Curso Internet na Medida


Estaremos hoje ministrando o curso Internet na Medida para o Projeto Fornecedores de Excelência Gerdau. Excelente iniciativa do Sebrae para ampliar a competência e competitividade das MPEs.

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Começa hoje! Projeto Fornecedores de Excelência Gerdau.
Dias 14 a 17 de Março, 18hs às 22hs, Sebrae Em Pernambuco – Recife.

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Google lança plataforma para pequenas agências de publicidade e design


O Google acaba de lançar uma nova plataforma voltada para a capacitação de pequenas agências e agentes do mercado de marketing online. O Engage, que está disponível no link https://google-engage.appspot.com/br/, oferece um programa de treinamentos e ferramentas gratuitas para os profissionais da área aprimorarem seus serviços.

“As pequenas e médias empresas têm necessidade de estar no mundo online e para isso recorrem a uma pessoa que tenha conhecimento. Nós queremos oferecer maior conhecimento para os agentes que atuam com marketing digital para fomentar esse ecossistema”, diz Leonardo Pinto, gerente de marketing do Google. De acordo com ele, o programa está baseado em um tripé que contempla conhecimento e capacitação dos profissionais, incentivos, com a distribuição de bônus para uso de AdWords (o sistema de links patrocinados do Google) e um ranking entre os usuários.

Conforme os participantes realizam as atividades e avançam no programa, são contemplados com recursos virtuais para sua agência. Entre os prêmios está a distribuição gratuita de dez cupons no valor de R$150 cada para utilizar em novas contas do Google AdWords. Um convite para passar o dia no Google Brasil também está na lista de premiação.

Um grupo de webdesigners participou do programa piloto do novo portal de relacionamento do Google que chega para substituir o WebExpert, plataforma que atualmente é responsável por 20% das novas contas de AdWords da companhia, no segmento PME.

Luiz Fernando de Carvalho, 34 anos, da Estilo Design Soluções, acompanhou o desenvolvimento da plataforma. Ele atua com webdesign e desenvolvimento de marketing online. “É uma ótima ferramenta de gerenciamento e facilita o trabalho simultâneo em diversas contas”, afirma. De acordo com ele, que atua há 8 anos no mercado, há um crescimento do interesse das PMEs por anúncios online.

 

Fonte: Revista PEGN

Como fazer seu negócio crescer com a internet


Mais de 80 milhões de brasileiros têm acesso à internet. Você certamente possui ao menos uma conta de e-mail, perfil em rede social e álbum de fotos online ou paga suas contas pela internet. Além de utilizá-la para compartilhar informações, muitos também contam com a internet como plataforma para fazer negócios – e as pequenas e médias empresas não são exceção. Talvez sejam, inclusive, as mais beneficiadas.

Para empreendedores, empresários e profissionais independentes, dar os primeiros passos na internet e potencializar as oportunidades de negócio é mais fácil do que se imagina. O mais importante é ter um plano de ação e começar o quanto antes. Estas são sete dicas para fazer seu negócio crescer com a internet:

1. Antes de começar: pense no público que gostaria de atingir. É um negócio de bairro? Os consumidores estão no Brasil ou também em outros países? Como quer se comunicar? A comunicação deve ser coerente e lógica, desde cartões de visita, a maneira como dirige-se aos clientes, o aspecto das lojas e, certamente, a linguagem visual e conteúdo do site.

2. Estabeleça sua presença na internet: crie uma página na internet. Ao montá-la, apresente as informações de maneira atraente, clara e organizada. Utilize imagens, vídeos, mapas e descrições de produtos; destaque ofertas especiais e promoções para que a experiência dos usuários no seu site seja positiva. Isso ampliará as possibilidades de transformar visitas em vendas. Existem programas que oferecem hospedagem e registro de páginas na web gratuitamente.

3. Coloque-se no mapa: ninguém gosta de se perder, muito menos seus clientes. Integre seus pontos de venda a plataforma de mapas como o Google Maps para que os usuários tenham acesso à página de sua empresa com informações úteis como endereço, horário de atendimento, fotos e promoções. Veja aqui mais dicas para aproveitar buscas locais no seu negócio.

4. Atraia mais clientes: você sabia que 7 em cada 10 usuários consultam a internet regularmente para avaliar suas opções de compra? Abrace a publicidade online para aproveitar essas pesquisas relacionadas ao seu produto ou serviço. Você pode criar uma campanha de Google AdWords e aparecer nos resultados de busca, pagando apenas quando os usuários clicam em um anúncio e visitam sua página. Quando pensar em sua campanha, considere que os seus clientes podem acessar a internet no celular. Por exemplo, se você tem uma loja de doces na Bela Vista, em São Paulo, é provável que muitos vizinhos e moradores procurem por “bolo de festa” enquanto estão na rua ou se deslocando. Basta ativar a opção para que seus anúncios passem a ser exibidos também em aparelhos de celular.

5. Tire proveito das redes sociais: são ferramentas eficientes para atingir um público-alvo segmentado e muito ativo. No Brasil, 90% dos usuários de internet usam redes sociais. Aproveite que o diálogo da internet gira em torno das redes sociais e crie o perfil da sua empresa em plataformas como o Google+, Facebook e Twitter.

6. Aposte no vídeo: dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, e atualmente, ter sua própria estratégia de vídeo online é simples de fazer e tem baixo custo. No YouTube você pode criar seu próprio canal de vídeo para divulgar seu negócio e integrar a sua campanha de publicidade online para aparecer quando os usuários estiverem assistindo aos seus vídeos favoritos.

7. Meça os resultados: é a melhor maneira de testar a sua estratégia para a internet e entender se está no caminho certo ou precisa fazer ajustes. Use ferramentas de medição para saber como os usuários acessam e interagem com seu site. O Google Analytics permite monitorar esses comportamentos e, em seguida, fazer alterações no site para melhorar o desempenho aumentando o número de visitas, contatos e vendas. Na Comunidade do AdWords, os colaboradores trocam experiência e melhores práticas sobre como medir resultados.

Aqui estão algumas dicas para fazer suas primeiras experiências na internet serem bem-sucedidas, porque o mais importante é manter o foco e seguir seus objetivos passo a passo. E esse é apenas o começo. A cada dia que passa, milhares de novos usuários vão para a web, e cada um deles é uma oportunidade para se transformar em um cliente. Imagem

Fonte: Revista PEGN

Ciclo MPE.net, em Recife


 

Quinta-feira (04), acontecerá o Ciclo MPE.net, no Recife!

O evento acontece das 8h às 18h15 e é gratuito. O encontro vai discutir a oportunidade para a micro e pequena empresa entrar na economia digital.

Mais informações: http://ciclo-mpe.net/

Social Media Week, em São Paulo.


 

Está em São Paulo?

O Social Media Week acontece de hoje até o dia 28 de setembro.
A participação é gratuita e serão discutidos temas como e-commerce e empreendedorismo de empresas que utilizaram o Facebook para inovar.

Participe!

Compras coletivas podem faturar R$ 1 bi em 2011


Fonte: EXAME.com

Em não mais de 20 minutos na internet você vai acabar esbarrando em alguma das já populares ofertas de compras coletivas.

Pode ser pelo Twitter, Facebook, links patrocinados, banners em portais ou até por spam, mas estará lá uma oportunidade quase irrecusável de restaurante, clínica estética, hospedagem, espetáculo teatral, entre os mais diversos produtos e serviços. Conseguindo juntar um grande grupo de interessados em determinada oferta, esses sites fecham parceria com diferentes empresas para comercializar, em formato de varejo, oportunidades em preço de atacado, no chamado modelo “ganha-ganha” – o investidor atrai novos clientes, o consumidor paga mais barato e o site fica com uma parte da transação.

Antes de completar um ano de Brasil, a prática já virou febre entre consumidores, investidores e principalmente entre aqueles que passaram a oferecer a opção. Em dezembro, já eram encontrados mais de 400 sites oferecendo cupons de desconto por valores que variam normalmente entre 50% e 70% a menos que o valor original. Segundo métricas dos próprios players do mercado, em 10 meses de operação, o segmento chegou a um faturamento de aproximadamente R$ 170 milhões, tendo um verdadeiro boom nos três últimos meses de 2010.

“Em setembro foram cerca de R$ 7,5 milhões, número que pulou para R$ 40 milhões em outubro, R$ 58 milhões em novembro e ficou próximo a R$ 48 milhões em dezembro”, destaca Marcelo Macedo, cofundador e ceo do ClickOn. O site teve sua primeira oferta no ar em maio e hoje é uma das opções mais requisitadas entre anunciantes e consumidores.

O pioneiro no mercado brasileiro foi o Peixe Urbano, que em março oferecia seu primeiro cupom de desconto. Começando no Rio de Janeiro com três sócios, hoje está presente em 33 cidades brasileiras e chegou à incrível marca de dois milhões de cupons vendidos em 2010. “Para nossa surpresa, o mercado aceitou o modelo muito rapidamente”, comemora Leticia Leite, diretora de comunicação do Peixe Urbano. “Brasileiro adora desconto. Foi um apelo que pegou na veia”, acrescenta Macedo.

O que também auxiliou o sucesso quase imediato do modelo foi a presença maciça do público-alvo em redes sociais, principal forma de divulgação entre os players. “O público gosta de espalhar novidades, recomendar bons produtos ou serviços. Hoje, mais da metade de nossas compras acontecem por causa de alguma recomendação”, revela Daniel Funis, diretor de marketing do GroupOn – único entre os principais sites presentes no Brasil que vem de um grupo internacional. Iniciando operações no País em maio, com o nome Clube Urbano, passou a adotar a identidade global entre outubro e dezembro. “A filial brasileira apresentou o maior crescimento em todo o mundo”, ressalta Funis.

Quantidade

O boom de novos sites não assusta os líderes de mercado. Todos acreditam que, acompanhado de novas oportunidades, 2011 trará maturidade e consolidação para o segmento de compras coletivas. “O aparecimento e crescimento de outros sites acabou por validar o modelo, provando que o formato era confiável e positivo, mas são poucos que têm uma estrutura sólida e abrangência nacional. Os clientes serão cada vez mais exigentes e os consumidores optarão pelas melhores ofertas. Haverá uma seleção natural”, acredita Leticia. “É um setor fácil de entender e iniciar um negócio, mas com a consolidação, haverá um controle. É possível que vejamos algumas fusões e segmentações em categorias ou regiões, mas os maiores continuarão com as melhores ofertas e ampliando sua abrangência”, analisa Funis.

Futuro

Provando o potencial da ferramenta ao redor do mundo, o Google ofereceu, no final de 2010, nada menos que US$ 6 bilhões pelo GroupOn, que faturou globalmente US$ 500 milhões no ano passado e rejeitou a proposta. Grandes conglomerados brasileiros de mídia, como os grupos Abril e RBS, adquiriram ou lançaram seus próprios sites de compras coletivas – respectivamente Bananarama e Desejomania –, da mesma forma que o apresentador Luciano Huck tornou-se sócio-investidor do Peixe Urbano nos últimos meses. “Esses movimentos mostram que esta é uma direção natural que o comércio está tomando. Esse tipo de modalidade permite que empresas que tinham dificuldade de investir no e-commerce, passem a explorá-lo”, enfatiza o diretor do GroupOn.

Tais fatos levam os participantes desse segmento a previsões das mais otimistas. “Conseguimos bater nossa meta de cinco milhões de usuários cadastrados no ano passado e oferecemos uma economia que já ultrapassa os R$ 120 milhões. Para este ano trabalharemos para conectar o maior número de empresas e clientes, investindo especialmente na expansão geográfica”, detalha Leticia, do Peixe Urbano. “Vamos de três a sete ou nove milhões de usuários, de 18 para 40 ou 50 praças e de 165 a aproximadamente 300 colaboradores”, prevê Macedo, do ClickOn. “Por cálculos internos, acreditávamos no final do ano passado que, em 2011, o segmento de compras coletivas teria um faturamento variando entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões. Hoje já pensamos em R$ 800 milhões e, como teremos um ano completo, não duvido que podemos bater a casa de R$ 1 bilhão”, completa.

Você tem um plano tático de presença na internet?


Sua empresa pode estar desconectada do seu cliente e do mundo, e para resolver este problema basta ações bem simples. Conheça o programa do SEBRAE, Internet: Aplicações para pequenos negócios, ligue gratuitamente: 0800 570 0800.

Todo web site já nasce com uma poderosa estratégia. Basta bem utilizá-la.

Web sites estão em um ambiente virtual, eletrônico, onde somente a percepção com base no leiaute, composição gráfica, organização e atualidade de conteúdo, qualidade das informações, objetividade, usabilidade, facilidade de utilização, serviços oferecidos e obtenção de informações podem ser avaliados.

Logo, a presença de sua empresa na internet está em pé de igualdade com os seus maiores concorrentes, com os maiores player, sejam eles nacionais ou multinacionais.

Não importa se sua empresa ocupa uma sala de poucos metros ou um imenso complexo empresarial. Na internet isso é irrelevante. O que conta é a credibilidade percebida pelos clientes e consumidores.

Quanto o web site de sua empresa tem utilizado isso como estratégia para aumentar sua competitividade?

Responda a estas perguntas:

  • Quem tem cuidado da imagem de sua empresa na internet?
  • Que vivência empresarial e que visão sistêmica, de processos, de marketing e comunicação tem as pessoas que cuidam da imagem da sua empresa na internet?
  • Até onde elas buscaram compreender e entender seu negócio, suas expectativas e seus planos, para colocar “no ar” um web site que reflita fielmente sua empresa, seus produtos e seu negócio, alinhado com suas expectativas, desejos e necessidades?
  • Qual o cuidado com o planejamento, tratamento e organização é despendido com as informações, serviços e facilidades oferecido no web site?
  • Que metodologia é ou foi utilizada na criação e composição e organização do web site?
  • Que resultados concretos o web site de sua empresa tem proporcionado?
  • O que de facilidades, suporte e informações ele oferece para seus clientes e consumidores?
  • Quantos e-mails, por mês, sua empresa recebe solicitando maiores informações de seus produtos e serviços?
  • O web site de sua empresa está preparado para fazer negócio?
  • O web site de sua empresa “vende seu peixe”?

Planejamento tático e operacional

Se você não é um “profissional de planejamento”, deve ter dúvidas sobre o que é realmente um planejamento estratégico, ou tático ou, ainda, operacional.

Genericamente, podemos dizer que o plano estratégico é inerente à organização como um todo, enquanto os planos táticos são relacionados às diversas áreas da organização (plano de marketing, plano financeiro…). Os planos operacionais, por sua vez, são criados para operacionalizar o que está definido no plano tático.

As verbas de comunicação, por exemplo, normalmente fazem parte de um planejamento de marketing, logo, são definidas a partir da visão tática e não necessariamente estratégica.

Presença digital

Para o ambiente corporativo e de negócios a internet é tudo de bom: interativa, visual, multimídia (suporta vários formatos), integradora e tem alta capilaridade (chega a qualquer lugar).

Mas acima de tudo é um meio de distribuição de informação a custo baixo, razão suficiente para, na busca de competitividade, todas as grandes empresas inexoravelmente migrarem suas bases de informação para esse ambiente.

Essa “migração” tem nome e apelido: chamamos isso de construção de “internet corporativa” ou de “presença digital”, e isso inclui os projetos de comunicação, mas não se restringe a eles.

A presença digital deve ser concebida a partir de uma visão de necessidades de utilização do ambiente digital por todas as áreas da cadeia de valor do negócio. Estas estratégias terão sempre o objetivo de atender a todos os públicos que a empresa se relaciona a partir de dois possíves enfoques: a estratégia de serviços, que compreende todo tipo de automação de processo interno ou externo da empresa e a estratégia de comunicação. Logo, caberá a empresa definir, de acordo com os seus objetivos estratégicos, qual o nível de esforços a serem dispensados em cada enfoque e para cada público. Desta forma, a empresa poderá conceber e construir uma grande teia da corporação no ciberespaço, um ambiente colaborativo, desenvolvido a partir vários projetos com padrões pré-definidos e que devem se misturar trocando muita informação de forma a facilitar a vida e os negócios.

Planejamento de Presença Digital

A internet pegou todos os planejamentos estratégicos de calça curta. Em geral, as empresas não sabem ainda como incluir nos seus planejamentos as infinitas possibilidades que esse poderoso “conjunto de ferramentas”, essa nova “tecnologia habilitadora”, pode trazer para os seus negócios.

Na prática, a maioria das empresas já entendeu que a internet pode ser usada de duas formas:

  1. Para melhorar a eficiência operacional – fazer melhor a mesma coisa que os concorrentes já fazem.
  2. Para construir um melhor posicionamento estratégico – fazer coisas diferentes em relação aos concorrentes.

Nada mal, e o próximo passo é criar um “planejamento de presença digital” funcionando como adendo ao planejamento tático das empresas e totalmente alinhado com as orientações estratégicas.

Para isso, urge trazer para dentro das equipes de planejamento (gestores e consultores) dessas corporações cultura e entendimento do meio digital e de seu potencial transformador. Isso seria o passo mais importante e efetivo na criação dessa cultura digital em toda a organização, em especial nos gestores que identificam necessidades e oportunidades específicas em suas áreas.

Em outras palavras, o planejamento de presença digital pode encaminhar, de forma lógica e organizada, todo o processo de transformação (que já está ocorrendo) da sua empresa de “tijolo e cimento” para uma “empresa digital”. Lógico, … digital, mas também inteligente, competitiva e responsável.

Mas a palavra de ordem é NEGÓCIO.

Sua empresa está na internet com o propósito e objetivo de fazer negócio!

É para isso o web site de sua empresa deve estar preparado e equipado para competir no mundo virtual, para encantar seu cliente ou consumidor esteja ele onde estiver. Preparado para oferecer serviços e informações úteis, necessários, de qualidade, de valor. Possuir diferencial competitivo.

Gerar negócio. É para isso que seu web site existe!

Se o web site de sua empresa, não gera negócio, se não gera pelo menos um e-mail de consulta por semana sobre seus produtos e serviços, acredite, ele não cumpre sua razão de ser.

Se você investiu tempo e dinheiro para colocar um web site na internet só para contar ao mundo a história de sua empresa e para onde sua empresa está indo, sentimos em informá-lo, sua audiência é mínima e provavelmente não irá gerar qualquer negócio.

É importante se preocupar com todos os detalhes de sua Unidade Virtual de Negócios. Da aparência, da organização do conteúdo, do oferecimento de serviços, dos processos de negócio à estratégia de seu web site.

Mas como planejar um web site? Como entender o que sua empresa realmente necessita e como avaliar o seu atual web site.

Para isso criamos os modelos:

MODELO DE ESTRATÉGIA EM 4 DIMENSÕES PARA NEGÓCIOS ONLINE

Cada uma destas 5 dimensões, aponta para um elemento-chave para fazer negócios na Internet:

  1. Comunicação com clientes atuais
  2. Prestação de serviço e apoio
  3. Comunicação com clientes em potencial
  4. Ampliação da comunicação empresarial tradicional

Avaliar estas áreas estratégicas revelará, especificamente, como sua presença na internet pode ter impacto em seus lucros. Elas fornecerão diretrizes para você desenvolver a estratégia de negócios on-line que melhor se adapte às necessidades de sua empresa.