Feira do Empreendedor 2012: Palestras espaço do Conhecimento e Inovação


Data e Hora Tema Consultor palestrante
Qua. 17 11h – 13h – Design e inovação Luciene Torres
15h – 17h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
17h – 19h – Inovação – A porta para um novo posicionamento de mercado. Fernanda Muniz
19h – 21h – Estratégias empresariais Silvio Oliveira
Qui. 18 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Flammarion Cysneiros
17h – 19h – Por que Inovar? Fernanda Muniz
19h – 21h – Venda e Inovação Aloísio Dias
Sex.19 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Celso Perez
19h – 21h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
Sab. 20 11h – 13h – Estratégias Empresariais Silvio Oliveira
15h – 17h – Internacionalização de empresas e inovação Erica Piros Kovacs
19h – 21h – Design e Inovação Luciene Torres

Mais informações: http://www.feiradoempreendedorpe.com.br

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Construindo Empresas Inteligentes


O professor alemão, Klaus North, PhD da Universidad de Wiesbaden, na Alemanha, mostrou em palestra proferida no dia 12 de dezembro de 2007, na COPPE- UFRJ, a sua visão sobre Gestão do Conhecimento. Entitulada como “Construindo Empresas Inteligentes”, a apresentação abordou o tema Gestão do Conhecimento de maneira entusiasmada e instigante.

Segundo Klaus, a Gestão do Conhecimento significa interagir e entender o que uma empresa tem de conhecimento, ou seja, o que acumula de conhecimento. Para que se construa uma empresa inteligente, a cultura interna deve ser a de compartilhar e nesta ação está implícita a troca de conhecimento, promovendo o aprimoramento de todos da organização.

Para ele, é preciso que o colaborador tome para ele a responsabilidade de aprender, crescer e se desenvolver a partir da troca de conhecimento.

Do ponto de vista do mercado, a Gestão do Conhecimento deve ser se abrir para olhar como estão os competidores, respondendo a três perguntas:

I.   Que competências/capacidades esperam nossos clientes nos próximos três anos?
II.  O que temos que nos diferencia?
III. No que os concorrentes são melhores do que nós?

Com esta abordagem, o professor acredita que a Inteligência Competitiva tem que estar integrada à Gestão do Conhecimento para que os resultados sejam alcançados. Mas, para que isso ocorra, não é demais enfatizar que é fundamental que a cultura do compartilhamento e da troca de conhecimento seja sistematizada e estimulada.

A formação de comunidades de prática é um dos caminhos. E para que ela ocorra é preciso que a organização dê liberdade, retorno, divulgando resultados, e além disso, recomenda que esteja atrelada a promoção das pessoas. Essas ações são catalizadoras para a formação das comunidades de prática, segundo o professor.

Klaus finalizou com a afirmação “Uma empresa inteligente tem muita abertura para que as pessoas falem, discutam e proponham mudanças”

Para mais informações sobre o trabalho do professor acesse www.north-online.de

Fonte: Talent Work Services

Especialistas falam sobre os diferentes níveis do conhecimento


GMC 2009

Dois renomados profissionais em gestão do conhecimento, Alex Bennet e David Bennet, estiveram no Brasil no final de maio, quando participaram do Global Make Conference (GMC) para falar sobre a ciência e a gestão do conhecimento. Ambos são fundadores do Montain Quest Institute, um centro norte-americano de pesquisa com foco em desenvolvimento sustentável.

De acordo com os especialistas, o conhecimento está vinculado diretamente ao que as pessoas fazem, de que forma enxergam a situação e a maneira que agem para chegar a determinados resultados. “A mente humana recebe informações do mundo exterior o tempo todo, por meio dos cinco sentidos e essa é a primeira etapa do processo de aprendizagem”, explica Alex Bennet.

Para a profissional, a segunda etapa desse processo é quando a mente processa o que aconteceu e interpreta a informação com base nas crenças e experiências de vida individuais. A partir das interpretações, o indivíduo decide como agir e, é no córtex cerebral que ocorre a decisão de agir com a base do conhecimento. “Somos multidimensionais e muitas coisas acontecem ao mesmo tempo. Nossa mente não para, o subconsciente funciona 24 horas por dia, detectando padrões e guiando ações sem mesmo a pessoa ter consciência. É por isso que a maioria das ações e decisões são tomadas inconscientemente”, completa David Bennet.

Como resultado da aprendizagem há três níveis de conhecimento:

Conhecimento Superficial: o indivíduo apenas armazena e memoriza as informações, conhecimento que pode ser gravado ou documentado em livros ou computadores.
Conhecimento Raso: aquele que sabe um pouco mais do que apenas memorizar informações. Como, por exemplo, um engenheiro que acabou de se formar. Neste nível, o indivíduo tem capacidade de compreensão a partir de contextualizações. No entanto, o compartilhamento de conhecimento no nível raso funciona melhor quando é transmitido por diálogo do que por documentos ou livros.
Conhecimento Profundo: são pessoas que têm mais conhecimento do que outras, que se destacam por suas experiências de vida, boa memória, visão do todo, senso crítico e organização. Conseguem tomar decisões estratégicas.

LexML: Site de buscas reúne 1,3 milhão de documentos de órgãos públicos


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Algumas das características do sistema de buscas de informações governamentais é oferecer os documentos de acordo com seus níveis de hierarquia (federal, estadual e municipal)

A população tem agora mais uma canal para acessar gratuitamente documentos públicos como leis, decretos, acórdãos e projetos de lei pela internet. Com a finalidade de organizar essa massa de dados, o Senado lançou hoje (30) o site de buscas LexML.gov.br.

O acervo do site, criado com o apoio do Portal Virtual do Poder Legislativo (Interlegis), conta com 1,3 milhão de documentos de órgãos como o Tribunal Superior do Trabalho (TST), Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Banco Central (BC) e a Organização dos Advogados do Brasil (OAB). Ao todo, o sistema reúne informações recolhidas por equipes de Tecnologia da Informação (TI) de 18 órgãos públicos, além do Senado Federal. “Nosso objetivo maior é garantir ao cidadão brasileiro o acesso à informação”, disse o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), durante a solenidade.

Algumas das características do sistema de buscas de informações governamentais é oferecer os documentos de acordo com seus níveis de hierarquia (federal, estadual e municipal). Ele também está preparado para lidar com siglas. “O site vai um pouco além do Google. O Brasil mostra mais uma vez que está avançando na questão tecnologia”, afirmou o presidente da Comissão de Informática da OAB, Alexandre Atheniense, um dos participantes do lançamento do portal.

Uma versão do portal começou a funcionar em dezembro de 2008, com 90 mil documentos do Legislativo e Judiciário. A meta, segundo os responsáveis pelo projeto, é integrar ao LexML todos os órgãos dos três poderes.

Sebrae/SC lança versão 2.0 de sistema de inteligência


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Projeto atende micro e pequenos negócios de mel, móveis seriados de madeira, confecções e calçados femininos; dentre as novidades estão a Sala de Imprensa e uma Biblioteca.

O prêmio que consagrou o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae/SC como um dos melhores projetos de IC do País, em abril, motivou o aperfeiçoamento ainda maior do portal SIS (www.sebrae-sc.com.br/sis), ambiente online de disseminação de informações do projeto gratuito de inteligência competitiva que atende micro e pequenos empresários de Santa Catarina.

A premiação foi entregue em São Paulo pela Associação Nacional dos Analistas em Inteligência Competitiva (Abraic). Planejada especialmente para beneficiar os empresários participantes do projeto, a versão 2.0 do portal foi lançada no dia 15 de junho.

Navegar pelas páginas do projeto na internet ficou mais fácil e prático para os participantes. Especialistas em usabilidade na web providenciaram mudanças para deixar o portal mais atrativo, organizado e, ao mesmo tempo, mais simples para os usuários.

Além disso, o conteúdo do portal foi enriquecido com a criação de novos espaços para informações estratégicas, matérias-primas da inteligência competitiva. “O incremento do portal é uma resposta do Sebrae/SC aos empresários, pela seriedade que demonstraram desde o início do projeto. Eles apostaram numa tecnologia inovadora e criaram condições para que o SIS fosse reconhecido nacionalmente”, lembrou o gestor estadual do projeto, Douglas Luís Três.

Mudanças

Logo que acessar o portal, o usuário vai se deparar com o novo visual da página principal do SIS. No canto direito, os visitantes poderão se cadastrar para receber por e-mail o informativo do setor que escolherem e votar nas enquetes elaboradas pela equipe do portal. Na parte superior da página, foi acrescentado o link Sala de Imprensa, destinado a jornalistas.

Já nas páginas internas de cada um dos setores foco do projeto – Calçados Femininos, Confecções, Móveis Seriados de Madeira e Mel – a alteração mais significativa foi a criação de uma Biblioteca, onde serão guardados, dentre outros documentos estratégicos, artigos técnicos. Ao lado da Biblioteca foi inserida outra novidade: o link Cotações, que manterá dados relativos a câmbio de moedas, bolsas de valores e indicadores diversos. E ao lado direito da página, um quadro dinâmico vai mostrar a previsão do tempo para as cidades onde o projeto atua.

Níveis de Acesso

O portal tem agora três níveis de acesso, que variam de acordo com o tipo de cadastro do usuário. Os assinantes, empresários que fazem parte de um dos arranjos produtivos locais (APL) atendidos pelo SIS, têm acesso a todas as informações e podem solicitar relatórios específicos (os chamados ad hocs).

Os convidados, empresários de outros APL, mas que trabalham no mesmo ramo de um dos APL foco, têm acesso a alguns relatórios publicados no portal e a todas as demais informações. E, por último, os visitantes, internautas que não possuem nenhum tipo de cadastro no portal, têm acesso às notícias, à agenda e podem se cadastrar para receber o informativo.

“A versão 2.0 do portal SIS representa o compromisso da equipe do Sebrae/SC em levar informação cada vez mais qualificada e de fácil acesso a empresários que visam a vanguarda da competitividade”, concluiu o assessor de planejamento do Sebrae/SC, Marcondes da Silva Cândido.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae é um exemplo de caso de sucesso da Gestão do Conhecimento Empresarial.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria de Gestão da Informação e do Conhecimento Empresarial

Veja também

Mais informações sobre o SEBRAE:
  1. Convênio entre Petrobras e Sebrae estimula projetos
  2. Gestão eficiente faz a diferença para sobrevivência de empresas
  3. Inscrições abertas para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios
  4. Programa Ferramentas de Gestão Avançada
  5. Sebrae e IEL firmam parceira para capacitar fornecedores
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Case NASA: Mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento


Nasa Knowledge Management

Mensagens em tempo real no Twitter sobre a sonda espacial Phoenix em Marte ou sobre as missões da Nasa são os grandes exemplos da rapidez e transparência das mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento. Para contar como incluiu definitivamente a Nasa nas redes sociais, Jeanne Holm, Arquiteta da Informação da agência, apresentou palestra em São Paulo, no dia 26 de maio, durante o Global Make Conference (GMC), evento de gestão do conhecimento.

Até pouco tempo atrás, muitos americanos achavam que o trabalho realizado pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, se limitava às missões espaciais para outros planetas e o envio de satélites para fotografar Marte. Mudar esta percepção foi um dos principais desafios encontrados por Jeanne Holm. “Além de notícias de missões espaciais, precisávamos divulgar aos cidadãos os projetos voltados para a própria Terra, entre eles as pesquisas sobre o meio ambiente e desenvolvimento de tecnologias que em breve serão utilizadas no dia-a-dia das pessoas”, afirmou a profissional.

redes_sociaisPara isso, há cerca de quatro anos, Jeanne Holm começou a utilizar as mídias sociais para compartilhar, arquivar e trocar informações com os americanos, além de desenvolver conteúdo que seja realmente relevante à população. Atualmente, a agência conta com mais de 32 perfis oficiais no Twitter, 23 comunidades no FaceBook, cinco perfis no MySpace, 12 canais no YouTube e quatro ilhas no mundo virtual Second Life. Para isso, a Nasa conta com um time de profissionais que trabalham na agência. Pelas contas de Jeanne, o acesso ao site da agência pode chegar a 350 milhões de pessoas por ano.

Participação

Para incentivar a participação dos usuários, além dos fóruns, a agência criou perfil de seus astronautas e das missões em andamento, permitindo maior interação com o público a partir da facilidade de uso das redes sociais. “Por exemplo, no FaceBook temos o perfil de nossos principais astronautas em missão e que, além de tirar dúvidas, contam um pouco do que está acontecendo no espaço e se tornam amigos dos usuários. Já no Second Life organizamos eventos com astronautas em que as pessoas podem participar e conversar com os profissionais”, disse Jeanne.

De acordo com ela, a seleção das redes sociais em que a Nasa participa hoje é bastante criteriosa e leva em conta não só o número de participantes, mas também a busca por conhecimento e aprendizado, despertada em cada uma delas.

“Estamos presentes em redes sociais onde a população americana está e, principalmente, que tenha o propósito de aprendizado e troca de informações. Algumas redes sociais são muito “sociais” e a maioria dos participantes não está muito interessada em aprender. Tais comunidades não se encaixam no perfil das que a Nasa procura”, explicou.

Estratégias para uma boa gestão do conhecimento nas organizações


Hirotaka Takeuchi

O Global Make Conference (GMC) teve a participação de Hirotaka Takeuchi, um dos principias pensadores de gestão do conhecimento do mundo e autor de mais de 20 livros sobre o tema. O estudioso japonês fez uma apresentação, no dia 26 de maio, em São Paulo, de três horas por videoconferência, quando listou as principais estratégias para a gestão do conhecimento dentro de uma organização e respondeu às principais dúvidas de empresários e acadêmicos brasileiros.

Dentre as iniciativas necessárias para conferir o enfoque estratégico em uma organização, Takeuchi explicou a importância de criar um “BA”, que significa um espaço ou contexto para que as pessoas possam interagir e trocar experiências. O diferencial para dividir o conhecimento e proporcionar inovações está no relacionamento. “Há ótimos recursos tecnológicos hoje que podem ser usados para fazer registro e documentação, mas uma vez que o conhecimento é registrado, ele já está morto. E dificilmente as pessoas vão querer resgatá-lo, pois partem em busca de um novo conhecimento. Por isso é tão importante criar contextos para que grupos se reúnam e dividam conhecimento”.

Takeuchi discursou, ainda, sobre a necessidade do envolvimento de gestores com toda a equipe, caso contrário, a criação do conhecimento não será obtida. E, segundo o estudioso, é muito fácil identificar, de uma forma tangível, se novos conhecimentos estão sendo criados. “É preciso avaliar se existem inovações nos produtos e serviços nas empresas. Se isso estiver acontecendo, a empresa terá sempre vantagem competitiva e uma lucratividade cada vez melhor. E a inovação pode acontecer em todos os ambientes – tecnologia, negócios, processos, logística, gerenciamento, marketing, recursos humanos. A inovação está em todo lugar”.

Inteligência dos sistemas

Durante sua apresentação, Takeuchi disse que após as revoluções agrícola, industrial e do conhecimento, teremos a revolução da inteligência dos sistemas, que atravessará todos os países e exigirá o empenho de toda a raça humana. “Teremos que criar um planeta inteligente. Precisaremos de sistemas médico e de trabalho, além de um controle climático inteligente. A cooperação será a chave para a criação desse ecossistema inteligente que fará do mundo um lugar melhor para se viver”.

Para que um novo conhecimento seja criado, é necessário que haja dois tipos de conversão. A primeira é converter o conhecimento tácito (baseado nas experiências pessoais de um indivíduo) em explícito (palavras e registros) e vice-versa. O segundo desafio é converter o conhecimento individual para o grupo de uma organização e, posteriormente, para uma comunidade. “Quando promovemos essas conversões algo totalmente novo ocorre no meio do caminho. É a espiral do conhecimento”.

“O Wal Disney é um exemplo de sucesso: conseguiu converter o conhecimento individual que lhe conferiu fama mundial para um grupo e depois para a comunidade. Como resultado, hoje o Mickey Mouse é universal, atemporal e garantiu diversão para família”, destacou.

Liderança e constância de propósitos