Internet2 via satélite


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O desenvolvimento mundial das redes de alto desempenho

Observa-se no cenário mundial uma crescente aproximação de grupos de pesquisa, empresas, operadoras de serviços de  telecomunicações e fabricantes de equipamentos de telecomunicações e de informática. Esses grupos buscam definir
uma arquitetura padronizada, baseada em tecnologias de sistemas computacionais distribuídos, que permita a introdução rápida e flexível de novos serviços sobre a infra-estrutura de telecomunicações, incluindo facilidades para o gerenciamento integrado tanto dos serviços como da própria infra-estrutura de redes.

Como resultado desses movimentos prevê-se que no futuro próximo os serviços de telecomunicações deverão assegurar Qualidade de Serviço (QoS) baseada em Contratos de Níveis de Serviço. Tanto a confiabilidade quanto a disponibilidade de tais serviços, oferecidos sobre uma infra-estrutura comum de redes de banda larga, deverão ser suficientemente altas para garantir o nível de desempenho estabelecido nos diversos níveis de serviço contratados.

A comunidade acadêmica mundial, percebendo a necessidade de retomar a liderança das pesquisas tecnológicas na área, vem desenvolvendo tecnologias de última geração, com ênfase nas aplicações avançadas com características interativas
e uso de tecnologias multimídia e de tempo real .

Os projetos Internet 2, nos Estados Unidos, e TEN-34, na Europa, são exemplos  dessa iniciativa do meio acadêmico. Inicialmente restritos a este setor, esses projetos vêm sendo apoiados e subsidiados por empresas e governos em diversos países. A formação destes consórcios visa o desenvolvimento de ferramentas e aplicações para redes eletrônicas de alto desempenho. O objetivo final dessas iniciativas não é somente o desenvolvimento de pesquisas exclusivamente voltadas para a área acadêmica, mas também a transferência, ao setor comercial, das tecnologias desenvolvidas e testadas ao longo da execução dos projetos.

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Internet ‘aprende’ e chega à fase 2.5


Novos navegadores não exploram a rede como um monte de páginas soltas e apontam para um futuro mais prático e flexível.

Na segunda-feira passada, uma história em quadrinhos diferente surgiu na internet. Escrita e desenhada pelo teórico Scott McCloud, mostrava o funcionamento de mais uma novidade apresentada pelo Google – um programa de navegação na rede. Horas depois a empresa lançou um browser com a sua grife, o Google Chrome, disponível para download desde terça (e milhões no mundo todo já fizeram isso).

Sem aviso, sem rumores – o anúncio foi dado de surpresa. E, no mês em que completa dez anos, o Google talvez tenha dado um passo importante para redefinir o futuro da internet. [Leia mais]