Como está o mercado mobile, digital e social para 2015


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Enquanto você lê esse post, centenas de smartphones são comprados e milhões de pessoas acessam a internet pelo celular. E aliando a comodidade e a praticidade, que tal realizar transações financeiras através de apps de bancos, comprar ingressos para um show de rock e fazer pedidos delivery com poucos toques na tela de seu dispositivo móvel? A revolução do mercado mobile foi benéfica para o nosso dia a dia, atraindo a atenção de quase dois bilhões de usuários no mundo todo.

Mas o que esperar do mercado mobile em 2015? As mudanças estão ocorrendo rapidamente, e a cada dia que passa surgem novas ferramentas, aplicativos, plataformas e aparelhos. Embora esse ano não seja bom em termos econômicos, as empresas de tecnologia continuarão investindo nesse mercado e oferecerão diferenciais para os usuários. Veja os resultados da pesquisa Digital, Social e Mobile in 2015, realizada pela We Are Social.

O uso de smartphones no Brasil e no mundo

Em setembro de 2014, o número de usuários de dispositivos móveis ultrapassou o equivalente a 50% da população do mundo. Com a taxa de crescimento anual de 5%, já podemos prever que até o final de 2015 mais de 200 milhões de aparelhos serão vendidos. Quanto as assinaturas, estão ativas mais de 7 bilhões. Do total de conexões ativas no mundo, cerca de 38% são originadas de smartphones. Quando combinados aos tablets, estes são responsáveis por 38% de todos os acessos as páginas da web em todo o mundo.

No Brasil, estamos com potenciais 276 milhões de usuários de smartphones, o que representa 135% da população total. Quanto a conexão, 78% da população utiliza um serviço pré-pago, enquanto que 22% usa pós-pago. Cerca de 56% utiliza serviços de banda larga, com tecnologias 3G e 4G. Com relação ao tráfego na internet, 20% é proveniente de smartphones e 3% de tablets.

As compras por varejo em mobile commerce

As taxas de conversão em apps mobile commerce estão cada vez maiores. Embora o comércio mobile esteja pegando ritmo no mundo inteiro, o Reino Unido lidera as compras online através de dispositivos móveis, com quase dois terços da população comprando ativamente. Em segundo e terceiro lugar, Alemanha e Coréia do Sul, com 63% e 62%, respectivamente. Os EUA ficaram em quarto lugar, com 56%.

No brasil, 22% dos usuários de smartphones e tablets usaram o aparelho para pesquisar um produto, e 15% realizaram uma compra. Os computadores ainda lideram as compras por varejo, representando 36% das vendas.

A disputa incessante dos aplicativos de mensagem

A principal briga do universo mobile em 2014 foi a dos aplicativos de mensagens, que se estenderá em 2015. Facebook Messenger, Line, Whatsapp, WeChat, KakaoTalk e Telegram tentarão dominar o espaço de troca de mensagens e conquistar cada vez mais os usuários. No total, há cerca de 1,65 bilhões de contas em redes sociais em todo o mundo. Nos últimos 12 meses, os aplicativos de mensagens têm relatado mais de 100 milhões de novos usuários ativos mensais.

Na pesquisa, o Facebook lidera o ranking de redes sociais mais utilizadas no Brasil e no mundo, com 1.36 milhões de usuários ativos em janeiro de 2015. Desse total, 83% acessam o serviço através de dispositivos móveis.

O market-share das principais plataformas

A questão do market-share de mobile para esse ano será endereçada de forma mais profunda: quem são os usuários, onde eles estão localizados e quais smartphones utilizam. Hoje temos aparelhos high-end da Samsung que competem em preço com o iPhone. Em um futuro não tão distante, o Android não será visto apenas como um sistema operacional mobile, pois estará presentes em relógios, carros e Tvs.

Já o iOS possui um Market-share de 11.7%, detendo a maior parte dos usuários mais rentáveis, ou seja, aqueles que gastam mais dentro dos apps. Para a grande maioria dos casos, a questão do sistema operacional como fator decisório da compra torna-se irrelevante. Os compradores vão optar por esse ou aquele aparelho tendo como base o preço, desde que ele consiga acessar o Whatsapp, navegar na internet e fazer ligações.

Os dispositivos “vestíveis” vindo com tudo

Para 2015, a principal ideia é que passemos a vestir tecnologia. Ouviremos bastante a palavra “wearables”, ou dispositivo inteligente que pode ser vestido. Poderemos nos conectar através de relógios, pulseiras, óculos e outros acessórios que são capazes coletar dados sobre a sua saúde, como medir o nível de glicose em seu sangue e calcular a quantidade de calorias queimadas durante o dia. O pioneiro nessa área foi o Google Glass, que provou ser um ótimo produto no ano passado, mas que ainda não está pronto para ser utilizado em larga escala.

No mercado, estão disponíveis também os Smart Watches e Fitness Trackers. Os primeiros permitem que você mantenha o seu smartphone no bolso e veja notificações através de seu pulso. Dessa forma, você pode ver mensagens de texto sem tirar o aparelho do bolso. Já os segundos simplificam os seus exercícios físicos, monitorando seus treinos e exibindo informações sobre sua rotina diária em seu dispositivo móvel ou na tela do próprio dispositivo.

Gostou dos resultados da pesquisa? Veja os números na íntegra!

Fonte: Jera Blog

Seminário debate para o empresariado santa-cruzense as vantagens de se apostar no mercado de vendas pela internet


Seminário debate para o empresariado santa-cruzense as vantagens de se apostar no mercado de vendas pela internet

Consultores do Sebrae falam da importância de se investir em um dos canais de vendas que mais crescem no Brasil. Fotos: Thonny Hill.

Na tarde desta quinta-feira (21) está acontecendo, no Teatro Municipal de Santa Cruz do Capibaribe, o I Seminário de Comércio Eletrônico, que aborda sobre a venda de produtos pela Internet ou “e-commerce”.

A iniciativa, que é promovida pela Prefeitura Municipal e pelo Sebrae-PE, com apoio do Moda Center Santa Cruz, e de entidades como a Ascap, CDL de Santa Cruz do Capibaribe e Ascont, tem como objetivo levantar um debate acerca da importância das empresas do município em investir mais nesse canal de vendas.

O debate também serve para modificar uma mentalidade existente em boa parte das empresas do Polo que possuem sites na grande rede, que se limitam apenas em mostrar produtos ao invés de também comercializá-los.

Um time de quatro consultores foi escalado para falar ao público, formado em sua maioria por empresários, sobre como vender pela internet, a importância de se investir no marketing digital, dicas de segurança on-line, estratégias de relacionamento com o cliente através das redes sociais, meios de pagamento on-line, a importância do registro de marcas e seus respectivos logotipos, a criação de sites e páginas em redes sociais voltadas para a empresa e seu público-alvo, entre outros assuntos.

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Consultores Flammarion Cysneiros, Evelyn Siqueira e Jefferson Alex falaram sobre as dúvidas e vantagens de se apostar no e-commerce.

De acordo com especialistas, as vendas pela internet, em todo o país, já somam a casa dos R$ 16 bilhões somente no primeiro semestre de 2014, podendo fechar o ano com um saldo de R$35 bilhões, muito desse montante originado da comercialização de artigos de moda e vestuário.

A ideia é que os empresários possam ser incentivados a explorar outras possibilidades de realizar negócios e aumentar a lucratividade nas suas empresas. O seminário seguirá até às 18h.

.Fonte: Blog no Ney Lima

Acesso: http://www.blogdoneylima.com.br/2014/08/page/6/

Mídias sociais: Uma excelente oportunidade para as vendas e acesso à mercados


Elas são conhecidas como redes de relacionamento e compartilhamento, usadas para a interação dos usuários sobre os mais diversos assuntos. Mas, além disso, as famosasmídias sociais vêm sendo utilizadas cada vez mais para atrair a atenção dos consumidores para a venda de produtos e serviços. Afinal, o processo de venda também é um processo de relacionamento.

A questão é como são lançados os apelos nas redes, uma vez que nelas as pessoas querem conversar, trocar opiniões, fazer críticas, se divertir. Ninguém está interessado em ficar vendo aquelas insistentes “propagandas”, pelo menos não naquele modelo tradicional…

Com linguagem adequada ao público e às características próprias de cada mídia social, elas se tornam excelentes meios para se aproximar dos consumidores,oferecendo ótimas oportunidades e se tornando um poderoso canal de vendas.Mas, é fundamental saber onde o seu público está (Twitter, Orkut, Facebook, etc.) para não desenvolver ações sem retorno.

A vantagem é que as mídias sociais são fáceis de usar, permitem constantes atualizações, são extremamente populares, e não exigem grandes investimentos, nem sistemas exclusivos. Portanto, são excelentes para aspequenas e médias empresas!

Blog Corporativo, por exemplo, é totalmente propício para falar de produtos e serviços, oferecendo informações atualizadas, releases, podendo ser usado para apresentá-los de modo mais completo – O blog da ICOMUNI Consultoria ilustra bem este caso.

Albúns de fotos, como o Flickr também são excelentes, pois funcionam como uma verdadeira vitrine. Contudo, precisam ser divulgados para que as pessoas saibam que podem ver fotos dos seus produtos na internet. A integração das redes sociais nos blogs ajuda bastante neste sentido.

Flickr da Cisne Calçados e Confecções, implantando e atualizado pela SmartIS.

O Orkut e o Facebook possuem aquelas visualizações de atualização que são ótimas para chamar a atenção dos consumidores sobre as novidades. Por meio deles é possível postar fotos, informar sobre promoções, disponibilizar meios de contato, divulgar outras redes da empresa, entre outras oportunidades.

Já o Twitter permite informar os seguidores e responder a suas perguntas em tempo real (funcionando como um SAC), tornando a sensação de “novidade” ainda maior, fora a possibilidade de colher opiniões e poder se defender de ataques.

Existem inúmeras possibilidades de vendas que as mídias sociais podem estimular. Por isso, é fundamental acompanhar sempre as tendências em comunicação digital, conhecendo novas redes, novos recursos e comportamentos que irão direcionar as suas ações para obter resultados de negócios reais a partir da internet.

 


Desafio da ICOMUNI Consultoria na nova era do relacionamento com o cliente CRM e Mídias Sociais.


O desafio da ICOMUNI é entrar dentro da cadeia de valores dos nossos clientes, trabalhando não só no call center tradicional, mas nos back offices, nas mídias sociais, no door to door, no relacionamento com o pequeno varejo, que também é o desafio das grandes indústrias.

Conseguindo fazer parte desse negócio, ajudando as empresas a enfrentar os desafios estratégicos em diversas áreas .

Fazer com que nossos clientes nos vejam como uma companhia que possa ajudá-los a melhorar os seus processos. Esse é o nosso desafio.

Como medir retorno do investimento em mídias sociais nas pequenas empresas?


Com as estratégias definidas e o projeto em prática, uma questão deixa empresários aflitos: como medir o retorno deste investimento, o famoso ROI (return over investment), das ações em mídias sociais?

Por CamilaZanqueta Fev/2010
Connie Bensen é uma badalada especialista em comunicação, em 2009 seu blog foi listado pela Forbes.com entre os 20 melhores sobre marketing e mídias sociais escrito por mulheres. Ela apontou algumas tendências nesta área para 2010 e a primeira delas é: empresas estarão mais atentas e esperarão ROI sobre seus esforços em mídias sociais.

O trabalho com mídias sociais ainda é uma novidade, uma estratégia muito recente. Não podemos falar em fórmulas prontas, o que existe são tendências e casos de sucesso, no entanto, o que funciona para uma empresa não é necessariamente aplicável para outras. Isso de aplica de maneira ainda mais intensa no segmento de pequenos negócios, que, na maioria das vezes, não dispõe de fartas verbas para marketing e comunicação. Pensando nisso, reunimos aqui alguns passos práticos para que você possa definir como sua empresa fará a avaliação do investimento feito em mídias sociais.

1. Antes de medir o retorno, você precisa ter objetivos bem definidos e alinhados

Responda a esta pergunta: o que sua empresa espera alcançar com trabalho em mídias sociais?

Eis algumas alternativas (é uma pequena lista dentro de muitas possibilidades):

– gerar tráfego para seu site

– aumentar a fidelidade de seus clientes

– utilizar os canais para atendimento ao consumidor

– aumentar a exposição da empresa nas mídias sociais

– divulgar seus produtos e serviços para nichos de mercado

– saber a opinião de seus públicos e, assim, melhorar seus serviços

Para medir resultados, você precisa saber o que deseja e onde está quando começou o projeto, para, assim, avaliar os retornos. Cada um dos objetivos pede uma maneira diferente de mensuração e avaliação. Tudo parte desta definição: estratégia, ações, ferramentas de mensuração, avaliações e, finalmente, o retorno sobre o investimento.

Fique atento também ao andamento do projeto, será que suas ações são eficientes para atingir seus objetivos? Pesquise casos de sucesso, acompanhe blogs sobre o assunto, mas o mais importante: pergunte ao seu público o que ele quer, não tenha medo de dialogar, se sua empresa está nas mídias sociais é para isso mesmo: conversar.

2. Impactos não financeiros: sua empresa está preparada para mensurá-los?

Visitas ao seu website, menções e contatos nas redes sociais, feedbacks do seu público e outros inúmeros impactos não são mensuráveis financeiramente. Mas são estratégicos para avaliar e direcionar suas ações.

Utilize ferramentas on-line para avaliar os indicadores. Confira algumas:

Encurtar e Monitorar links

Estes sites encurtam seu link, essencial para divulgações no Twitter que só aceita 140 caracteres, é possível acompanhar quantas vezes ele foi clicado e saber quem divulgou seu material.

Migre me (em português – não é preciso fazer cadastro)

Bit.ly (em inglês – necessário cadastro)

Gerenciar redes sociais

Ferramentas para facilitar o gerenciamento de contas no Twitter, Facebook e LinkedIn. É possível acompanhar quando seu perfis foram citados, fazer buscas em tempo real, atualizações em todas as redes e integrar serviços para encurtar e monitorar links.

Sobbes (é preciso fazer download)

Tweet Deck (é preciso fazer download)

HootSuite (ferramenta on-line)

3. Tempo, tempo, tempo

Colher frutos financeiros do investimento em mídias sociais pode levar tempo, variáveis estão em jogo: objetivos traçados (item 1), investimento, estratégias e ações realizadas. É preciso que toda a empresa esteja na mesma sintonia e saiba que mídias sociais demandam, sim, tempo e dinheiro – falamos disso neste post.

4. Cruzamento de dados

Acompanhe os resultados cruzando gráficos para avaliar o impacto do seu projeto nos resultados da empresa. Durante as ações, meça os dados não financeiros (visitas ao seu website, menções e contatos nas redes sociais, feedbacks do seu público, frutos das ações realizadas em mídias sociais) e avalie quais foram as práticas mais eficazes.

De posse destes dados, cruze-os com gráficos que demonstrem o desempenho financeiro da empresa, número de novos consumidores, ticket médio e outros indicadores relevantes. Desta maneira, é possível avaliar a intensidade do impacto dos esforços em mídias sociais no seu negócio.

Parece muito complicado? Confira no Grátis e Melhor modelos para planilhas e apresentações além de cursos online para Excel e Power Point.

Olivier Blanchard, consultor de marketing, preparou um material muito interessante sobre ROI de mídias sociais, clique aqui para ter acesso (em inglês).

5. Seja dinâmico

Como falamos no início, utilizar mídias sociais a favor do seu negócio é um desafio. Novas plataformas e ferramentas surgem diariamente, seus consumidores farão críticas e solicitações, seus concorrentes estarão de olho em você. Esteja sempre em busca de novidades e acompanhe o mercado.

Pernambucanos apostam na internet para alavancar candidaturas


Mídias e redes sociais representam um importante meio para conquistar eleitores, principalmente os mais jovens.

Nestas eleições, vários candidatos brasileiros apostam na internet e, particularmente, nas mídias sociais, para se aproximar dos eleitores. Os atrativos passam pela transparência, pelo contato direto com o eleitor, principalmente do mais jovem. É um território ainda pouco explorado pela classe política e um importante meio para alavancar a candidatura e para baratear a campanha, mas brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores.

“Através das mídias os candidatos ficam numa mesma hierarquia, pois utilizam as mesmas ferramentas para lançar suas opiniões, ouvir e reclamar” afirmou o candidato ao senado do PPS, Raul Jungmman, que cultiva uma participação ativa nas redes sociais.

Tudo começou com o sucesso na eleição para presidente dos Estados Unidos, com o sucesso virtual da campanha de Barack Obama, impulsionada principalmente pela participação dos mais jovens e pioneira em usar recursos da Internet para tornar o candidato visível e simpático. Foi utilizada uma estratégia eficaz de comunicação virtual, com o uso de blogs e redes sociais, que permitiram a interação de pessoas com objetivos parecidos.

Segundo o consultor de mídias sociais, Murilo Lima, mais que aparecer, é preciso ter presença digital inteligente. “Todos os adversários de Obama possuíam sites complexos e de difícil interação. John McCain, John Edwards e Hillary Clinton também estavam presentes nas redes sociais e nos canais 2.0, mas foi Obama que segmentou ao máximo sua mensagem, trabalhando os nichos e ouvindo o que todos tinham a dizer”. É preciso, porém, agir com muita transparência, alerta Lima. “Se uma pessoa ou empresa não é transparente na hora de transmitir algum fato, invariavelmente será descoberta hoje ou amanhã e nas mídias sociais esta atitude pode ter proporções gigantescas”, conclui.

Os candidatos brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores. Jungmann acredita que essas eleições ainda não serão decididas pela internet, mas este é o caminho. “A blogosfera será a maneira mais rápida e transparente de se mostrar. Através dela os candidatos apresentam suas opiniões não apenas para as pessoas coligadas, mas para seus adversários”, conclui.

O presidente do Instituto Teotônio Vilela, e candidato a deputado estadual pelo PSDB, André Regis, vê a internet como um papel fundamental neste novo processo eleitoral. Regis, que lançou sua candidatura com uma entrevista ao vivo na web, e posteriormente disponibilizada no Youtube, também afirma que para a inserção na mídia social o candidato precisa de conteúdo. “A internet é um meio que depende, necessariamente da credibilidade, não adianta você lançar um perfil, e não ter conteúdo para divulgar aos seus seguidores. É o mesmo que nada”, diz.

Segundo o candidato ao Senado pelo PT, Humberto Costa, as redes sociais são muito importantes. “Hoje existem muitas formas de buscar informação, deste jeito, temos que participar das mais importantes redes, procurando agir de forma séria”. Contudo, o candidato acha que a televisão, o rádio e a participação presencial em comícios e tribunas serão instrumentos de grande relevância nessas eleições. “Precisamos agir de diversas maneiras, sabemos que as redes têm crescido, porém, acredito que nesse momento, a televisão e o rádio serão instrumentos muito importantes. Essas mídias alcançam um maior número de pessoas das mais diversas classes sociais”, conclui.