Investimento, economia e comportamento: segredos dos bilionários


Fonte: InfoMoney

O número de bilionários brasileiros aumentou no último ano. De acordo com o ranking publicado pela revista Forbes na última quarta-feira (09), enquanto em 2010 o País tinha 18 bilionários, em 2011 já são 30. A soma das fortunas desses 30 bilionários chega a cerca de R$ 217 bilhões. Entre eles Eike Batista é o melhor posicionado. Já os estreantes na lista são o controlador do banco BTG Pactual, André Esteves, além de acionistas dos bancos Itaú Unibanco (três integrantes da família Villela e quatro da família Moreira Salles) e do Bradesco (as duas filhas do fundador Amador Aguiar) e o empresário Edson Godoy, dono da Amil, e sua ex-mulher, Dulce. 

Mas quais cuidados esses bilionários tomam com suas finanças e que você também pode adotar para ter uma vida senão bilionária mais tranquila e equilibrada financeiramente? De acordo com o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil, economizar e investir são as atitudes mais importantes para este objetivo.

“A base de tudo é a economia. Todo mundo que economiza tem mais hoje do que tinha ontem e terá amanhã mais do que tem hoje. De nada adianta ganhar R$ 1 milhão e gastar R$ 1,5 milhão. Isso fará apenas que você seja um endividado de proporções milionárias. A economia é a base da riqueza”, garante.

Investimentos

O planejador conta ainda que, outra semelhança entre esses bilionários é que todos eles são grandes investidores.

“Ninguém fica rico por acaso. A grande maioria que ganha na loteria, por exemplo, em três anos volta à mesma situação que tinha antes do prêmio. Então é preciso investir e saber investir. Tem quem ache que comprar um carro é investimento, mas não é. Tem quem ache que fazer quatro faculdades, dois mestrados e um doutorado é investimento, mas se isso não lhe trouxer retorno financeiro, também não é saudável. Um estudo norteamericano mostra que, nos EUA, 100% dos milionários possuem investimentos em ações”.

Não esbanjar

Calil conta ainda que, esse mesmo estudo, chamado O Milionário Mora ao Lado, mostra que, nos EUA, 99% dos milionários têm perfis de pessoas comuns.

“É o cara que tem um carro pior que o seu, uma casa igual a sua, os filhos estudam em escolas públicas e ele conseguiu acumular milhões. Quem enriquece não esbanja. No Brasil a pessoa que se torna milionária acha que precisa ter uma Ferrari. Mas com R$ 1 milhão ela não tem renda para sustentar esse carro, ela tem patrimônio para comprá-la, mas não para sustentá-la”, explica.

O especialista diz ainda que, desse estudo, pode-se tirar uma grande lição: “O essencial é a diferença entre poder ter e se abster de ter. Se você pode ter e se abstiver de ter, em breve você terá duas vezes, mas as pessoas confundem muito ter um milhão com aparentar ter um milhão”.

Mente e comportamento

A psicóloga econômica Paula Schurt diz ainda que, mais do que cuidar do seu dinheiro, para acumular riqueza é preciso ter atitude e pensamento corretos. “A questão financeira é muito mais uma questão comportamental do que matemática, senão ninguém teria problema, já que conta todo mundo sabe fazer. Uma pessoa que pensa que nunca terá dinheiro suficiente para comprar um carro, por exemplo, provavelmente nunca chegará lá”, afirma.

A especialista completa afirmando que, por causa disso, é preciso ter um pensamento e um comportamento diariamente voltados para a abundância e prosperidade. “É comum colocarmos teto nas coisas. Olhamos um carro importado na rua e pensamos: nunca poderei ter. Dessa forma, provavelmente, nunca poderá mesmo, porque você já se impôs um limite. Agora, se o pensamento for: hoje não posso ter esse carro, mas um dia poderei, muda todo o sentido e você passa a trabalhar para conseguir aquilo. Se você não acreditar em seus objetivos, se acomoda em uma zona de conforto e não batalha por eles”.

Paula lembra também que, muitos dos bilionários que integram a lista da Forbes não nasceram com essa condição financeira: “Alguns, inclusive, vieram de situações de miséria, mas isso não impediu que eles acreditassem em si próprios e alcançassem o posto que ocupam hoje. E falta muito disso nos brasileiros. Para se ter uma ideia, nunca chegou no meu consultório alguém que dissesse firmemente que acreditava em si”, finaliza.

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Mundo vai investir US$ 1,6 trilhão em mídia e entretenimento


Mídia e Entretenimento

A estimativa para o ano de 2013 é da PricewaterhouseCoopers. O crescimento dos segmentos digitais vai superar de longe o do restante do setor. No Brasil, a atividade vai movimentar US$ 32,9 bilhões.

O investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento médio de 2,7%. Enquanto isso, o avanço no conteúdo digital compensará o declínio nos tradicionais modelos de receita, afirmou a PricewaterhouseCoopers por meio do relatório “Global Entertainment and Media Outlook: 2009-2013”.

De acordo com o relatório, a migração para o entretenimento digital será acelerada na medida em que as empresas buscam mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram mais controle sobre o conteúdo.

No Brasil, o aumento médio anual deve ficar em 4,6%. A atividade vai movimentar US$ 32,9 bilhões. A América Latina, com destaque para o Brasil, está à frente deste processo. A previsão é de uma utilização da web e geração de receita com ela muito maiores. De acordo com o estudo, a América Latina é a região que apresentou maior crescimento da indústria de entretenimento em 2008. O incremento foi de 10,1%.

Os segmentos que puxam a expansão são publicidade online, gasto com acesso à rede e videogames. No caso do Brasil houve uma melhoria das estruturas de acesso à web, a exemplo do incremento da banda larga e um crescimento da penetração do serviço. O país tem hoje 41 milhões de internautas e é líder no ranking mundial de tempo médio de navegação.

O relatório também mostra quedas no consumo e no investimento publicitário até 2011, em certas áreas, com retorno de um crescimento em 2012 e 2013, e que as empresas de mídia estão lutando para atrair receita de audiências fragmentadas e móveis.

O crescimento dos segmentos digitais vai superar de longe o do restante do setor. Foram previstos declínios de receita ao longo do período para a publicidade em TV, livros didáticos e comerciais e o mercado de revistas, bem como para música gravada e jornais.

União Europeia investe em PMEs da América Latina


Al-Invest UE logo

Presidente da Apex lança desafio ao AL-Invest: além de fortalecer parceria econômica entre empresas latinas e UE, programa deve estimular cooperação em inovação e tecnologia

Sete mil e 500 pequenas e médias empresas do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Venezuela participarão, no período 2009/2012, do Programa AL-Invest, iniciativa de cooperação econômica da União Europeia (UE) para a inserção internacional dessas empresas.

A quarta etapa do Programa foi lançada nesta quarta-feira (17/06), em São Paulo, pela Comissão Europeia, órgão executivo da UE. Em 15 anos de existência do AL-Invest, a União Europeia investiu 145 milhões de euros.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lidera um dos três consórcios regionais – conceito criado nessa nova fase – que coordenarão a execução do Programa na América Latina. O consórcio Internacionalização e Competitividade das PMEs do Mercosul, do Chile e da Venezuela, receberá subvenção de 15 milhões de euros da UE – com uma contrapartida de 3,7 milhões de euros – para executar projetos de participação em eventos internacionais, encontros de negócios, troca de experiências com instituições europeias em processos de internacionalização e capacitação gerencial e empresarial.

“A escolha da CNI representa o reconhecimento, de um lado, das instituições congêneres de Chile, Venezuela e demais países que integram o Mercosul em relação ao papel de liderança que a indústria brasileira exerce na região, e, de outro, da própria UE, que aprovou a iniciativa”, afirmou o diretor-executivo da Confederação, José Agusto Fernandes.

Fernandes destacou que o AL-Invest “certamente é um ativo importante para que pequenas e médias empresas enfrentem a crise e mantenham sua exposição no comércio internacional”. Segundo ele, o Programa “não é algo teórico, mas prático, que aproxima partes interessadas e incentiva a realização de negócios”.

Fernandes citou dois exemplos de projetos AL-Invest executados neste mês, que foram muito bem-sucedidos: na área de alimentos, o Encontro Setorial AL-Invest Fispal Food Service, em São Paulo, e, no setor de moda, o Projeto Comprador Fashion Business, no Rio de Janeiro. “Trouxemos compradores europeus para ambos e vários negócios foram fechados ou encaminhados”, afirmou o diretor-executivo da CNI, acrescentando que está sendo contabilizado o volume de recursos financeiros envolvido.

APEX anuncia adesão ao programa AL-Invest

O Governo brasileiro está fortemente empenhado em apoiar os negócios das empresas brasileiras no mercado europeu, não só em relação à venda de produtos, mas principalmente na procura por parceiros estratégicos, afirmou Alessandro Teixeira, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), ao anunciar a adesão do órgão ao Programa AL-Invest.

Teixeira informou que das cerca de 350 feiras que a Apex promove ao redor do mundo, ao menos 200 são realizadas em países que integram a UE. “Uma das preocupações do Governo é evitar que as ações internacionais se restrinjam a uma mera venda de mercadoria, que é apenas a primeira etapa de um longo processo”, declarou Teixeira.

Ele lembrou também que as pequenas e médias empresas são responsáveis por apenas 3% das exportações na América Latina. É um índice muito baixo, que contrasta com outros números da economia regional: as PMEs equivalem a 98% dos estabelecimentos produtivos; empregam mais de 75% da população latino-americana; respondem por um faturamento acima de 35% de todas as empresas e representam 40% do PIB da região.

Esse quadro, na opinião do presidente da Apex, impõe desafios à parceria de europeus e latino-americanos. “É preciso enfatizar a integração bilateral, não só em termos de comércio, como na qualificação do perfil dos investimentos. Isso significa que, mais do que fortalecer a parceria econômica, é fundamental a cooperação nas áreas de inovação e de tecnologia.O AL-Invest é um poderoso aliado das empresas nessa estratégia”.

AL-Invest

O programa AL-Invest começou com uma fase-piloto em 1994 e financiava basicamente rodadas de negócios. Nas fases seguintes, as áreas de atividades se estenderam a ações de apoio institucional aos operadores da rede até a formação e serviços de assistência técnica às pequenas e médias empresas. Desde o seu início, mais de 87 mil empresas de cerca de 25 setores comerciais participaram das atividades de AL-Invest. A União Européia injetou 144 milhões de euros em projetos, o que se traduziu em mais de 500 milhões de euros em negócios e investimentos intrarregionais.

Fonte: Agência CNI

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IBM investirá US$ 100 milhões em pesquisa de tecnologias móveis


mobile

Nos próximos 5 anos, laboratório da IBM na Índia vai focar em tecnologias que facilitem acesso à internet e serviços no celular

A IBM vai investir 100 milhões de dólares em pesquisa na área de comunicação móvel nos próximos cinco anos.

A companhia pretende criar em seus laboratórios tecnologias que façam as pessoas não terem mais o PC como equipamento primordial para acessar a internet, ou seja, facilitando o uso de serviços em seus celulares, como gestão de funcionários de uma empresa, transações financeiras, entretenimento, compras, entre outras atividades.

Boa parte da pesquisa provavelmente vai focar em tecnologias para mercados emergentes e em seus celulares, disse uma porta-voz da IBM Research, nesta quarta-feira (17/6).

Um dos projetos em desenvolvimento no IBM Research Lab em Haifa, na Índia, é feito junto à operadora Taiwan Mobile, que prevê analisar informações de consumidores e alcançar negócios inteligentes baseados nas preferências dos usuários, contexto e histórico de serviços.

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Setor tem projetos de R$ 500 bilhões


Confiança dos empresários começa a ser renovada com a volta do crédito.

construção civil
A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e num ambicioso plano de investimento das estatais Petrobras e Eletrobrás, o setor já faz planos para iniciar um novo ciclo de crescimento, interrompido pela crise mundial no segundo semestre do ano passado. O otimismo tem base nos números bilionários dos projetos, que chegam perto de R$ 500 bilhões.

A confiança dos empresários começa a ser renovada com a volta do crédito, embora com taxas ainda salgadas. Entre o quarto trimestre de 2008 e o primeiro de 2009, as empresas foram sufocadas pela falta de dinheiro para poder levantar lançamentos do passado. Outro ponto foi o cancelamento de projetos de expansão da indústria. Tudo isso contribuiu para uma queda de 9 8% da construção civil no primeiro trimestre.

Com a volta das ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, em inglês) e do crédito no mercado internacional, o setor acredita em dias melhores a partir de agora. A aposta é que o programa habitacional e as obras de infraestrutura priorizadas pelo governo para amenizar os efeitos da crise tenham reflexos positivos a partir deste ano, já que 2010 é ano eleitoral.

Área de risco será foco dos investimentos em TI no setor financeiro


Investimentos TI

Prioridade em 2009, seguido por consolidação de data centers e segurança em serviços online

Os investimentos em tecnologia da informação de empresas do setor financeiro, como bancos e corretoras de valores, devem ter um aumento moderado ao longo de 2009, segundo o estudo “Emerging From a Crisis, a Sybase Study on Capital Markets”, realizado pela IDC Financial Insights, a pedido da fornecedora de soluções de mobilidade Sybase.

A área de risco deve receber a maior parte dos recursos, especialmente o setor de conformidade. Em infraestrutura, tem destaque a consolidação de data centers, enquanto o tema segurança aparece como prioridade entre os investimentos em Web. No que diz respeito à área de atendimento ao cliente, tecnologias de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) estão no foco dos gestores de tecnologia da informação.

A análise indica também que investimento em tecnologia é um dos fatores apontados por empresas do setor financeiro como fundamental para o sucesso da corporação no longo prazo. Outros pontos considerados fundamentais para o sucesso das empresas são inovação, capacidade de capitalização e atendimento ao cliente.

Em relação à inovação, o estudo alerta que esse aspecto é o mais “ilusório”, uma vez que muitas vezes ela sofre cortes drásticos durante períodos de baixa na economia, mas as empresas devem manter verbas para inovação. A pesquisa ensina que “o segredo em épocas difíceis é não descartar todos os projetos de inovação, mas sim explorar ideias econômicas que possam ser levadas adiante rapidamente e gerar grandes dividendos”.

Justamente por ser considerado um fator diferencial no que tange ao sucesso da empresa, o atendimento ao cliente é uma das áreas que mais merece a atenção dos executivos de tecnologia da informação em relação a investimentos.

No ranking de importância para o sucesso futuro da empresa, “atendimento a clientes” recebeu 35% das respostas; seguido por “capacidade de capitalizar-se”, com 24%; “acesso a mercados globais” e “inovação”, ambos com 13%; “investimento em TI”, com 8% e “expansão para novos produtos e serviços”, com 6% das respostas.

O estudo foi realizado no primeiro trimestre de 2009, com 200 empresas usuárias e fornecedoras de tecnologia da informação para o setor financeiro.

Cresce investimento em TI


InvestirTI

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostra que infomatização aumentou, em média, 16% no país.

As empresas brasileiras não só estão mais informatizadas, como estão gastando mais com tecnologia. Um estudo divulgado na última semana pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, parte integrante da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), mostra que o grau de informatização dos setores de comércio, indústria e serviços cresceu significativamente entre os anos de 2007 e 2008.

O mesmo estudo revela que as empresas também aumentaram seus investimentos em TI, na mesma medida em que os preços diminuíram. Um estudo paralelo constatou que boa parte das empresas usam comércio eletrônico, considerado de alto nível no País pela FGV.

Segundo o estudo, o uso de tecnologia, especialmente informatização e conectividade, aumentou em média 16% no País. O gasto das empresas com tecnologia também subiu. Antes, as companhias dedicavam cerca de 5% de suas receitas em TI e agora o valor subiu para 6% em média.

O número acompanhou o aumento da informatização geral do País, que chegou a 60 milhões de computadores no ano passado, com previsão de 100 milhões em 2012. Já o número de funcionários usuários de computadores nas empresas cresceu 13%, o que é considerado um dado positivo pela FGV.

A análise da fundação é que o crescimento desigual do número de computadores e de usuários contribui para a paridade de usuários por micro, que passou de três para 1,1 em 2008. Outra relação que diminuiu foi a de funcionário por teclado na empresa. Antes eram 20 profissionais com acesso a um PC em cada companhia e, hoje, o número caiu para 1,7 empregado por micro.

O uso da internet também aumentou. O estudo mostra que 99% das empresas têm site na internet e 56% dos seus funcionários estão conectados no trabalho. Já a média de velocidade dos links é de 2 Mbps e cerca de 98% dos computadores das empresas estão em rede.

Até mesmo pelo histórico de utilização de tecnologia, o segmento que mais se destacou foi o de bancos, parte do setor de serviços. O gasto geral das instituições financeiras cresceu mais de 11% em 2008, bem acima da média. Curiosamente, o segmento de comércio apresentou crescimento menor que a média, com 2,5% de aumento. Na indústria, o destaque foi para o segmento de química petroquímica, com crescimento igual à média.

Numa pesquisa paralela, a FGV detectou que a inserção do comércio eletrônico no Brasil já pode ser considerada avançada. Até pela natureza do negócio, o segmento comércio lidera o ranking, com 55% das empresas, tendo setores específicos dedicados ao comércio eletrônico. Das empresas voltadas a serviços, 40% praticam vendas online. Cerca de 30% do segmento indústria fazem negócios pela internet.