Objetivo a ser atingido.

45. Trend
Tendência.

46. Turnover
Rotatividade de mão de obra.

Fonte: Santander Empresas

Palestra: Bela, Recatada e Empreendedora


PALESTRA Bela - Recatada e Empreendedora Cysneiros

Fatos relevantes:

  • Cresce o número de mulheres empreendedoras no Brasil. Entre os novos negócios, participação das mulheres chega a quase 50%.
  • Brasil tem mais de 5 milhões de mulheres empreendedoras.
  • Um dos motivos para o empreendedorismo feminino é a maternidade.
  • A taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas lideradas por mulheres também é maior.
  • A maior dúvida é sempre como começar. É o que veremos nessa palestra.

 

Temas abordados:

Essa palestra se aplica perfeitamente para o momento em que as mães têm que conciliar o trabalho, empreendedorismo com seu tempo de mãe. Para você “mãe” se conhecer melhor e crescer na vida pessoal e no trabalho. Dicas de empreendedorismo, trabalho e comportamento.

Público Alvo:

  • Mulheres e Mães que têm que conciliar a vida profissional com a pessoal

 

Duração:

  • 1 hora (em casos especiais pode ser até 2 horas)

 

Palestrante:

  • Flammarion Cysneiros Jr.
  • Consultor Sênior de Inovação e Empreendedorismo (SEBRAE)
  • Mestrando em Inovação e Desenvolvimento (FG – Laureate University)
  • MBA em Empreendedorismo e Gestão Empresarial (FGV/SENAC/SEBRAE)
  • Sócio da Cysneiros e Consultores Associados
  • Ministrou mais de 100 palestras em todo Brasil e América Latina.

Flammarion-Cysneiros-Palestrante-Consultor

 

 

Recursos necessários:

  • Data-show
  • Flipchart
  • Caixa de som e microfone
  • Internet Wi-fi (Para divulgação marketing Digital)

 

Contratação:

  • Boleto ou depósito bancário
  • Banco Itaú: Agência: 3175 | Conta Corrente: 11024-0
  • Cysneiros e Consultores Associados
  • Cnpj: 05.826.156/0001-40

 

Contatos e reservas:

 

Leve para sua cidade!

Mae Empreendedora

Flammarion Cysneiros  e Consultores - Mulher Empreendedora - Bela Recatada

Leve para seu evento! Solicite orçamento: contato@cysneiros.com.br | (81) 3445-2956 | www.cysneiros.com.br 

 

PALESTRA SOBRE EMPREENDEDORISMO no Colégio Damas – 8º ANO


Publicado em 11 de Setembro de 2015 às 11h10

Empreendedorismo por definição é a atitude de quem, por iniciativa própria, realiza ações ou idealiza novos métodos com o objetivo de desenvolver e dinamizar serviços, produtos ou quaisquer atividades de organização e administração. Esse foi o tema da palestra para os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental, nesta sexta-feira (11), no Auditório do Ensino Médio.

Palestra Empreendedorismo Inovação Social Compre do Pequeno Consultor Flammarion Cysneiros Colegio Damas
Palestra Empreendedorismo Inovação Social Compre do Pequeno Consultor Flammarion Cysneiros Colegio Damas 003Os estudantes precisam aguçar o espírito empreendedor para o Damarte. Eles estão divididos em grupos e devem criar uma miniempresa para ser apresentada no EmpreendeDamas. “A palestra foi para preparar e para que os alunos se envolvam nesse projeto. Eles viram o passo a passo e clarearam as ideias”, explicou a supervisora pedagógica do Ensino Fundamental Anos Finais, Tânia Nascimento.
Palestra Empreendedorismo Inovação Social Compre do Pequeno Consultor Flammarion Cysneiros Colegio Damas 002A palestra foi ministrada pelo consultor e empresário Flammarion Cysneiros. “É importante os alunos despertarem desde cedo para a revolução da informação. Tudo o que existe hoje poderá, daqui a 10 anos, ser substituído por coisas novas”, afirmou. De forma interativa, ele apresentou os conceitos básicos de como iniciar uma miniempresa. “O aprendizado é contínuo e eles podem ser autores de importantes mudanças na sociedade”, acrescentou. Palestra Empreendedorismo Inovação Social Compre do Pequeno Consultor Flammarion Cysneiros Colegio Damas 004

Os alunos participaram bastante da palestra e gostaram dos subsídios recebidos para iniciar as empresas. “Foi interativa e interessante e me ajudou a pensar mais sobre o EmpreendeDamas”, disse a aluna do 8º A, Ana Gabriela. “Foi fundamental e nós saímos com a cabeça cheia de ideias”, afirmou o estudante do 8º C,  Hermano Cavalcanti.

Palestra Empreendedorismo Inovação Social Compre do Pequeno Consultor Flammarion Cysneiros Colegio Damas No final da palestra, Flammarion falou sobre a Rede de Voluntários Sementes de Bem, que tem como objetivo desenvolver projetos e ações para o bem do próximo.

Autor: Hildo Neto

Fonte: Colegio Damas

https://www.facebook.com/sementesdebem

Parnaíba constrói sua vocação para tecnologia e o empreendedorismo


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A cidade de Parnaíba, no Piauí, a capital do Delta, localizada ao norte do estado a pouco mais de 300 quilômetros de Teresina (Capital) com cerca de 170 mil habitantes, tem a maior taxa de crescimento econômico do Brasil, segundo levantamento realizado pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) entre municípios do interior. A cidade é a segunda maior do estado do Piauí e a quarta no Nordeste com maiores investimentos.  Com a economia ainda baseada no agronegócio  com produção e exportação de cera de carnaúba, óleo de babaçu, gordura de coco, folha de jaborandi, castanha de caju, algodão e couro, atualmente busca alternativas na tecnologia e no empreendedorismo para fortalecer-se como Polo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Uma delas é a criação do Instituto Delta TIC’s, formado pela união de empresas parnaibanas que já vinham fazendo projetos entre si e que que  busca o desenvolvimento das tecnologias de informação na cidade de Parnaíba e consequentemente em todo estado do Piauí.  Sua fundação compreende a projeção de esforços dos empresários, pesquisadores e agentes do governo, para tornar palpável medidas consideradas ideais para o crescimento do setor, economia, qualidade de vida e campo de trabalho para os egressos de TI.

Já em seu nascimento, o Delta TIC’s, contempla uma série de inovações que se estendem desde de sua estrutura organizacional, funcional e valores almejados. Profissionalizar por meio da adesão de inovação, responsabilidade social e empreendedorismo, as empresas associadas; maximizar e compartilhar resultados do faturamento deste crescimento para que o setor se torne autossustentável gerando oportunidades para nascimento e ascensão de novos negócios; devolver à sociedade por meio de contrapartidas sociais valores humanos, qualidade de vida e oportunidades e ser uma das portas para que a academia possa ter seus resultados aplicados na forma de inovação são algumas delas.

Hoje o instituto tem uma amplo espaço num shopping onde já abriga oito empresas, uma incubadora comercial, uma incubadora acadêmica num espaço compartilhado inspirado na ideia de que todas as empresas possam ajudar-se mutuamente e na prática. As empresas mais experientes e capitalizadas contribuem para que jovens empreendedores também possam gozar de um modelo de incentivo onde todos crescem juntos, fortalecendo o segmento no Estado e desenvolvendo um sistema equilibrado.

A presença da academia nesta arquitetura é outro fator diferencial do projeto. A Academia vincula-se ao polo com a responsabilidade de doar conhecimento e incentivo à pesquisa de novas tecnologias por meio da interação entre professores e alunos e pode aproveitar a estrutura e o potencial do pólo para o desenvolvimento de soluções com aplicações tecnológicas e qualquer área do conhecimento agora poderá interagir com as contribuições que a TI oferece.  A estrutura de suporte de atuação do DELTA TIC´s está configurada assim:

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Um diferencial para o aspecto econômico do polo está centrado na organização do fluxo que envolve os agentes empresas, academia e poder público, de forma que as universidades  possam gerar conhecimento a ser absorvido pelas empresas e, por sua vez, as empresas irão gerar inovações mediante a produção de ferramentas inteligentes e desta forma, o poder público pode incentivar o desenvolvimento tecnológico, sendo ele tanto um laboratório como um utilizador direto destas novas ferramentas.

Uma vez que este ciclo ocorra e o fluxo aconteça, os empresários, a comunidade acadêmica e a população são beneficiados diretamente, tanto em aspectos financeiros como educacionais e, consequentemente, há um aumento na qualidade de vida. Para que este diferencial possua um fluxo contínuo, a capacitação dos agentes envolvidos é determinante, pois só mediante planejamento e preparo o sistema pode suportar crescimento e expansão. Além da metodologia inovadora, desenvolve-se no polo um mecanismo de expansão econômica através de um sistema diferenciado de negociação, que consiste em um novo modelo de negócio, o qual originou uma empresa para a Gestão de Negócios: Consultólogo – Rede Brasileira de Consultoria, Marketing e Representação. Mas esse é um tema para uma próxima conversa.

Por Paulo Cesar Coutinho

6 lições inspiradoras de Jorge Paulo Lemann


Se você pudesse fazer uma pergunta ao maior empreendedor do Brasil, qual seria? Confira os conselhos que Jorge Paulo Lemann deu a um grupo de empreendedores apoiados pela Endeavor.

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“Acho que seu sonho de conquistar os mercados do Brasil e América Latina é um pouco limitado… eu olharia para o mundo”. Foi assim que Jorge Paulo Lemann respondeu um empreendedor que perguntava sobre a expansão de sua empresa em uma sessão de mentoria coletiva promovida pela Endeavor na última semana.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios Beto Sicupira e Marcel Telles são donos de algumas das maiores empresas do mundo e praticam diariamente o lema “Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”. Ele diz ter três metas de vida: deixar algum marco significativo na área de educação, empresas sólidas com possibilidades de se perpetuarem e uma família produtiva que tenha responsabilidade sobre aquilo que receber.

Lemman acredita profundamente na educação e no empreendedorismo como a base para um país andar para frente. Não é à toa que se dedica a projetos como a Fundação Estudar, Fundação Lemann, Khan Academy e a própria Endeavor. Em uma sessão de mentoria coletiva com alguns Empreendedores Endeavor, Jorge Paulo ouviu desafios e perguntas, compartilhou histórias e deu conselhos com uma simplicidade admirável.

Confira os principais aprendizados dessa conversa:

  1.       Crise não é motivo de desespero

“O Brasil nunca é tão bom quanto poderia ser, mas também não é tão ruim quanto falam. Podemos não estar no melhor momento, mas as maiores operações que tivemos foram em época de crise. O mercado e os empreendedores do Brasil são muito bons, então é melhor olhar para frente, ver como aproveitar qualquer dificuldade e o que é possível fazer a mais”.

  1.       Quando for buscar investimento, não olhe só para o dinheiro

“Gosto de sócio que trabalha e contribui. Como empreendedor, eu olharia para um investidor de Private Equity ponderando se ele quer apenas colocar dinheiro ou se será um sócio que vai trazer algo a mais – algum know how específico, se tem um outro investimento parecido que possa trazer experiências… Quanto ao momento certo para abrir as portas, quanto mais conseguir engordar o porquinho antes de buscar dinheiro dos outros, melhor. E se for buscar, não olhe só para o dinheiro, entenda o que de valor ele poderá agregar ao negócio”.

  1.       Equilibre a vida pessoal e profissional

“Sou um cara muito organizado e disciplinado. Sempre pratiquei esporte, pelo menos uma hora por dia, seja o que estiver acontecendo no mundo. Além disso, sempre fui muito participativo com a minha família, deu tempo de fazer e criar seis filhos. Um certo equilíbrio é importante. Delego muito: nunca fiz questão de ser o cara que fazia tudo. Gastei mais tempo escolhendo e formando gente muito boa, para eventualmente dar oportunidades a eles e ter mais tempo para mim.

O segredo talvez seja ter uma mistura de disciplina e regras com base no que se quer fazer (e pessoas são diferentes, então tem que fazer regras que façam sentido para você) e ter equipes que possam transformar uma empresa”.

  1.       Formar gente boa é o melhor negócio que se faz

“O empreendedor tem que dar grande importância ao tópico de gente. Geralmente, ele olha mais para custos e vendas e contrata alguém de RH para se ocupar do assunto. Gente é algo em que o dono tem que estar envolvido.

Na época do banco, eu entrevistava 1.000 pessoas por ano e as acompanhava. Hoje em dia, a AB InBev tem 150 mil pessoas e, até quando vai para a China, o Conselho vai tomar café com os trainees de lá; é essencial essa mentalidade de que gente é realmente importante. O Carlos Brito, CEO, também é extremamente ligado: ele sabe de cor a lista dos ‘High Potentials’ da empresa, tem uma ideia de quais são os trainees bons, onde estão, e como estão evoluindo. O Conselho discute uma vez por ano as 500 principais pessoas da empresa, o que elas têm de bom e em que precisam evoluir.

Gente é tão importante quanto vender, é tão importante quanto produzir barato. E se delegar para alguém, provavelmente não vai dar certo”.

  1.       Cultura não se impõe, cria-se em conjunto

“Nós temos programas de trainees nos EUA, China, Europa… Então apesar de sólida e firme, nossa cultura nem é mais brasileira, mas sempre foca em formar gente boa.

Sempre dedicamos um esforço enorme para treinar pessoas novas. Quando fomos para a Argentina (na compra da Quilmes), mandamos vários brasileiros que tinham sido ‘criados em casa’. Para os EUA, foram 100 pessoas de todo o mundo, mas já dentro da nossa cultura. No entanto, em nenhum lugar chegamos impondo que ‘nossa cultura vai ser assim’. Falamos ‘a nossa é assim, como é a de vocês?’, e a partir daí desenhávamos uma cultura organizacional comum.

Toda empresa tem gente boa e gente ruim: você tem que saber diferenciar o quanto antes e tomar as medidas necessárias, mesmo que termine em demissão. Em uma fusão nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistamos as 400 pessoas do topo da empresa e ficamos com 200, mais ou menos.

O foco é remar junto, e tem funcionado bem assim”.

  1.       Venda seu sonho grande

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa; é claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Se você vende o sonho que é difícil, mas que é atingível, melhor. Assim, você vai aumentando de sonho em sonho, engajando todo mundo, conforme a empresa cresce. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Tem que ser esticada, mas não impossível”.

Fonte:  Endeavor
A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Ferramenta online contribui para organização de negócio


 

A partir deste mês, as microempresas do DF contam com uma importante ferramenta para organizar os negócios. O software Acompanha-ME foi desenvolvido pelo Sebrae no Distrito Federal em parceria com empresas de tecnologia locais e permite que o empreendedor efetue um controle básico de gestão. Com o programa, o empresário passa a conhecer o resultado financeiro da empresa, avaliar ganhos e ter suporte para tomar decisões importantes.

O Acompanha-ME é um instrumento desenvolvido para auxiliar o empresário a entender as diversas etapas de gestão financeira do negócio. A ferramenta apoia o planejamento da empresa, por meio de informações financeiras como faturamento e despesas. O software permite que se faça o acompanhamento de receitas e despesas pagas e previstas, além de relatórios de consultas de informações.

O gestor da iniciativa Ricardo Robson conta que o Acompanha-ME foi desenvolvido para apoiar os empresários na gestão de receita, despesas e fluxo de caixa. “O programa é extremamente simplificado e pode ser baixado gratuitamente na página da instituição. Muitos empresários ainda não têm o hábito de gerir as informações e não utilizam planilhas, cadernetas ou mesmo controles manuais”, disse. Para ter acesso, o empreendedor precisa preencher uma ficha cadastral no site da instituição.

O gestor conta que o sistema possibilita o controle mês a mês das contas de água, energia, condomínio, pagamento de fornecedores e das taxas de juros bancários. “As informações ficam armazenadas de maneira mais estruturada e ágil”. Ricardo completa que o arquivo é executável em qualquer computador.

 

Fonte: Revista PEGN

Três ferramentas para posicionar melhor sua empresa e seus produtos


 

Sua empresa vai bem e a cada dia conquista mais clientes? Ou enfrenta uma fase de dificuldades? Fazer uma análise do negócio e dos produtos, além de estudar a concorrência, pode ajudar tanto a superar os obstáculos quanto a crescer mais. Três ferramentas já publicadas no Movimento Empreenda podem ser úteis para esse processo de análise.

 

 

 

Para começar, olhe para dentro da empresa. Como está seu negócio? Que pontos vão bem? O que precisa melhorar? Use a ferramenta Análise SWOT. Com ela, você consegue olhar para dentro da empresa e analisar os pontos fortes e fracos. Depois, deve voltar-se para fora e observar as oportunidades e as possíveis ameaças ao seu negócio. Em seguida, pode organizar um plano de ação para diminuir os riscos e aumentar as chances de sucesso.

 

 

 

Depois da Análise SWOT, vale a pena dedicar um tempo à Matriz BCG, para examinar os produtos ou serviços que você oferece. A matriz pode – e deve – ser usada com frequência. Com ela você pode melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes, dando prioridade aos que geram (ou podem gerar) mais caixa e que exigem menor esforço ou menos investimentos para a venda. Na Matriz BCG, os produtos são divididos em quatro categorias: vacas-leiteiras, estrelas, pontos de interrogação e abacaxis. Os dois primeiros são os mais rentáveis, enquanto os abacaxis devem ser eliminados.

 

 

 

Feita a lição de casa de olhar para dentro, chega-se ao momento de voltar a atenção para fora. É a hora de estudar a concorrência. Para isso, use a ferramenta 5 Forças de Porter. Ela serve para analisar o ambiente competitivo em que a empresa está enquadrada. Assim será possível determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes. Ela é útil porque ajuda a dar uma visão mais abrangente da concorrência e de como tirar proveito disso.

 

 

 

Acesse também as outras ferramentas do Movimento Empreenda.

 

Fonte: Revista PEGN

 

 

Seis negócios para você montar em casa


 

Muita gente que decide montar o próprio negócio prefere fazê-lo em casa, ao menos no começo, para diminuir os riscos da empreitada. Entre outras vantagens, trabalhar por conta própria em casa permite um certo conforto e economia de tempo e de dinheiro. Mas atenção: você precisará ter muita disciplina para que isso não comprometa a sua produtividade. É fundamental delimitar o espaço físico entre a casa e o trabalho e tomar cuidado para que não haja interferência da família no dia-a-dia do negócio. Procure respeitar os horários. Nada de parar no meio do expediente para um cochilo ou para asssitir à TV. Você também não deve estar 24 horas por dia à disposição dos clientes. Lembre-se de que suas horas de descanso e de dedicação à família também devem ser sagradas tanto quanto possível.

Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa era algo restrito a atividades como costura, produção de comida congelada e artesanato. Com o tempo, a lista foi crescendo e hoje inclui também atividades descoladas, como promoção de eventos, aluguel de som e luz para festas, agência de turismo, escritório de design para sites, criação de jogos para celulares e produção de incensos, velas e aromas. Se você se interessou por alguma dessas atividades, confira a seguir algumas dicas de empresários que atuam nesses ramos para você se dar bem.

Perfumes terapêuticos
A aromaterapia pode ser uma oportunidade para novos negócios dentro do setor de bem-estar. O mercado ligado ao bem-estar segue em alta no país. Um número cada vez maior de pessoas busca alternativas para equilibrar o corpo e a mente e para reduzir o estresse do dia-a-dia. Muitas atividades exigem investimentos relativamente altos, como a montagem de um spa urbano ou de uma clínica de terapias orientais. Mas se você tem afinidades com o ramo e não dispõe de muito capital, pode iniciar um negócio de produção de incensos, velas, sabonetes, sachês e outros aromatizantes, em sua própria casa, sem fazer grandes investimentos.

SAIBA MAIS

O empresário João Pedro Hessel Filho, de São Paulo, que atua no ramo, diz que o ideal é você começar fazendo um ou outro item apenas e ir aumentando a gama de produtos à medida que for se firmando no mercado. Além de vender os produtos diretamente para o consumidor final e para as lojas, você pode formar parcerias com outras empresas do ramo, como as clínicas de terapias orientais.

Há espaço também para quem quer oferecer serviços de aromatização de ambientes para empresas, como faz a aromaterapeuta e psicóloga Sâmia Maluf, da By Sâmia, de São Paulo. O trabalho consiste em estudar e mapear os problemas existentes no ambiente antes de definir que tipo de aroma será utilizado. Um consultório dentário, por exemplo, pode optar por óleos cujos aromas tranquilizem os pacientes. Para uma loja de doces, um cheirinho que estimule o apetite nos clientes pode ser uma boa ideia. Há também substâncias que instigam o aumento da produtividade. Mas é preciso se precaver com possíveis casos de pessoas alérgicas.

É importante também tomar alguns cuidados com a segurança. Como a parafina e a glicerina, duas matérias-primas muito utilizadas na área, são inflamáveis, procure instalar o negócio num cômodo livre, bem ventilado e que não seja frequentado por crianças, nem por animais de estimação. Mesmo assim, convém manter um extintor de incêndio sempre por perto. É fundamental também conhecer bem as diferentes substâncias utilizadas na produção e seus efeitos. Algumas podem causar alergia em pessoas que têm problemas respiratórios.

 

Fonte: Revista PEGN

Cinco opções de negócios para abrir em casa


 

Tradução técnica

Com o grande número de multinacionais que o Brasil sedia, é considerável também o volume de material a ser traduzido pelas suas filiais. Assim, a tradução técnica, como é chamada quando especializada em algum segmento, ganha volume e requer colaboradores qualificados.

Formada em letras, depois de trabalhar por algum tempo em um escritório de tradução em São Paulo, a tradutora Chrystal Caratta percebeu que poderia tranquilamente transferir todo o serviço para o esquema home office. “Como todo o fluxo do trabalho funcionava on-line, eu precisava cada vez menos ir ao escritório”, conta. Chrystal presta serviço para agências de tradução, que normalmente fazem o primeiro contato com o cliente e usam o serviço de profissionais autônomos para absorver o grande fluxo de trabalho.

Para atuar na área da tradução, ao contrário do que costuma se pensar, não basta conhecer bem outro idioma: é necessário também ter domínio sobre do português. Chrystal reforça a importância de uma cultura geral bem ampla para ser um bom tradutor. “É preciso se informar diariamente sobre os mais diversos assuntos, porque nunca se sabe o tipo de material que vai cair na sua mão para ser traduzido. Quanto maior familiaridade com o jargão de várias áreas o profissional tiver, melhor vai ser o resultado do seu trabalho”, diz.

Além disso, são necessários bons dicionários bilíngues, monolíngues e de língua portuguesa. É imprescindível ainda o domínio de programas de tradução, que agilizam e profissionalizam a atividade. As agências costumam oferecer descontos nas licenças desses programas para seus tradutores colaboradores. Chrystal conta ainda que as agências esperam autonomia e independência do tradutor: após o envio do material, o profissional deve desenvolver o projeto por si, sem ficar ligando para tirar dúvidas ou pedir opinião.

Negócio Tradução de material técnico
Investimento inicial R$ 3.000 (licença do programa de tradução, dicionários e montagem de um mini-escritório)
Faturamento médio mensal R$ 5.000
Média mensal de vendas 90.000 palavras
Preço médio de venda R$ 0,10 a palavra

A participação da mulher no mercado de trabalho como fato consolidado e, com isso, um incremento na sua renda, faz com que os negócios voltados para o público feminino configurem um nicho bastante promissor. Entre eles, a confecção de bijuterias. Com uma diversidade de apetrechos, materiais e preços, a atividade conquista empreendedores que veem no negócio uma chance de obter uma boa renda trabalhando de casa.

 Shutterstock

Confecção de bijuterias

A artista plástica Camila Rahal, embora seja daquelas que nunca pensou em trabalhar em empresa, começou no ramo por acaso. Quando ficou grávida e se viu obrigada a trancar provisoriamente a faculdade, para não enlouquecer com tanto tempo livre em casa fazia bijuterias para si mesma, sem a pretensão de vendê-las. Mas bastou as amigas verem as peças para que os pedidos começassem, logo gerando uma rede de clientes. Frente às crescentes encomendas, a artista viu ali uma oportunidade de negócios realista com a sua futura condição de mãe e passou a investir na ideia. “Fazia peças, tirava fotos e enviava para as conhecidas por e-mail. Hoje com as redes sociais, ficou ainda mais fácil atualizar as clientes das minhas criações”, diz. A internet se mostra uma grande aliada nesse segmento já que, além da propaganda on-line gratuita (por blogs, fotologs e redes sociais), é possível se cadastrar em sites de vendas especializados em artesanato, como o Elo7.

Há seis anos no ramo, Camila ressalta a importância da participação em feiras. “Dá visibilidade e aumenta a clientela, que às vezes não pode comprar naquela hora, mas entra em contato depois”, comenta. Para esses eventos, ela ressalta que possuir uma máquina de cartão de crédito e débito é imprescindível. Outra frente de negócio, além das feiras e da internet, são as lojas que compram as peças dos artesãos e as revendem.

A artista lembra ainda de órgãos do governo que têm como objetivo auxiliar os artesãos, a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (SUTACO), que oferece vantagens em impostos e crédito na compra de material.

Negócio Confecção de bijuterias
Investimento inicial R$ 800 (ferramentas, peças para a montagem das bijuterias, cola, expositores, espelho e montagem de uma mini-oficina)
Faturamento médio mensal R$ 800
Média mensal de vendas 15 peças
Preço médio de venda R$ 65

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Consultoria de imagem

Em tempos de “imagem é tudo”, a roupa que se veste e a maneira como se porta passam a contar de maneira decisiva em todas as esferas da vida. Com esse novo espírito em vigor, uma profissão antes operada de maneira informal – pela opinião dos amigos – ganha espaço e legitimação no mercado: a consultora de imagem.

Mara Push, que é psicóloga de formação, conta que decidiu se dedicar à consultoria de imagem depois do nascimento dos filhos. “De alguma maneira, não se deixa de ser psicóloga como consultora de imagem, já que é necessário ouvir as pessoas, gostar de se relacionar e entender o que elas querem quando contratam esse serviço”, diz.

Ao contrário do que se costuma pensar, não basta só entender de moda para trabalhar como consultora de imagem: é feito um trabalho minucioso e personalizado, com base nas medidas, nos gostos, história e estilo de vida de cada pessoa. Depois de uma longa entrevista e um questionário sobre as preferências do cliente, as consultoras montam o que chamam de painel de referência, que contém desde cores e tonalidades que combinam com a pessoa até indicações de livros, pintura e arquitetura. Só então, depois de todas essas etapas, o armário do cliente é analisado e recomenda-se a doação de algumas peças, ajustes de outras e compras de roupas novas. Monta-se então alguns looks, como são chamados os visuais com combinações de peças, e tiradas fotos. Se o cliente optar, pode ainda ser feito um dossiê, com imagens de todo esse processo.

Silvia Beraldo, que abriu uma empresa do ramo com a sócia Alice Ciampolini há três anos, trabalhou no esquema home office desde o começo. Apenas agora, com uma cartela de clientes mais considerável, abriu um escritório. Ainda assim, as duas trabalham muito de casa. “O escritório tem uma função de profissionalizar mais as reuniões, mas passamos mais tempo trabalhando em casa, na residência dos clientes ou em lojas”, conta Silvia.

Tanto Silvia como Mara ressaltam que, nesse ramo, o negócio cresce mesmo é com a indicação. Mas Mara, quando começou, não teve dúvidas: mandou um e-mail para a toda rede de contatos avisando que passaria a se dedicar à consultoria de imagem.

Para quem quer começar nesse ramo, Silvia recomenda fazer um bom curso especializado. Como o público que requisita esses serviços possui, geralmente, uma renda mais elevada, cursos no exterior também são valorizados. “Quanto mais referência, melhor”, aconselha a consultora. Outra dica é ser membro da Associação Internacional de Consultoria de Imagem (AICI), que demonstra um diferencial de profissionalização na área, além de oferecer palestras e proporcionar encontros periódicos com outros profissionais da área.

Mara atua ainda em outra frente de negócios: a parceria com lojas e empresas. “Há empresas que contratam o consultor para readequar o uniforme de seus funcionários e também para vesti-los para um evento especial, como uma premiação”, conta Mara. Para as lojas de roupa ela oferece o serviço de palestras e consultoria, tanto para funcionários como para clientes.

Negócio Consultoria de imagem
Investimento inicial De R$ 2.500 a R$ 10.000 (curso especializado em consultoria de imagem)
Faturamento médio mensal R$ 1.800
Média mensal de vendas 1 trabalho
Preço médio de venda R$ 2.000

 

Fonte: Revista PEGN