As empresas de biotecnologia mais inovadoras de 2017


A INOVAÇÃO É A CHAVE PARA O SUCESSO DA INDÚSTRIA BIOTECH. ASSIM, A ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO DE UMA EMPRESA DE BIOTECNOLOGIA DEVE EVOLUIR CONSTANTEMENTE SE QUISER CONTINUAR A SER COMPETITIVA NO MERCADO LOCAL E INTERNACIONAL. A NECESSIDADE É A MÃE DA INOVAÇÃO, E AS EMPRESAS DE BIOTECNOLOGIA BEM-SUCEDIDAS ESTÃO SEMPRE FOCADAS EM SUAS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO, A FIM DE TRAZER NOVOS PRODUTOS NO MERCADO EM BENEFÍCIO DAS PESSOAS. POR ESTA RAZÃO, OS CIENTISTAS E EMPRESÁRIOS QUE TRABALHAM NESTE SETOR SÃO IMAGINATIVOS, REVOLUCIONÁRIOS, INVENTIVOS E ENGENHOSOS, BEM COMO INDUSTRIOSOS.

Aqui está a lista das 10 principais empresas de biotecnologia mais inovadoras classificadas pela Fast Company :

As empresas de biotecnologia mais inovadoras de 2017

  1. Medtronic

A Medtonic é uma empresa de dispositivos médicos com sede em Dublin, na Irlanda. A empresa obteve a aprovação da FDA em setembro de 2016 pelo seu novo sistema de gerenciamento de diabetes chamado MiniMed 670G. Consiste em um monitor de bomba e glicose conectado sem fio para tratar pacientes com diabetes tipo 1. A empresa também lançou um aplicativo em 2016 para ajudar os usuários a entender a maneira como eles precisam reagir a certos alimentos com base em seus níveis de açúcar.

  1. Celmatix  

Esta empresa de biotecnologia com sede em Nova York desenvolveu recentemente um software de previsão de fertilidade para ajudar as 7 milhões de mulheres na América a se esforçar para conceber. A empresa usa genômica e grande análise de dados para melhorar os tratamentos de fertilidade.

  1. Johnson & Johnson

A empresa estabeleceu uma incubadora / aceleradora em seis locais em dois países em 2016. Atualmente, esta possui 130 startups médicas com o espaço disponível de 180 mil pés quadrados. Essas empresas são dedicadas a inovações farmacêuticas e biotecnológicas.

  1. 23andMe

Esta empresa de biotecnologia e genômica está sediada em Mountain View, Califórnia. Em 2016, a empresa ajudou 120 mil pessoas a procurar sua história pessoal em seu DNA. A empresa está trabalhando de perto com a US FDA para compartilhar relatórios de saúde ancestral e genético com os consumidores diretamente.

  1. Abbott

A empresa estabeleceu novas instalações de pesquisa e desenvolvimento na China e no Brasil em 2016, somando aos nossos mais de 40 sites existentes em 20 países. A empresa introduziu um dispositivo de monitoramento de glicose que elimina a necessidade de varas de rotina; Um stent cardíaco que se dissolve depois de ter feito seu trabalho de limpar uma artéria bloqueada; E uma fórmula infantil que está mais próxima do leite materno do que nunca.

  1. Cor

A Color Genomics, uma startup de saúde com sede na Califórnia, possibilitou a obtenção de um teste genético de forma fácil e econômica. A empresa adicionou testes para oito diferentes tipos de câncer em 2016 e também está analisando 30 genes.

  1. PacientesLikeMe

Esta é a maior rede de saúde personalizada do mundo, com mais de 500.000 membros. Em 2016, fez parceria com a clínica de esclerose lateral amiotrófica de Duke (LEA) para avaliar a possibilidade de usar o péptido de soja Lunasin para reverter os sintomas em pacientes com ALS. A empresa também colaborou com o gigante da farmácia Walgreens para incluir revisões de pacientes em seu site para milhares de medicamentos, assim os pacientes podem aprender uns com os outros.

  1. Parker Institute for Cancer Immunotherapy

Esta empresa com sede em São Francisco, Califórnia, foi criada em abril de 2016. Dentro de um curto período de tempo, a empresa reavivou com sucesso a forma como a pesquisa contra o câncer é conduzida e financiada por meio de seu novo modelo inovador. Os principais centros de câncer da nação, como Stanford Medicine, a Universidade da Califórnia, Memorial Sloan Kettering Cancer Center, etc. formaram o núcleo deste instituto.

  1. Braeburn Pharmaceuticals

Esta empresa farmacêutica está sediada em Nova York, EUA. A Probuphine® de Braeburn recebeu a aprovação da FDA em maio de 2016 e tornou-se o primeiro implante de buprenorfina para o tratamento de manutenção a longo prazo do vício de opióides.

  1. Illumina

Os produtos iniciais desta empresa baseada em San Diego permitiram aos pesquisadores explorar DNA em uma escala totalmente nova. Isso pode ajudá-los a criar o primeiro mapa de variações genéticas associadas à doença, saúde e resposta à droga. As inovadoras tecnologias de sequenciação e matriz da empresa estão alimentando avanços revolucionários em diagnósticos moleculares, pesquisa em ciências da vida e genômica do consumidor.

 

Referências

  • As empresas mais inovadoras de 2017 por setor – Fast Company

Governo limita em 10% ao ano parcela de operações de crédito da Finep


A Câmara Técnica de Políticas de Incentivo à Inovação, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, limitará em 10% ao ano a parcela da taxa de operação de crédito da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para projetos de inovação tecnológica.

De acordo com a resolução, caso o valor ultrapasse o limite estabelecido, a Finep encaminhará à câmara técnica proposta de um novo limite para essa equalização. Assim, poderão ser evitadas perdas e a Finep adequará a política de operações às novas condições.

Para a aquisição do benefício, os projetos deverão responder a alguns critérios quanto aos seus objetivos. Por exemplo, propostas de desenvolvimento tecnológico que tenham como resultado final a inovação para o mercado nacional.

Nos critérios de inovação e competitividade, os projetos terão que estar voltados para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos a fim de consolidar a prática de investimento em inovação como estratégia relevante para a competitividade empresarial.

A Finep também apoiará projetos de atendimento às necessidades econômicas e sociais de setores exclusivos, entre eles o de petróleo, gás e energias renováveis e também os que necessitem de um pré-investimento como estudos de viabilidade técnica e econômica.

 

Fonte: ANPEI

SEBRAEtec


LOGO-SEBRAETECServiços especializados e customizados para implementar soluções em sete áreas de inovação.

Fácil e especializado

Inovação para sua empresa pode estar mais perto e fácil do que você imagina. Por meio de serviços customizados e especializados, o Sebratec promove o acesso de pequenos negócios a soluções em 7 áreas de conhecimento da inovação:

  • Design
  • Produtividade
  • Propriedade intelectual
  • Qualidade
  • Inovação
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia da Informação e Comunicação.

O programa aproxima os dois atores essenciais para a implementação da inovação: os pequenos negócios e os prestadores de serviços tecnológicos.

Por que o Sebraetec?

Como ter acesso?

Basta ir até o ponto de atendimento do Sebrae de sua região com sua identidade e com o número do CNPJ de sua empresa. Durante o atendimento, você deve explicar a situação da sua empresa e indicar em que ponto há a necessidade de inovar. Dessa forma, o Sebrae pode acionar um dos prestadores de serviços tecnológicos cadastrados para viabilizar a inovação na sua empresa.

Seja beneficiário

Flammarion CysneirosEmpresas de qualquer segmento podem participar do programa.

Ao receber uma demanda da micro e pequena empresa, o Sebrae solicita aos prestadores de serviços cadastrados propostas de plano de trabalho para realizar projetos de inovação e incremento tecnológico desta empresa.

Cadastre-se: www.cysneiros.com.br

Pernambuco terá parque eólico


Parque Eólico

Municípios do interior vão abrigar o empreendimento, cujo investimento será de R$ 170 milhões. Previsão de inauguração é dezembro deste ano.

Os municípios de Gravatá, Bezerros e Macaparana vão receber o primeiro parque eólico de Pernambuco. As duas primeiras cidades ficam no Agreste do Estado e a última na Mata Norte. O parque terá 15 turbinas de energia eólica num projeto da companhia pernambucana Eólica Tecnologia e da empresa espanhola Gestamp Eólica. Uma parte do equipamento já está no Porto de Suape e o restante chegará no próximo mês. Os equipamentos são novos e importados da Dinamarca, Espanha e Índia. O investimento total será de cerca de R$ 170 milhões.

Atualmente, estão sendo feitas as estradas de acesso aos locais onde serão implantadas as turbinas na área rural dos municípios. O parque eólico deverá entrar em operação em dezembro deste ano com cinco centrais eólicas. A previsão inicial dos investidores era inaugurar o empreendimento em dezembro passado.

Um dos motivos do atraso na implantação foi o solo rochoso das localidades que vão receber as turbinas e a construção da infraestrutura necessária, como uma conexão elétrica independente para cada central eólica, segundo o diretor presidente da Eólica Tecnologia, o professor universitário e também vice-presidente da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA), Everaldo Feitosa.

As centrais eólicas vão ter uma potência instalada para gerar 25 megawatts (MW), suficientes para abastecer de energia quase 150 mil residências que tenham um consumo médio de 200 quilowatts-hora (kWh) por mês, segundo cálculo feito pela Eólica Tecnologia.

As 15 turbinas serão implantadas em cinco centrais eólicas. Elas ficarão a 80 metros de altura – o que corresponde a um prédio de 30 andares.

O projeto faz parte dos que foram aprovados pelo Proinfa, um programa do governo federal que estabelece a contratação de 3,3 mil MW de energia, produzida por fontes alternativas, como eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas. O MW mede a potência da energia e o kWh o consumo.

A energia produzida pelos projetos do Proinfa será adquirida pela Eletrobrás e colocada no Sistema Interligado Nacional (SIN), que é responsável pelo fornecimento de energia para quase todo o território nacional, excluindo somente algumas regiões remotas do Norte.

“É o único parque eólico aprovado em Pernambuco dentro do Proinfa”, comentou Feitosa. Quando o empreendimento entrar em operação, ele vai gerar 50 empregos diretos, de nível superior e técnico.

Instituto Venturus cria Núcleo de Inovação Tecnológica


AlexandrePavilanis Venturus

Área vai gerir política de inovação do instituto e será responsável pelo desenvolvimento tecnológico, gestão da propriedade intelectual e das empresas de base tecnológica nascentes.

Com o objetivo de gerir sua política de inovação, o Venturus (Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica) criou o seu Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). A área será responsável pelo desenvolvimento tecnológico, gestão da propriedade intelectual, gestão de oportunidades e gestão das empresas de base tecnológica nascentes do instituto. Entre os diversos caminhos para a inovação, o resultado tecnológico de um projeto poderá induzir à criação de empresas de base tecnológica dentro do Venturus.

O NIT é recente no Venturus, mas já está em plena atividade. “No final do ano passado, participamos do edital específico de estruturação e de ampliação de NITs e nos associamos ao Fórum Nacional de Gestores de Inovação e de Transferência de Tecnologia e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp),” conta Alexandre Pavilanis, gerente de desenvolvimento organizacional e inovação do Venturus.

venturusO Venturus realiza reuniões semanais entre os integrantes do NIT para acompanhar todas as atividades da equipe e analisar de forma sistêmica os aspectos legais e as propostas de projetos que podem ser direcionadas a fundos governamentais, desenvolvimento interno ou parcerias com clientes.

O núcleo também é responsável por trazer informações sobre as necessidades do mercado e buscar parcerias para o desenvolvimento de projetos. “O NIT é uma excelente ferramenta para potencializarmos nossas competências e expandirmos nossa atuação”, afirma Guilherme Neves, gerente de desenvolvimento de negócios do Venturus.

Para atender às solicitações do mercado e, ainda, prospectar novas oportunidades junto a outras instituições científicas e tecnológicas, o NIT do Venturus conta com a área de tecnologia. “Prospectar tendências, elaborar roadmaps e construir cenários tecnológicos são algumas das atividades desenvolvidas pela área de tecnologia”, conta Carlos Eduardo Pagani, analista de desenvolvimento do instituto. “Tivemos contato com outros NITs, como o Inova da Unicamp, da Unesp e do CTI (Centro de Tecnologia da Informação), instituto de pesquisa do MCT,” completa.

Para resguardar juridicamente toda a inovação gerada pelo Venturus, o NIT conta também com a área de propriedade intelectual. José Santaniello, analista administrativo de projetos do Venturus, é responsável por analisar os projetos com relação aos registros oficiais. “Além de outras atividades, identificamos características que justifiquem algum tipo de registro junto à Biblioteca Nacional e/ou ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI)”, explica Santaniello.