Ferramenta online contribui para organização de negócio


 

A partir deste mês, as microempresas do DF contam com uma importante ferramenta para organizar os negócios. O software Acompanha-ME foi desenvolvido pelo Sebrae no Distrito Federal em parceria com empresas de tecnologia locais e permite que o empreendedor efetue um controle básico de gestão. Com o programa, o empresário passa a conhecer o resultado financeiro da empresa, avaliar ganhos e ter suporte para tomar decisões importantes.

O Acompanha-ME é um instrumento desenvolvido para auxiliar o empresário a entender as diversas etapas de gestão financeira do negócio. A ferramenta apoia o planejamento da empresa, por meio de informações financeiras como faturamento e despesas. O software permite que se faça o acompanhamento de receitas e despesas pagas e previstas, além de relatórios de consultas de informações.

O gestor da iniciativa Ricardo Robson conta que o Acompanha-ME foi desenvolvido para apoiar os empresários na gestão de receita, despesas e fluxo de caixa. “O programa é extremamente simplificado e pode ser baixado gratuitamente na página da instituição. Muitos empresários ainda não têm o hábito de gerir as informações e não utilizam planilhas, cadernetas ou mesmo controles manuais”, disse. Para ter acesso, o empreendedor precisa preencher uma ficha cadastral no site da instituição.

O gestor conta que o sistema possibilita o controle mês a mês das contas de água, energia, condomínio, pagamento de fornecedores e das taxas de juros bancários. “As informações ficam armazenadas de maneira mais estruturada e ágil”. Ricardo completa que o arquivo é executável em qualquer computador.

 

Fonte: Revista PEGN

Seis negócios para você montar em casa


 

Muita gente que decide montar o próprio negócio prefere fazê-lo em casa, ao menos no começo, para diminuir os riscos da empreitada. Entre outras vantagens, trabalhar por conta própria em casa permite um certo conforto e economia de tempo e de dinheiro. Mas atenção: você precisará ter muita disciplina para que isso não comprometa a sua produtividade. É fundamental delimitar o espaço físico entre a casa e o trabalho e tomar cuidado para que não haja interferência da família no dia-a-dia do negócio. Procure respeitar os horários. Nada de parar no meio do expediente para um cochilo ou para asssitir à TV. Você também não deve estar 24 horas por dia à disposição dos clientes. Lembre-se de que suas horas de descanso e de dedicação à família também devem ser sagradas tanto quanto possível.

Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa era algo restrito a atividades como costura, produção de comida congelada e artesanato. Com o tempo, a lista foi crescendo e hoje inclui também atividades descoladas, como promoção de eventos, aluguel de som e luz para festas, agência de turismo, escritório de design para sites, criação de jogos para celulares e produção de incensos, velas e aromas. Se você se interessou por alguma dessas atividades, confira a seguir algumas dicas de empresários que atuam nesses ramos para você se dar bem.

Perfumes terapêuticos
A aromaterapia pode ser uma oportunidade para novos negócios dentro do setor de bem-estar. O mercado ligado ao bem-estar segue em alta no país. Um número cada vez maior de pessoas busca alternativas para equilibrar o corpo e a mente e para reduzir o estresse do dia-a-dia. Muitas atividades exigem investimentos relativamente altos, como a montagem de um spa urbano ou de uma clínica de terapias orientais. Mas se você tem afinidades com o ramo e não dispõe de muito capital, pode iniciar um negócio de produção de incensos, velas, sabonetes, sachês e outros aromatizantes, em sua própria casa, sem fazer grandes investimentos.

SAIBA MAIS

O empresário João Pedro Hessel Filho, de São Paulo, que atua no ramo, diz que o ideal é você começar fazendo um ou outro item apenas e ir aumentando a gama de produtos à medida que for se firmando no mercado. Além de vender os produtos diretamente para o consumidor final e para as lojas, você pode formar parcerias com outras empresas do ramo, como as clínicas de terapias orientais.

Há espaço também para quem quer oferecer serviços de aromatização de ambientes para empresas, como faz a aromaterapeuta e psicóloga Sâmia Maluf, da By Sâmia, de São Paulo. O trabalho consiste em estudar e mapear os problemas existentes no ambiente antes de definir que tipo de aroma será utilizado. Um consultório dentário, por exemplo, pode optar por óleos cujos aromas tranquilizem os pacientes. Para uma loja de doces, um cheirinho que estimule o apetite nos clientes pode ser uma boa ideia. Há também substâncias que instigam o aumento da produtividade. Mas é preciso se precaver com possíveis casos de pessoas alérgicas.

É importante também tomar alguns cuidados com a segurança. Como a parafina e a glicerina, duas matérias-primas muito utilizadas na área, são inflamáveis, procure instalar o negócio num cômodo livre, bem ventilado e que não seja frequentado por crianças, nem por animais de estimação. Mesmo assim, convém manter um extintor de incêndio sempre por perto. É fundamental também conhecer bem as diferentes substâncias utilizadas na produção e seus efeitos. Algumas podem causar alergia em pessoas que têm problemas respiratórios.

 

Fonte: Revista PEGN

Cinco opções de negócios para abrir em casa


 

Tradução técnica

Com o grande número de multinacionais que o Brasil sedia, é considerável também o volume de material a ser traduzido pelas suas filiais. Assim, a tradução técnica, como é chamada quando especializada em algum segmento, ganha volume e requer colaboradores qualificados.

Formada em letras, depois de trabalhar por algum tempo em um escritório de tradução em São Paulo, a tradutora Chrystal Caratta percebeu que poderia tranquilamente transferir todo o serviço para o esquema home office. “Como todo o fluxo do trabalho funcionava on-line, eu precisava cada vez menos ir ao escritório”, conta. Chrystal presta serviço para agências de tradução, que normalmente fazem o primeiro contato com o cliente e usam o serviço de profissionais autônomos para absorver o grande fluxo de trabalho.

Para atuar na área da tradução, ao contrário do que costuma se pensar, não basta conhecer bem outro idioma: é necessário também ter domínio sobre do português. Chrystal reforça a importância de uma cultura geral bem ampla para ser um bom tradutor. “É preciso se informar diariamente sobre os mais diversos assuntos, porque nunca se sabe o tipo de material que vai cair na sua mão para ser traduzido. Quanto maior familiaridade com o jargão de várias áreas o profissional tiver, melhor vai ser o resultado do seu trabalho”, diz.

Além disso, são necessários bons dicionários bilíngues, monolíngues e de língua portuguesa. É imprescindível ainda o domínio de programas de tradução, que agilizam e profissionalizam a atividade. As agências costumam oferecer descontos nas licenças desses programas para seus tradutores colaboradores. Chrystal conta ainda que as agências esperam autonomia e independência do tradutor: após o envio do material, o profissional deve desenvolver o projeto por si, sem ficar ligando para tirar dúvidas ou pedir opinião.

Negócio Tradução de material técnico
Investimento inicial R$ 3.000 (licença do programa de tradução, dicionários e montagem de um mini-escritório)
Faturamento médio mensal R$ 5.000
Média mensal de vendas 90.000 palavras
Preço médio de venda R$ 0,10 a palavra

A participação da mulher no mercado de trabalho como fato consolidado e, com isso, um incremento na sua renda, faz com que os negócios voltados para o público feminino configurem um nicho bastante promissor. Entre eles, a confecção de bijuterias. Com uma diversidade de apetrechos, materiais e preços, a atividade conquista empreendedores que veem no negócio uma chance de obter uma boa renda trabalhando de casa.

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Confecção de bijuterias

A artista plástica Camila Rahal, embora seja daquelas que nunca pensou em trabalhar em empresa, começou no ramo por acaso. Quando ficou grávida e se viu obrigada a trancar provisoriamente a faculdade, para não enlouquecer com tanto tempo livre em casa fazia bijuterias para si mesma, sem a pretensão de vendê-las. Mas bastou as amigas verem as peças para que os pedidos começassem, logo gerando uma rede de clientes. Frente às crescentes encomendas, a artista viu ali uma oportunidade de negócios realista com a sua futura condição de mãe e passou a investir na ideia. “Fazia peças, tirava fotos e enviava para as conhecidas por e-mail. Hoje com as redes sociais, ficou ainda mais fácil atualizar as clientes das minhas criações”, diz. A internet se mostra uma grande aliada nesse segmento já que, além da propaganda on-line gratuita (por blogs, fotologs e redes sociais), é possível se cadastrar em sites de vendas especializados em artesanato, como o Elo7.

Há seis anos no ramo, Camila ressalta a importância da participação em feiras. “Dá visibilidade e aumenta a clientela, que às vezes não pode comprar naquela hora, mas entra em contato depois”, comenta. Para esses eventos, ela ressalta que possuir uma máquina de cartão de crédito e débito é imprescindível. Outra frente de negócio, além das feiras e da internet, são as lojas que compram as peças dos artesãos e as revendem.

A artista lembra ainda de órgãos do governo que têm como objetivo auxiliar os artesãos, a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (SUTACO), que oferece vantagens em impostos e crédito na compra de material.

Negócio Confecção de bijuterias
Investimento inicial R$ 800 (ferramentas, peças para a montagem das bijuterias, cola, expositores, espelho e montagem de uma mini-oficina)
Faturamento médio mensal R$ 800
Média mensal de vendas 15 peças
Preço médio de venda R$ 65

 Shutterstock

Consultoria de imagem

Em tempos de “imagem é tudo”, a roupa que se veste e a maneira como se porta passam a contar de maneira decisiva em todas as esferas da vida. Com esse novo espírito em vigor, uma profissão antes operada de maneira informal – pela opinião dos amigos – ganha espaço e legitimação no mercado: a consultora de imagem.

Mara Push, que é psicóloga de formação, conta que decidiu se dedicar à consultoria de imagem depois do nascimento dos filhos. “De alguma maneira, não se deixa de ser psicóloga como consultora de imagem, já que é necessário ouvir as pessoas, gostar de se relacionar e entender o que elas querem quando contratam esse serviço”, diz.

Ao contrário do que se costuma pensar, não basta só entender de moda para trabalhar como consultora de imagem: é feito um trabalho minucioso e personalizado, com base nas medidas, nos gostos, história e estilo de vida de cada pessoa. Depois de uma longa entrevista e um questionário sobre as preferências do cliente, as consultoras montam o que chamam de painel de referência, que contém desde cores e tonalidades que combinam com a pessoa até indicações de livros, pintura e arquitetura. Só então, depois de todas essas etapas, o armário do cliente é analisado e recomenda-se a doação de algumas peças, ajustes de outras e compras de roupas novas. Monta-se então alguns looks, como são chamados os visuais com combinações de peças, e tiradas fotos. Se o cliente optar, pode ainda ser feito um dossiê, com imagens de todo esse processo.

Silvia Beraldo, que abriu uma empresa do ramo com a sócia Alice Ciampolini há três anos, trabalhou no esquema home office desde o começo. Apenas agora, com uma cartela de clientes mais considerável, abriu um escritório. Ainda assim, as duas trabalham muito de casa. “O escritório tem uma função de profissionalizar mais as reuniões, mas passamos mais tempo trabalhando em casa, na residência dos clientes ou em lojas”, conta Silvia.

Tanto Silvia como Mara ressaltam que, nesse ramo, o negócio cresce mesmo é com a indicação. Mas Mara, quando começou, não teve dúvidas: mandou um e-mail para a toda rede de contatos avisando que passaria a se dedicar à consultoria de imagem.

Para quem quer começar nesse ramo, Silvia recomenda fazer um bom curso especializado. Como o público que requisita esses serviços possui, geralmente, uma renda mais elevada, cursos no exterior também são valorizados. “Quanto mais referência, melhor”, aconselha a consultora. Outra dica é ser membro da Associação Internacional de Consultoria de Imagem (AICI), que demonstra um diferencial de profissionalização na área, além de oferecer palestras e proporcionar encontros periódicos com outros profissionais da área.

Mara atua ainda em outra frente de negócios: a parceria com lojas e empresas. “Há empresas que contratam o consultor para readequar o uniforme de seus funcionários e também para vesti-los para um evento especial, como uma premiação”, conta Mara. Para as lojas de roupa ela oferece o serviço de palestras e consultoria, tanto para funcionários como para clientes.

Negócio Consultoria de imagem
Investimento inicial De R$ 2.500 a R$ 10.000 (curso especializado em consultoria de imagem)
Faturamento médio mensal R$ 1.800
Média mensal de vendas 1 trabalho
Preço médio de venda R$ 2.000

 

Fonte: Revista PEGN

Como fazer seu negócio crescer com a internet


Mais de 80 milhões de brasileiros têm acesso à internet. Você certamente possui ao menos uma conta de e-mail, perfil em rede social e álbum de fotos online ou paga suas contas pela internet. Além de utilizá-la para compartilhar informações, muitos também contam com a internet como plataforma para fazer negócios – e as pequenas e médias empresas não são exceção. Talvez sejam, inclusive, as mais beneficiadas.

Para empreendedores, empresários e profissionais independentes, dar os primeiros passos na internet e potencializar as oportunidades de negócio é mais fácil do que se imagina. O mais importante é ter um plano de ação e começar o quanto antes. Estas são sete dicas para fazer seu negócio crescer com a internet:

1. Antes de começar: pense no público que gostaria de atingir. É um negócio de bairro? Os consumidores estão no Brasil ou também em outros países? Como quer se comunicar? A comunicação deve ser coerente e lógica, desde cartões de visita, a maneira como dirige-se aos clientes, o aspecto das lojas e, certamente, a linguagem visual e conteúdo do site.

2. Estabeleça sua presença na internet: crie uma página na internet. Ao montá-la, apresente as informações de maneira atraente, clara e organizada. Utilize imagens, vídeos, mapas e descrições de produtos; destaque ofertas especiais e promoções para que a experiência dos usuários no seu site seja positiva. Isso ampliará as possibilidades de transformar visitas em vendas. Existem programas que oferecem hospedagem e registro de páginas na web gratuitamente.

3. Coloque-se no mapa: ninguém gosta de se perder, muito menos seus clientes. Integre seus pontos de venda a plataforma de mapas como o Google Maps para que os usuários tenham acesso à página de sua empresa com informações úteis como endereço, horário de atendimento, fotos e promoções. Veja aqui mais dicas para aproveitar buscas locais no seu negócio.

4. Atraia mais clientes: você sabia que 7 em cada 10 usuários consultam a internet regularmente para avaliar suas opções de compra? Abrace a publicidade online para aproveitar essas pesquisas relacionadas ao seu produto ou serviço. Você pode criar uma campanha de Google AdWords e aparecer nos resultados de busca, pagando apenas quando os usuários clicam em um anúncio e visitam sua página. Quando pensar em sua campanha, considere que os seus clientes podem acessar a internet no celular. Por exemplo, se você tem uma loja de doces na Bela Vista, em São Paulo, é provável que muitos vizinhos e moradores procurem por “bolo de festa” enquanto estão na rua ou se deslocando. Basta ativar a opção para que seus anúncios passem a ser exibidos também em aparelhos de celular.

5. Tire proveito das redes sociais: são ferramentas eficientes para atingir um público-alvo segmentado e muito ativo. No Brasil, 90% dos usuários de internet usam redes sociais. Aproveite que o diálogo da internet gira em torno das redes sociais e crie o perfil da sua empresa em plataformas como o Google+, Facebook e Twitter.

6. Aposte no vídeo: dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, e atualmente, ter sua própria estratégia de vídeo online é simples de fazer e tem baixo custo. No YouTube você pode criar seu próprio canal de vídeo para divulgar seu negócio e integrar a sua campanha de publicidade online para aparecer quando os usuários estiverem assistindo aos seus vídeos favoritos.

7. Meça os resultados: é a melhor maneira de testar a sua estratégia para a internet e entender se está no caminho certo ou precisa fazer ajustes. Use ferramentas de medição para saber como os usuários acessam e interagem com seu site. O Google Analytics permite monitorar esses comportamentos e, em seguida, fazer alterações no site para melhorar o desempenho aumentando o número de visitas, contatos e vendas. Na Comunidade do AdWords, os colaboradores trocam experiência e melhores práticas sobre como medir resultados.

Aqui estão algumas dicas para fazer suas primeiras experiências na internet serem bem-sucedidas, porque o mais importante é manter o foco e seguir seus objetivos passo a passo. E esse é apenas o começo. A cada dia que passa, milhares de novos usuários vão para a web, e cada um deles é uma oportunidade para se transformar em um cliente. Imagem

Fonte: Revista PEGN

Encontro Sebrae de Negócios, em Recife


Estão lembrados do Encontro Sebrae de Negócios, hoje, no Mar Hotel, em Boa Viagem?

O Encontro Sebrae 2014 de Negócios faz parte do Programa Sebrae 2014, que apoia micro e pequenas empresas e empreendedores individuais a se tornarem mais competitivos a partir das oportunidades oferecidas pelos megaeventos esportivos que irão acontecer no País, a exemplo da Copa do Mundo de 2014.

O evento começou às 8h da manhã desta quarta-feira, dia 12 de setembro.

Curso de capacitação para autônomos em PE


É autônomo em Pernambuco?

Curso de capacitação para profissionais autônomos previsto para ter início em setembro abre inscrições hoje, dia 28 de agosto.
“As oportunidades de capacitação são para empreendedores individuais ou autônomos, que passam a ter agora também uma nova agência do trabalho direcionada ao setor. A nova agência fica localizada na Rua da União, na Boa Vista, centro do Recife. “A agência de trabalho é muito conhecida na intermediação do trabalho assalariado, com vínculo empregatício, mas o trabalho individual está ganhando cada vez mais importância na vida das pessoas e das empresas. Hoje, em Pernambuco, temos mais de 90 mil empreendedores individuais formalizados, além de uma grande quantidade de autônomos que podem se formalizar”, contou Antônio Carlos Maranhão, secretário de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo.”
Inscreva-se para uma das 2 mil vagas aqui http://migre.me/atq4s

 

Fonte: G1 http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/08/em-pe-projeto-oferece-2-mil-vagas-de-capacitacao-para-autonomos.html

Jaboatão cria fórum para micro e pequena empresa


proprio+negocioObjetivo é desenvolver e acompanhar políticas voltadas à implementação da Lei Geral

Jaboatão é a primeira cidade do estado de Pernambuco a criar um Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa. Este fórum também é o primeiro, em todo o Brasil, a ser institucionalizado legalmente, através de um decreto (nº 56/2009).

O objetivo do grupo é desenvolver e acompanhar políticas públicas direcionadas à implementação da Lei Geral de Micro e Pequena Empresa em Jaboatão.

A cerimônia de instalação do fórum foi realizada ontem, com a participação de entidades do setor e autoridades dos governos estadual e municipal.

Embora a Lei Geral esteja em vigor desde dezembro de 2006, muitos dispositivos não foram postos em práticas por falta de vontade política dos estados e dos municípios.

Isso porque alguns direitos assegurados pela lei dependem da implementação estadual e municipal, como é o caso do alvará provisório, uma das medidas para reduzir o tempo de abertura das empresas. Um fórum estadual para acompanhar o assunto em Pernambuco foi criado em novembro do ano passado.

Segundo o presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva, o fórum de Jaboatão é uma das primeiras iniciativas municipais nesse sentido.

“Não existe nenhum fórum do tipo em outros municípios do estado. Em outras cidades do país, o fórum foi criado de maneira muito informal. O decreto torna o fórum, de fato, permanente”, defende.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, parabenizou o prefeito Elias Gomes pela iniciativa.

“É uma postura que mostra que a gente não pode ficar na estação esperando o trem passar”, diz.

“O fórum terá um papel estratégico para ajudar no desenvolvimento desse setor tão importante, que representa 70% da economia do município”, afirma Jackson Rocha, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo e coordenador do fórum. Outras oito secretarias da prefeitura estarão integradas na discussão.

Além de órgãos municipais, entidades que representam o segmento de micro e pequena empresa participarão do fórum, como Federação das Associações de Microempresa e Empresas de Pequeno Porte (Femicro-PE), Associação das Micro e Pequenas Empresas de Jaboatão dos Guararapes (Amicro), Associação das Empresas de Pernambuco (Assimpra), Conselho Regional de Contabilidade (CRC), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio), Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Pernambuco (Sebrae) e Câmara Americana de Comércio (AMCHAM).

MPE Brasil reconhece e aprimora excelência em gestão


BANNER PORTAL MPE

Inscrições foram prorrogadas até 14 de setembro

Porto Alegre – Ser flexível e ter equilíbrio na gestão corporativa. As resoluções inovadoras dessa complexa equação e, ao mesmo tempo, medida básica para a competitividade são celebradas no Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas – MPE Brasil, que é realizado em 24 estados. No Rio Grande do Sul, 5.654 pequenos negócios inscreveram-se até 31 de julho, na distinção que reconhece as iniciativas pertinentes para o avanço da competitividade de mercado e que possam servir de exemplo a outros empresários.

Os gaúchos representam até o momento 50% das inscrições em todo o País. O prazo para a participação no concurso foi prorrogado até 14 de setembro. Pode ser efetuado no site www.premiompe.sebrae.com.br ou nas unidades de atendimento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS).

O superintendente do Sebrae/RS, Marcelo Lopes, destaca que a participação no Prêmio MPE Brasil só traz benefícios às micro e pequenas empresas. “Aprimora e desenvolve a visão sistêmica do negócio, a comunicação gerencial e o comprometimento geral”, afirma. É que entre as etapas de avaliação do reconhecimento, o empreendedor preenche um questionário de autoavaliação. As informações são analisadas e um relatório que é devolvido contendo as pontuações por critério.

O Prêmio MPE Brasil, no Rio Grande do Sul, resulta de uma parceria entre o Sebrae/RS, Grupo RBS, Gerdau, Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), com patrocínio nacional da Petrobras e da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todas as empresas inscritas concorrerão à premiação estadual. As classificadas disputam a etapa nacional, que será realizada em 2010. Serão premiadas empresas das categorias Indústria, Comércio, Serviços de Turismo (bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens, transportes turísticos), Serviços de Saúde, Serviços de Educação, Serviços de Tecnologia da Informação (desenvolvimento, implantação e gerenciamento de softwares), Serviços (geral) e Agronegócio. Na Categoria Destaque, Boas Práticas de Responsabilidade Social.

Critérios
Podem participar do MPE Brasil empresas constituídas até 31 de dezembro de 2007, com domicílio no Rio Grande do Sul e faturamento anual de até R$ 2,4 milhões. O regulamento apresenta as seguintes diferenças: empresas que venceram em 2008 não podem concorrer em 2009 e 2010 e, se vencerem duas vezes, não podem mais participar. Nesse caso, devem buscar o PGQP, deixando a oportunidade para novas empresas apresentarem suas práticas bem sucedidas de gestão.

Serviço:
Assessoria de Comunicação do Sebrae/RS: (51) 3216.5165, (51) 3216.5182 ou (51) 9955.8192
Central de Atendimento ao Cliente do Sebrae/RS: 0800 570 0800

Sebrae Nacional: 0800 570 0800

Prêmio de Competitividade para Micro e Pequena Empresa


MPE2-competitividade

O Sebrae em Pernambuco inscreve, até 17 de agosto, para  o Prêmio de Competitividade para Micro e Pequena Empresa, MPE Brasil, uma das mais importantes premiações no mundo dos negócios, que, em 2009,  comemora 10 anos de estrada. Conferido desde o ano de 2000, o evento visa promover o aumento da qualidade e da competitividade, destacando a boa gestão de micro e pequenas empresas.

Desde quando foi criado no ano de 2000 até 2008, já foram atendidas quase 10 mil empresas e reconhecidas mais de 100. A previsão é de que 1.800 empreendimentos sejam atendidos esse ano em Pernambuco e de 75 mil em todo o Brasil. O evento é direcionado às empresas que possuam renda bruta anual de até R$2.400 milhões, domicílio fiscal no Estado, comprovem regularidade fiscal e estatutária e que tenha completado, pelo menos, até um ano fiscal.

Há premiações para as categorias Indústria, Comércio, Serviços de Turismo (bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens, transportes turísticos); Serviços de Educação e Tecnologia da Informação (desenvolvimento, implantação e gerenciamento de softwares) e Agronegócio. De olho nas ações ecologicamente corretas, haverá, ainda, um ganhador na classe de Destaque Boas Práticas de Responsabilidade Socioambiental.

Cenários das MPE – Apesar da crise financeira que vem inquietando a economia mundial, as micro e pequenas empresas em Pernambuco reagiram mais moderadamente aos efeitos de curto prazo da crise em praticamente todos os seus aspectos pesquisados, se compararmos com a média brasileira. Ou seja, em todo o território nacional os efeitos no curto prazo foram sentidos pelas MPE, porém, em Pernambuco esses efeitos foram menos intensos. Para 70% dos empresários entrevistados, as expectativas para o ano de 2009 são boas (58%) ou muito boas (12%), segundo sondagem realizada pelo Sebrae.

Campeãs
– E um exemplo de boa gestão mesmo em um período em que se atravessa uma crise, é a fazenda Frutti Hall, de Petrolina, campeã nacional na categoria agronegócios da edição 2008, que se conceitua cada dia mais no mercado de agronegócios. A empresa surgiu a partir de uma viagem de seus idealizadores para conhecer a região do São Francisco a fim de colher dados para a monografia do curso de administração do filho da proprietária, Iolanda Naressi, em junho de 2003, em Curitiba. Nesse ínterim, fez visitas a algumas fazendas no segmento e, com bases nas informações observadas, resolveram investir na região. A empresa também foi vencedora na versão pernambucana do prêmio de Competitividade para micro e Pequenas Empresas, no ano passado.

A Escola Professor Paulo Freire, de Salgueiro, também foi destaque nacional, ganhando na categoria serviços de educação, que trabalha desde 1989 as modalidades de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio com preparação para o vestibular. Destaca-se pela atualização constante das relações que estabelece com os conteúdos curriculares, sistema de avaliação, recursos de apoio pedagógico e formação continuada de seus profissionais. Ao longo desses anos, a escola participou de diversos projetos de conhecimento, sendo contemplada com o Prêmio Destaque na 8ª Ciência Jovem de PE, realizada pelo Espaço Ciência, em 2002. Entre outros prêmios, destacam-se o Top Ouro, em 2007, Prêmio Ibero-americano de Excelência Educativa, conferido em Congressos realizados Panamá (Cidade do Panamá), em 2007, e no Equador (Guayaquil), em 2008.

O MPE Brasil é uma realização do Sebrae e do Grupo Gerdau com o apoio da Federação da Indústria do Estado de Pernambuco – FIEPE, Federação do Comércio do Estado de Pernambuco – Fecomércio/PE, Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco – FAEPE, Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas – FCDL, Federação das Associações Comerciais do Estado de Pernambuco – FACEP, Programa  Pernambucano de Qualidade – PROPEQ e Movimento Brasil Competitivo – MBC.

As inscrições podem ser feitas pelo site: http://www.premiompe.sebrae.com.br

Fornecedores para grandes projetos


suape estaleiro e refinaria

Empresas pernambucanas ja estabeleceram negócios com o estaleiro e agora se preparam para atender a refinaria.

Há dois ou três anos, garantir a participação de empresas pernambucanas como fornecedoras das cadeias de petróleo, gás, naval e offshore que estavam surgindo em Suape era uma drama. Os grandes empreendimentos, como o Estaleiro Atlântico Sul, estavam apenas começando a se implantar, mas já se falava de capacitação como algo urgente, sob pena de perdermos as encomendas de produtos e serviços para outros estados. Agora, estamos navegando em águas mais calmas. Mais de 500 empresas pernambucanas já fornecem para o estaleiro e muitas começam a se preparar para fornecer também para a Refinaria Abreu e Lima.

O esforço que se fez e ainda se faz tem muitos pais e mães. Foram muitas reuniões, muitos diagnósticos, muito treinamento, envolvendo diversos sindicatos e instituições como a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) – e seus órgãos Senai, IEL e Ciepe – e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Como reforço, foi instituído em Pernambuco um fórum regional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).

“É preciso somar esforços. Tanto de instituições como de empresas, pois sozinhas, na maioria das vezes, elas não conseguem atender à demanda desses empreendimentos”, diz o superintendente do Sebrae-PE, Nilo Simões. Como exemplo ele cita os milhões de blocos de cimento que a Petrobras vai precisar comprar para a refinaria. “Por isso os consórcios. São milhões de blocos. Não existe nenhuma empresa em Pernambuco que possa atender sozinha a uma demanda como essa”, completa.

Se é difícil para as grandes, imagine para as pequenas. O Sebrae-PE encomendou um levantamento para identificar as oportunidades de negócios e assim facilitar a inserção das micro e pequenas. Acabou de ficar pronto. Até o início de agosto, a partir desse diagnóstico, serão publicados 23 volumes, cada um dedicado a um segmento diferente, como terraplenagem, construção civil, montagem, manutenção. Quem ainda tem dificuldade de enquadramento encontrará ali algumas dicas para se aperfeiçoar.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simmepe), Sebastião Pontes, afirma que esse esforço incluiu a participação em feiras nacionais e internacionais de eletro-metal-mecânica e do setor naval. “Hoje, cerca de 70 associados já estão fornecendo para o estaleiro”, comemora. Ele é diretor comercial da Polifrio, indústria de equipamentos de refrigeração sediada em Abreu e Lima, que forneceu câmaras frigoríficas para o refeitório do estaleiro.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as micro empresas pernambucanas estão se planejando para atender as novas demandas de Suape.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, vê um cenário otimista para pernambuco. As micro empresas pernambucanas destacam-se no cenário nacional, como empresas de alto valor competitivo.