Design Thinking para Negócios (Startups e Empresas)


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Curso DT para Negócios promovido pela Cysneiros e Consultores Associados, inicia amanhã com a primeira turma no ITEP – Instituto Tecnológico de Pernambuco.

Conteúdo Abordado:

DIA 1: IMERSÃO

  • Por que inovar?
  • O que é Design Thinking?
  • Mas só o designer sabe pensar assim?
  • Por que Design Thinking?

 

1.1 Imersão Preliminar

.: Reenquadramento

.: Pesquisa Exploratória

.: Pesquisa Desk

1.2 Imersão em Profundidade

.: Entrevistas

.: Cadernos de sensibilização

.: Sessão generativa

.: Um dia na vida

.: Sombra

DIA 2: ANÁLISE E SÍNTESE

2.1 Cartões de insight

2.2 Diagrama de afinidades

2.3 Mapa conceitual

2.4 Critérios norteadores

2.5 Personas

2.6 Mapa de empatia

2.7 Jornada do usuário

2.8 Blueprint

DIA 3: IDEAÇÃO

3.1 Brainstorming 101

3.2 Workshop de cocriação

3.3 Cardápio de ideias

3.4 Matriz de posicionamento

DIA 4: PROTOTIPAÇÃO

4.1 Protótipo em papel

4.2 Modelo de volume

4.3 Encenação

4.4 Storyboard

4.5 Protótipo de serviços

Grupo no Facebook: http://bit.ly/GrupoDTNegocios

Informações: (81) 3445-2956 | contato@cysneiros.com.br | www.cysneiros.com.br

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Sessão de Negócios Encadeamento entre Grandes e Pequenos Negócios na FIMMEPE


Sessão de Negócios Encadeamento entre Grandes e Pequenos Negócios na FIMMEPE

Oportunidade de Negócios: Sessão de Negócios Encadeamento entre Grandes e Pequenos Negócios na FIMMEPE que acontecerá dia 24 de outubro das 18h às 22h no Centro de Convenções em Olinda/PE. Para empresas atendidas pelo Programa ALI Pernambuco EPP e ME do setor Metal Mecânico e Alimentos. Inscrições Gratuitas até 24/10. Informações: (81) 3227.2085.

Regras para a nova bolha de investimento em startups


Creio que nem toda catástrofe gere polêmica, nem toda polêmica gere catástrofe. Mas ainda não achei uma conjugação satisfatória em toda essa conversa de “nova bolha de investimentos” em startups.

Gostei dos fatos apresentados recentemente por Paul Carr e Sarah Lacy, na Techcrunch TV. Para eles, o aumento da valorização de algumas startups – o assunto que virou alvo de especulações pela mídia – não chega a ser perto do que aconteceu na virada do milênio. Clique na imagem e assista.

Afinal, bolha foi quando se jogou – e gastou – montes de dinheiro indiscriminadamente na Bolsa de Valores. Agora, as startups super valorizadas (Facebook, Zynga, Twitter, LinkedIn, GroupOn, etc) nem chegaram a fazer seus IPOs (oferta pública inicial, abertura de capital na bolsa). Além disso, essas startups apresentam faturamento crescente.

Em todo caso, achei um ponto de vista defensável. Aliás, é defensável porque é uma perspectiva, apresentada pelo ex-empreendedor, agora professor universitário, autor e mentor de “lean startups” Steve Blank.

Para Blank, há uma nova fase no mundo das startups. Ele mesmo chama de bolha, mas o fato é que ele apresenta um framework para uma abordagem interessante de novos negócios. Em post recente, Blank explica os sinais de que há uma bolha e esclarece alguns cenários. Abaixo, faço uma tradução livre e resumida.

Caminhos para a liquidez: uma breve história dos investimentos em startups

  • Anos Dourados (1970 – 1995): construa um negócio crescente com lucro consistente comprovado (no mínimo um ano) e abra na Bolsa quando chegar a hora;
  • Bolha Ponto.com (1995-2000): “qualquer coisa serve”, já que os mercados clamam por ideias, promessas vagas de crescimento futuro, e as IPOs acontecem independentemente de lucratividade ou história consistente;
  • Lean Startups/De volta ao básico (2000-2010): venture capital limitado, falta de confiança e de fundos: poucas aquisições, fusões e IPOs;
  • A nova bolha (2011 – 2014): E lá vamos nós outra vez…

Clique na imagem e assista.

Regras para a Nova Bolha: 2011-2014

  • Sinais: desde o ano passado, as avaliações para capital semente e crescimento estão inflando rapidamente; e contratar talentos no Vale do Silício está cada vez mais difícil desde a bolha de 2000; investidores estão perguntando abertamente onde isso vai parar.
  • Escala de tirar o fôlego: nunca antes na história do comércio houve forças de mercado tão grandes: startups já podem pensar em um Mercado Disponível Total de bilhões de usuários (smart phones, tablets, PDs, etc);
  • As novas saídas: em 1998 ou mesmo 2008, as regras para se criar uma empresa são diferentes. As saídas (retiradas de capital) nos próximos três anos vão incluir IPOs e aquisições. Diferente da bolha anterior, as startupsde agora tem faturamento real, mas mesmo assim esse movimento vai atrair startups com números menos estelares, a qualidade dos IPOs vai diminuir rapidamente e as startups vão estourar, explodir. Ao mesmo tempo, as oportunidades de aquisição vão aumentar, enquanto grandes companhias que não conseguirem manter  o ritmo da inovação nos mercados emergentes da Internet, vão fazer inovação aberta comprando startups. Finalmente, novas formas de liquidez estão emergindo, como “private-market stock exchanges for buying and selling illiquid assets” (tipo SecondMarketSharesPost, etc).
Ferramentas na nova bolha:

As startups de hoje tem as ferramentas necessárias para um curto ciclo de desenvolvimento e rápida adoção de consumidores – – Agile and Customer Development + Business Model Design.
Quatro passos para a Epifania (Four Steps to the Epiphany), Geração de Modelos de Negócios (Business Model Generation) e o movimento de Lean Startup tornaram-se o be-a-bá das startups. A recompensa: nesta bolha, uma startup pode ativamente se construir para ser adquirida. Veja como:
  • Ordem da batalha: cada mercado tem um número finito de aquisidores, proponentes, negociantes. Cada um procura preencher buracos específicos em seus produtos ou mercados. Então, não é um problema incalculável determinar com quem você vai falar.
  • Larga adoção: as startups a vencerem a bolha serão as que conquistarem larga adoção (seja com freemium, crescimento viral, custos baixos, etc) e distribuição massiva (marketplace do Facebook, Android, Apple, etc). Elas vão focar primeiro em bases de usuários massivas, e deixar o faturamento seguir depois.
  • Visibilidade: durante a era das lean startups, o conselho foi claro – foque em construir a empresa e evite o hype. Agora o conselho mudou. Como toda bolha, esta é uma dança das cadeiras. Enquanto você ainda precisa de foco em clientes para seu produto, precisa também estar em todo lugar e parecer maior do que na vida real. Apareça e fale em conferências, esteja em vários blogs, use redes sociais e construa uma marca. Na nova bolha, Relaçõs Públicas pode ser seu novo melhor amigo, então invista nisso.

O que aprendemos: diferente da última bolha, esta não é sobre conceitos e visões; você precisa entregar, e isso requer construir uma empresa.

FONTE: Startupi

Aparecer na web atrai novos negócios


Aparecer na web atrai novos negócios
Mundo virtual é apontado como ferramenta que não pode ser deixada de lado


Flammarion Cysneiros: “É preciso mais ousadia no Nordeste”

Investimentos fartos e lucros apenas a longo prazo. Esse era o cenário das empresas que investiram na internet no começo da década. Esse panorama de incertezas foi a principal causa do “estouro da bolha”, crise que levou à falência grande parte dos empresários que investiram na internet. Durante muito tempo, se cultivou entre os empreendedores a idéia de que os investimentos pontocom não rendiam bons frutos. Mas, exemplos bem-sucedidos provam que essa visão pode ser um tanto quanto “estreita”. Com os devidos cuidados para não se cometer os mesmos erros da primeira geração, o mundo virtual pode ser sinônimo de oportunidades de bons negócios.
“Algumas empresas que apostaram na internet já estão colhendo os frutos do investimento. Um bom exemplo é a empresa de aviação Gol, que investiu em redução de custos e em processos totalmente automatizados e é hoje o grupo que mais cresce em um mercado tradicional, fechado”, comenta Flammarion Cysneiros, da iComuni Consultoria. Para o consultor, o cenário atual é mais propício para o investimento no comércio virtual e o risco de uma crise é bem menor. “Hoje em dia, é bem mais fácil e barato criar um site e se manter na internet. Os custos com tecnologia, como gastos com provedor e serviços de webdesign, por exemplo, estão bem menores e, com os avanços tecnológicos, as possibilidades de interação são ainda mais amplas do que antes”, explica.

Mas de nada adianta lançar uma página de vendas na web se certos cuidados, que já levaram muitas empresas à falência, não forem tomados. “Entrar no comércio virtual não é simplesmente criar um site. É preciso manter a página constantemente atualizada e oferecer um conteúdo simples, direto e objetivo. Um site com excesso de informações ou defasado é ruim para a imagem da empresa”, explica. As estratégias de divulgação também devem ser bem estudadas. “As empresas devem evitar o envio de spam e outros tipos de anúncios indevidos, pois isso geralmente mais afasta do que atrai novos clientes. O empreendedor deve se fazer notar de outras formas. Estabelecer parcerias com portais de internet para anúncios em banners é uma delas. É preciso fazer com que o internauta chegue até o site da empresa, mas não de forma abusiva”.

Nordeste

Segundo a pesquisa do CGI, o Nordeste é a região com maior nível de acesso à internet. Cerca de 96% das empresas nordestinas estão plugadas, mas apenas 36% delas possuem site, bem abaixo da média nacional. “Os números apontam uma cultura regional atrasada. É preciso acabar com essa mentalidade de que os serviços de venda virtual só dão certo para as grandes corporações, como a Submarino.com, que é sediada no Sudeste. Agindo assim, os empresários locais correm o risco eminente de perder clientela para empresas do sul. A internet deve ser tratada com mais ousadia pelos empresários nordestinos. Se o público consumidor local já aderiu à web como um canal de compras e meio para fechar negócios, a demanda existe. Por isso, vale a pena investir em soluções locais”, alerta.

A expansibilidade da web não tem limites 2.0, 3.0,4.0, 5.0


A expansibilidade da web não tem limites 2.0, 3.0,4.0, 5.0 e N.0. Você já parou para pensar quanto tempo do seu dia passa conectado? E quanto tempo você passava conectado a 2 anos atrás? A progressão é mais que geométrica, diria que a cada hora que passa ficamos mais 1 minuto conectado que o dia anterior. E quando web, internet, e-commerce, relacionamento, dinheiro e sobre tudo pessoas estão no mesmo lugar, surgem a necessidade e na mesma proporção de demanda por produtos e serviços virtuais, em todas as esferas neste mesmo ambiente. E o que era a iteratividade avança na mesma velocidade. Estamos vivendo tudo isso de perto como nossos bisavós viram a revolução industrial em seu auge. É um momento de mudanças Hi-Fi, onde os segundos do relógio não são mais a maior unidade de tempo.