Intel investe US$ 43 milhões em operadora japonesa de WiMax


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A UQ Communications promete lançar em 1º de julho a rede mais rápida do mundo de WiMax em Tóquio, com velocidade de 40 Mbps.

O braço de investimentos da Intel, chamado Intel Capitals, vai fazer um aporte de 43 milhões de dólares em uma operadora japonesa de WiMax. A UQ Communications promete lançar em 1º de julho a rede mais rápida do mundo de WiMax em Tóquio, que deverá alcançar velocidades de até 40 megabits por segundo (Mbps) para download e 10 Mbps para upload.
Além da Intel, a nova operadora tem o apoio da KDDI, a segunda operadora de telefonia células do Japão, da JR East (operadora de trens japonesa), a fabricante de celulares e eletrônicos Kyocera, a Daiwa Securities e o Tokyo Mitsubishi Bank.

Apesar de ter largado na frente em termos de telefonia celular 3G, o Japão ainda está atrás na oferta de banda larga móvel. Apenas recentemente a E-Mobile começou a oferecer um plano de banda larga móvel (via redes HSDPA) com tarifa fixa e a possibilidade de navegar o quanto quiser.

A medida fez com que a NTT DoCoMo, maior operadora de telefonia células japonesa, entrasse nesse mercado. A companhia promete oferecer acesso ilimitado à internet no fim do ano, via rede HSUPA – mais rápida que a da E-Mobile – e com velocidade de até 5,7 Mbps.

HP, Intel e Yahoo! vão patrocinar pesquisa científica pela internet


A Hewlett-Packard (HP), a Intel e o Yahoo! anunciaram uma parceria para criar uma estrutura global de data-centers com código aberto para uso em pesquisas científicas com base na internet (cloud computing). O objetivo da iniciativa é promover a colaboração aberta entre indústria, instituições de ensino e governos, removendo para tanto as barreiras financeiras do processo de pesquisa em um ambiente de troca intensiva de informações pela internet.

As três gigantes da tecnologia irão construir seis data-centers para pesquisa por internet com entre 1000 e 4000 nódulos (cada nódulo representa uma unidade de processamento ou armazenagem de dados) cada. Eles serão disponibilizados até o final do ano para um grupo de pesquisadores pré-selecionados que irão trabalhar desenvolvendo em escala novas aplicações e mecanismos de segurança e gerenciamento para a internet.

A armazenagem de dados que podem ser utilizados nessas pesquisas, assim como o tráfego gerado, tem um custo alto que, até agora, impedia um maior desenvolvimento desse tipo de colaboração online. Poucos projetos têm os recursos necessários para financiar um data-center de tamanho adequado para suportar esse nível de utilização.

Segundo as companhias, três desses data-centers ficarão instalados em suas respectivas sedes. Os outros três serão implantados em instituições públicas e de ensino da Alemanha, EUA e Cingapura.

A plataforma de testes em ‘cloud computing’ da HP, Intel e Yahoo! amplia nosso compromisso com a comunidade global de pesquisa colaborativa, que está fazendo avançar as novas ciências da internet, afirmou o chefe de Pesquisa do Yahoo!, Prabhakar Raghavan. Com essa plataforma de testes, não apenas os pesquisadores podem testar suas aplicações na escala da internet, mas também terão acesso a sistemas de computação de base para ampliar sua compreensão sobre como os sistemas de softwares e hardwares funcionam no ambiente da internet, completou.

As empresas não divulgaram o montante a ser investido nesse projeto.

(Valor Online)