Como fazer seu negócio crescer com a internet


Mais de 80 milhões de brasileiros têm acesso à internet. Você certamente possui ao menos uma conta de e-mail, perfil em rede social e álbum de fotos online ou paga suas contas pela internet. Além de utilizá-la para compartilhar informações, muitos também contam com a internet como plataforma para fazer negócios – e as pequenas e médias empresas não são exceção. Talvez sejam, inclusive, as mais beneficiadas.

Para empreendedores, empresários e profissionais independentes, dar os primeiros passos na internet e potencializar as oportunidades de negócio é mais fácil do que se imagina. O mais importante é ter um plano de ação e começar o quanto antes. Estas são sete dicas para fazer seu negócio crescer com a internet:

1. Antes de começar: pense no público que gostaria de atingir. É um negócio de bairro? Os consumidores estão no Brasil ou também em outros países? Como quer se comunicar? A comunicação deve ser coerente e lógica, desde cartões de visita, a maneira como dirige-se aos clientes, o aspecto das lojas e, certamente, a linguagem visual e conteúdo do site.

2. Estabeleça sua presença na internet: crie uma página na internet. Ao montá-la, apresente as informações de maneira atraente, clara e organizada. Utilize imagens, vídeos, mapas e descrições de produtos; destaque ofertas especiais e promoções para que a experiência dos usuários no seu site seja positiva. Isso ampliará as possibilidades de transformar visitas em vendas. Existem programas que oferecem hospedagem e registro de páginas na web gratuitamente.

3. Coloque-se no mapa: ninguém gosta de se perder, muito menos seus clientes. Integre seus pontos de venda a plataforma de mapas como o Google Maps para que os usuários tenham acesso à página de sua empresa com informações úteis como endereço, horário de atendimento, fotos e promoções. Veja aqui mais dicas para aproveitar buscas locais no seu negócio.

4. Atraia mais clientes: você sabia que 7 em cada 10 usuários consultam a internet regularmente para avaliar suas opções de compra? Abrace a publicidade online para aproveitar essas pesquisas relacionadas ao seu produto ou serviço. Você pode criar uma campanha de Google AdWords e aparecer nos resultados de busca, pagando apenas quando os usuários clicam em um anúncio e visitam sua página. Quando pensar em sua campanha, considere que os seus clientes podem acessar a internet no celular. Por exemplo, se você tem uma loja de doces na Bela Vista, em São Paulo, é provável que muitos vizinhos e moradores procurem por “bolo de festa” enquanto estão na rua ou se deslocando. Basta ativar a opção para que seus anúncios passem a ser exibidos também em aparelhos de celular.

5. Tire proveito das redes sociais: são ferramentas eficientes para atingir um público-alvo segmentado e muito ativo. No Brasil, 90% dos usuários de internet usam redes sociais. Aproveite que o diálogo da internet gira em torno das redes sociais e crie o perfil da sua empresa em plataformas como o Google+, Facebook e Twitter.

6. Aposte no vídeo: dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, e atualmente, ter sua própria estratégia de vídeo online é simples de fazer e tem baixo custo. No YouTube você pode criar seu próprio canal de vídeo para divulgar seu negócio e integrar a sua campanha de publicidade online para aparecer quando os usuários estiverem assistindo aos seus vídeos favoritos.

7. Meça os resultados: é a melhor maneira de testar a sua estratégia para a internet e entender se está no caminho certo ou precisa fazer ajustes. Use ferramentas de medição para saber como os usuários acessam e interagem com seu site. O Google Analytics permite monitorar esses comportamentos e, em seguida, fazer alterações no site para melhorar o desempenho aumentando o número de visitas, contatos e vendas. Na Comunidade do AdWords, os colaboradores trocam experiência e melhores práticas sobre como medir resultados.

Aqui estão algumas dicas para fazer suas primeiras experiências na internet serem bem-sucedidas, porque o mais importante é manter o foco e seguir seus objetivos passo a passo. E esse é apenas o começo. A cada dia que passa, milhares de novos usuários vão para a web, e cada um deles é uma oportunidade para se transformar em um cliente. Imagem

Fonte: Revista PEGN

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Banda larga via rede elétrica


Banda larga via rede elétrica

Texto do regulamento está em análise pelo conselho diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ainda este mês, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deverá aprovar a resolução que permitirá a oferta de serviços de internet pela rede elétrica, por meio da tecnologia Power Line Communications (PLC).

De acordo com o documento, que está sob análise do conselho diretor da Aneel desde maio, as empresas distribuidoras de energia elétrica não poderão prover acesso à internet por meio de suas redes. Elas deverão alugar a infraestrutura para que outra companhia preste o serviço.

Caso a distribuidora tenha interesse em atuar no mercado com uma oferta do tipo, deverá criar uma subsidiária para explorar comercialmente o serviço. É o caso da AES Telecom, ligada à AES Eletropaulo, que está realizando testes com a tecnologia em São Paulo.

Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o regulamento do PLC. Com o aval da Aneel, abre-se caminho para que as primeiras ofertas do serviço sejam oferecidas ao mercado consumidor.

A decisão do conselho diretor da Aneel será tomada em reunião pública. Os diretores da agência se reúnem sempre às terças-feiras, na sede do órgão regulador, em Brasília (DF).

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as tendências e inovação no setor de TI têm impulsionado as empresas de tecnologia que tem a inovação como foco nos seus produtos e soluções.

A ICOMUNI atenderá inicialmente as demandas de empresas Pernambucanas dos projetos de TI de Banda larga via rede elétrica, e depois das demais empresas do Nordeste.

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HTML 5: conheça a linguagem que vai revolucionar sua navegação na web


html5

Há 10 anos sem atualização, HTML evolui e abre caminho para browsers auto-suficientes com avanços em multimídia e aplicações offline

Quebrar as barreiras de compatibilidade na exibição de vídeos via internet, aprimorar o uso offline de aplicações web e exibir gráficos interativos com facilidade no browser estão entre os avanços permitidos pela evolução de uma linguagem que ficou uma década sem atualização, o HTML 5.

A quinta versão da linguagem de desenvolvimento HyperText Markup Language (HTML), responsável por organizar e formatar as primeiras páginas que visitamos na internet, é a grande aposta de empresas como Google, Mozilla, Apple e Opera para levar as aplicações à web. A versão final mais recente da linguagem é o HTML 4.0.1, aprovado em 1999.

“Por isso o frisson em relação ao HTML 5. A linguagem ficou muito tempo sem evoluir e as pessoas adotaram maneiras alternativas de resolver os problemas de programação na web”, afirma o professor do departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP), Marco Aurélio Gerosa.

A evolução do HTML influi na forma como os navegadores fazem a leitura dos códigos de programação e montam as páginas web para o internauta.

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Internet2 via satélite


internet2 via satélite

O desenvolvimento mundial das redes de alto desempenho

Observa-se no cenário mundial uma crescente aproximação de grupos de pesquisa, empresas, operadoras de serviços de  telecomunicações e fabricantes de equipamentos de telecomunicações e de informática. Esses grupos buscam definir
uma arquitetura padronizada, baseada em tecnologias de sistemas computacionais distribuídos, que permita a introdução rápida e flexível de novos serviços sobre a infra-estrutura de telecomunicações, incluindo facilidades para o gerenciamento integrado tanto dos serviços como da própria infra-estrutura de redes.

Como resultado desses movimentos prevê-se que no futuro próximo os serviços de telecomunicações deverão assegurar Qualidade de Serviço (QoS) baseada em Contratos de Níveis de Serviço. Tanto a confiabilidade quanto a disponibilidade de tais serviços, oferecidos sobre uma infra-estrutura comum de redes de banda larga, deverão ser suficientemente altas para garantir o nível de desempenho estabelecido nos diversos níveis de serviço contratados.

A comunidade acadêmica mundial, percebendo a necessidade de retomar a liderança das pesquisas tecnológicas na área, vem desenvolvendo tecnologias de última geração, com ênfase nas aplicações avançadas com características interativas
e uso de tecnologias multimídia e de tempo real .

Os projetos Internet 2, nos Estados Unidos, e TEN-34, na Europa, são exemplos  dessa iniciativa do meio acadêmico. Inicialmente restritos a este setor, esses projetos vêm sendo apoiados e subsidiados por empresas e governos em diversos países. A formação destes consórcios visa o desenvolvimento de ferramentas e aplicações para redes eletrônicas de alto desempenho. O objetivo final dessas iniciativas não é somente o desenvolvimento de pesquisas exclusivamente voltadas para a área acadêmica, mas também a transferência, ao setor comercial, das tecnologias desenvolvidas e testadas ao longo da execução dos projetos.

Indústria da música precisa abraçar Internet


A indústria da música precisa aprender com o “lado negro da Internet” que dizimou seus negócios se quiser reconquistar algum dia poder sobre a pirataria.

Em uma reunião anual do setor no sul da França, executivos revelaram um sentimento otimista pela primeira vez em anos, depois de terem acertado parcerias de varejo com empresas como Nokia, Amazon e MySpace. [Leia mais]

Usuários de internet em residências chegam a 24,5 milhões


image_miniNúmeros divulagdos pelo Ibope/NetRatings apontam que o número de usuários ativos de internet em residências atingiu 24,5 milhões em dezembro do ano passado, um aumento de 14,7% em relação ao ano anterior. No total do quarto trimestre do ano passado, a quantidade de pessoas que moram em residências com computador e internet chegou a 38,2 milhões.

Quando são levados em conta os ambientes onde há computador (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros) o número de pessoas chega a 43,1 milhões no terceiro trismestre de 2008.

A pesquisa mostra que o aumento dos usuários ativos ocorre mais entre adultos. Nos 12 meses entre dezembro de 2007 e dezembro de 2008 o aumento foi de 7,5% entre internautas com até 24 anos e de 21,5% no público acima dessa faixa. [Leia mais]

Internet Explorer perde mercado


firefox_ieEm dezembro, o Internet Explorer seguiu perdendo mercado, de acordo com levantamento realizado pela Net Applications.
O navegador da Microsoft detém 68,15% de uso. Em novembro, o número estava em 69,71%, e em outubro 71,27%.
“As férias de dezembro favoreceram fortemente o uso residencial sobre o uso nos locais de trabalho. Isso aumenta relativamente o uso do Mac, Firefox, Safari e outros produtos que têm relativamente alto uso residencial”, diz o relatório.
Raposa
O Firefox deteve 21,34% de participação, após registrar 20,78% e 19,97% em novembro e outubro, respectivamente.
Maçã
O Safari, software da Apple, ganhou espaço nos últimos três meses. Em outubro, detinha 6,57%. Novembro e dezembro registraram 7,13% e 7,93%, respectivamente.
Google
O Chrome, lançado no início de setembro, ultrapassou pela primeira vez a marca de 1% de uso, com 1,04%. O navegador do Google, registrou 0,83% do uso em novembro e 0,74% em outubro, respectivamente.
OS
O Windows tem participação de 88,68%, contra 9,63% do Mac OS e 0,85% do Linux.
A pesquisa coleta números dos sites que usam o serviço de monitoramento da Net Applications e compila dados de cerca de 160 milhões de visitantes a cada mês.