CALL CENTERS VÃO GERENCIAR REDES SOCIAIS


As empresas precisam estar preparadas para colaborar com seus clientes em tempo real, algo que faz das redes sociais ferramentas cada vez mais importantes.
As mídias sociais vêm se mostrando cada vez mais significativas nos negócios. As pessoas estão compartilhando informações sobre empresas em comunidades, fóruns, e as companhias cada vez mais fazem pesquisas nessas mídias.

É nas mídias sociais onde mais se encontram consumidores. Empresas que fazem uso dessas mídias, como a Comcast, a Deel, a JetBlue, que através do Twitter criam promoções, ofertas especiais para seus clientes.

O fato de reunirem grandes grupos de consumidores essas mídias exigem adesão das empresas ao conceito de comunicação unificada, que tem como principal função interligar funcionários, empresa e clientes.

A importância da comunicação unificada hoje: Dois executivos que estão prestes a fechar um negócio importante, um deles faz uso da comunicação unificada (interligação do celular, com o telefone do escritório, com as ferramentas da internet) e o outro não. O cliente se interessa pela proposta de ambos, porém só aquele que faz uso da UC consegue responder a tempo, organizar a reunião, criar um portifólio e tomar as decisões com rapidez e eficiência para o fechamento do negócio.

O chat e as mensagens instantâneas, oferecidos dentro do conceito de comunicações unificadas tornam a empresa colega de seus clientes. E exemplifica que quando surge algum problema e a empresa é contatada pelos clientes por esses canais diversos da mídia é possível introduzir uma especialista para a solução desse problema específico e a resolução se torna rápida, customizada, em tempo real, e passa uma boa imagem da empresa para o cliente.

As empresas precisam estar preparadas para colaborar com seus clientes em tempo real. É preciso adicionar automação, interação com os consumidores e um atendimento cada vez mais especializado. “Os aplicativos de comunicações unificadas são o futuro do Contact Center”.

Kelly expõe os benefícios que se obtém com a comunicação unificada: ela encurta o ciclo de solução dos problemas e as transações de compra; as ferramentas das mídias sociais melhoram a interação com a empresa; as respostas são mais rápidas; a redução de custos é maior e a empresa obtém mais credibilidade, o que colabora para uma fidelização dos clientes.
A comunicação unificada traz benefícios não só para a empresa, que atenderá a demanda de clientes e seus problemas com maior agilidade e prontidão, como para os consumidores que terão uma qualidade de produtos e serviços prestados cada vez mais alta.

Ela explica que uma das das razões de as empresas não usarem as mídias sociais é porque há necessidade de introduzir ferramentas de controle. Kelly defende que as ferramentas já estão criadas, basta usá-las. “O Contac Center precisa saber o que acontece com seus clientes”, frisa a gerente. A comunicação unificada fornece um maior conhecimento sobre os gostos, preferências e reclamações dos consumidores.

Kelly demonstra como a empresa deve agir para usar as mídias sociais com sucesso. O primeiro passo é ouvir o que os clientes tem a falar dos produtos e serviços nessas mídias sociais; é preciso responder sempre às perguntas crescentes e através da comunicação unificada monitorar o Contact Center e gerenciar o uso das ferramentas oferecidas por essas mídias.

Pernambucanos apostam na internet para alavancar candidaturas


Mídias e redes sociais representam um importante meio para conquistar eleitores, principalmente os mais jovens.

Nestas eleições, vários candidatos brasileiros apostam na internet e, particularmente, nas mídias sociais, para se aproximar dos eleitores. Os atrativos passam pela transparência, pelo contato direto com o eleitor, principalmente do mais jovem. É um território ainda pouco explorado pela classe política e um importante meio para alavancar a candidatura e para baratear a campanha, mas brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores.

“Através das mídias os candidatos ficam numa mesma hierarquia, pois utilizam as mesmas ferramentas para lançar suas opiniões, ouvir e reclamar” afirmou o candidato ao senado do PPS, Raul Jungmman, que cultiva uma participação ativa nas redes sociais.

Tudo começou com o sucesso na eleição para presidente dos Estados Unidos, com o sucesso virtual da campanha de Barack Obama, impulsionada principalmente pela participação dos mais jovens e pioneira em usar recursos da Internet para tornar o candidato visível e simpático. Foi utilizada uma estratégia eficaz de comunicação virtual, com o uso de blogs e redes sociais, que permitiram a interação de pessoas com objetivos parecidos.

Segundo o consultor de mídias sociais, Murilo Lima, mais que aparecer, é preciso ter presença digital inteligente. “Todos os adversários de Obama possuíam sites complexos e de difícil interação. John McCain, John Edwards e Hillary Clinton também estavam presentes nas redes sociais e nos canais 2.0, mas foi Obama que segmentou ao máximo sua mensagem, trabalhando os nichos e ouvindo o que todos tinham a dizer”. É preciso, porém, agir com muita transparência, alerta Lima. “Se uma pessoa ou empresa não é transparente na hora de transmitir algum fato, invariavelmente será descoberta hoje ou amanhã e nas mídias sociais esta atitude pode ter proporções gigantescas”, conclui.

Os candidatos brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores. Jungmann acredita que essas eleições ainda não serão decididas pela internet, mas este é o caminho. “A blogosfera será a maneira mais rápida e transparente de se mostrar. Através dela os candidatos apresentam suas opiniões não apenas para as pessoas coligadas, mas para seus adversários”, conclui.

O presidente do Instituto Teotônio Vilela, e candidato a deputado estadual pelo PSDB, André Regis, vê a internet como um papel fundamental neste novo processo eleitoral. Regis, que lançou sua candidatura com uma entrevista ao vivo na web, e posteriormente disponibilizada no Youtube, também afirma que para a inserção na mídia social o candidato precisa de conteúdo. “A internet é um meio que depende, necessariamente da credibilidade, não adianta você lançar um perfil, e não ter conteúdo para divulgar aos seus seguidores. É o mesmo que nada”, diz.

Segundo o candidato ao Senado pelo PT, Humberto Costa, as redes sociais são muito importantes. “Hoje existem muitas formas de buscar informação, deste jeito, temos que participar das mais importantes redes, procurando agir de forma séria”. Contudo, o candidato acha que a televisão, o rádio e a participação presencial em comícios e tribunas serão instrumentos de grande relevância nessas eleições. “Precisamos agir de diversas maneiras, sabemos que as redes têm crescido, porém, acredito que nesse momento, a televisão e o rádio serão instrumentos muito importantes. Essas mídias alcançam um maior número de pessoas das mais diversas classes sociais”, conclui.

Redes sociais se agigantam, mas enfrentam problemas com a publicidade


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Duas notícias nesta semana reforçam a condição do Brasil como um dos protagonistas mundiais das redes sociais e esquentam o debate sobre o uso desses canais como instrumento para ações de marketing. Uma delas diz respeito ao presidente e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, que, em visita a São Paulo na terça-feira (4/8), disse que a empresa cogita abrir escritório no País. A idéia é motivada pela rápida expansão da audiência do site no mercado brasileiro – o número de visitantes únicos está em 1, 576 milhão, crescimento de 66% entre janeiro e junho deste ano.

A outra acaba de sair do forno: o cofundador do YouTube, Chad Hurley, confirmou presença, no dia 26 de agosto, no Digital Age 2.0, evento de marketing e negócios online promovido pela NowDigital Business. Será a primeira visita de Hurley ao Brasil. “YouTube, MyTube, WeTube – a revolução da televisão que é de todo mundo” é o tema do bate-papo entre Hurley, Silvia Bassi, presidente da Now!Digital Business, e o público.  Marcado para os dias 26 e 27 de agosto no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo.

Trata-se de dois pesos pesados das mídias sociais. Vendido para o Google por 1,65 bilhão de dólares em outubro de 2006, o YouTube apresentou recentemente nos EUA um acordo para venda de propaganda com a FreeWheel, companhia americana especializada nesse tipo de atividade. Pelo serviço que será prestado ao mercado, os anunciantes poderão veicular suas mensagens publicitárias diretamente pelo seu conteúdo no YouTube.  Por enquanto, cerca de 50 companhias já podem fazer sua própria publicidade no site, segundo o blog YouTube Biz. Até a aliança com a FreeWheel isso era proibido no YouTube. A intenção é em breve ampliar o programa.

Audiência em expansão

Com 250 milhões de usuários no mundo – responsáveis pela atualização de mais de 1 bilhão de fotos e 10 milhões de vídeos por mês -, o Facebook já comercializa alguns espaços publicitários, ainda que de forma bem tímida. Além disso, mantém  acordos para troca de conteúdo com organizações de internet no Brasil.

Na tentativa de mordiscar nacos mais saborosos da verba de comunicação, o site do Google também preparou um menu recheado para os anunciantes. O Orkut reuniu as principais agências de publicidade do País no final de junho em São Paulo para apresentar novas pesquisas sobre os usuários do site no País, incluindo informações sobre a reação dos consumidores a mensagens publicitárias.

Feito pela empresa Netpop Research com mil pessoas com mais de 15 anos de idade que participam de redes sociais no Brasil, o estudo mostra que 75% dos internautas brasileiros acessam o site mensalmente. Peças de publicidade sobre descontos ou cupons para lojas online são os que mais interessam aos usuários (71%), enquanto 81%se cadastrariam em comunidades patrocinadas por empresas. A verba gerada via publicidade pelo Orkut não é revelada.

E o dinheiro no caixa?

Ainda que a pesquisa tenha constatado a predisposição dos usuários para o recebimento de mensagens publicitárias, está claro que a propaganda ainda é incipiente no Orkut, assim como nas outras redes. Assim, a questão que tira o sono dos sites de mídia social é como transformar o elevado capital social que possuem – a audiência – em dinheiro no caixa no final do mês.  Segundo dados do Ibop Nielsen Online, 21,4 milhões de pessoas – ou 83,6% dos internautas residenciais ativos – usaram algum tipo de rede social no Brasil. Se levarmos em conta domicílio e o local de trabalho juntos, a categoria Comunidades alcançou 28,5 milhões de visitantes em junho de 2009.

“As redes precisam dos publicitários para geração eficiente de receitas a partir de suas audiências. Os publicitários precisam das redes, pois precisam chegar aonde os consumidores gastam sua maior parte do tempo”, analisa o instituto Nielsen Online em relatório sobre seu estudo Global Faces and Network Places, concluído em março nos EUA, sobre as redes sociais digitais.

Ambos os lados serão recompensados, continua o relatório, se descobrirem a receita mágica de como fazer propaganda bem-sucedida nas redes de relacionamento. “Ainda não existe uma resposta sobre como solucionar essa questão”, afirma Alexandre Crivellaro, diretor da área de inovação do Ibope Media, braço do Ibope responsável por mídias digitais para a América Latina. O Ibope é parceiro da Nielsen Online no Brasil.

“Uma possível explicação para a publicidade ainda não ter decolado, embora a audiência nesses sites seja crescente, é que as redes sociais já começaram sem publicidade. O usuário agora tende a rejeitá-la”, afirma. “O que vejo proporcionar resultados mais efetivos nas redes sociais são ações que dão  algum serviço para o internauta. É o caso de aplicativos, patrocinados por empresas, que oferecem diversão ou recompensas”, afirm

Mundo atual permite difundir inovação por meio de redes sociais


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A utilização e disseminação de ferramentas colaborativas, como a Web 2.0, é uma tendência nas organizações. As redes sociais influenciam tanto a difusão de inovações quanto a propagação da informação e do conhecimento. De acordo com Cláudio Terra, CEO da Terraforum, a mudança de paradigma das empresas para a denominada Inovação Aberta traz benefícios significativos para empresas que a utilizam de forma estruturada. Terra foi o palestrante do encontro quinzenal realizado pela FNQ, no dia 25 de junho, transmitido via webcast.

O conceito de Inovação Aberta foi criado por Henry Chesbrough, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos. O acadêmico propõe uma nova abordagem para a organização da pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas, que não deve se limitar a usar apenas recursos internos como fontes de inovação, mas também aproveitar redes de cooperação entre parceiros para partilhar recursos e conhecimento.

De acordo com Terra, este conceito entende o processo de inovação como uma atividade difusa, que pode envolver e integrar, por meio de redes sociais, uma ou mais empresas, universidades e institutos de pesquisa. “A Web 2.0 vem desempenhando um papel significativo neste novo contexto. No Brasil, a Inovação Aberta ainda começa a se tornar um conceito aceito. Ela, potencializada pela Web 2.0, demonstra uma grande capacidade para aumentar o entendimento das oportunidades, diminuir os custos de desenvolvimento e aumentar a probabilidade de sucesso e aceitação pelos usuários finais”, disse Terra.

Gestão

De acordo com o executivo, a inovação não é necessariamente o produto, ela extrapola a tecnologia e está associada ao resultado. “É muito importante a empresa estar aberta a processos alternativos de produção e ideias inovadoras, independentemente da posição hierárquica do funcionário. As ideias podem vir de qualquer lugar”, afirmou. “É necessário tornar a inovação uma missão permanente e alavancar todos os tipos de conhecimentos disponíveis, sejam eles tácitos ou explícitos, internos ou externos, tangíveis ou intangíveis”, completou.

Informação, conhecimento e processos são, segundo Terra, essenciais para a inovação. “Inovar é fundamental para a sustentabilidade do negócio. É preciso suportar os passos que levam à inovação contínua. É preciso gestão”. Para ele, há muitos desafios, mas somente uma visão sistêmica gera o resultado esperado. “É preciso um processo de gestão eficaz que gere, capture, organize, avalie, desenvolva, implemente, comercialize, reconheça e mensure a inovação”.

O executivo salientou que se não houver processos estruturados e transparentes não existe inovação. “As ideias não caminham sem processos. Eles estimulam, facilitam e apoiam a inovação”, declarou. Terra ressaltou que os processos não são burocracia e podem estimular a criatividade e inovação, especialmente quando facilitam o alinhamento organizacional; trazem disciplina e métricas associadas; ajudam a criar um ambiente mais seguro para o novo; alavancam o conhecimento organizacional e institucionalizam valores.  “A intenção é inovar de maneira recorrente e, por isso, os processos não aliados da inovação, não inimigos. Gestão da inovação é o futuro das empresas”, concluiu.

Clique aqui para acessar a apresentação completa feita por Cláudio Terra.

Redes sociais e Blogs: Microsoft, Razorfish, facebook, power.com, MySpace, EBP 2009, Twitter


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Microsoft seleciona cinco grandes agências para vender a Razorfish

Entre as empresas selecionadas estão WPP, Omnicom Group, Publicis Group, Interpublic Group e Dentsu, informa o jornal Wall Street Journal.

A Microsoft está selecionando cinco das maiores agências de publicidade do mundo para vender a Razorfish, agência especializada em mídia digital que foi adquirida pela gigante de software em 2007, informa uma reportagem do jornal The Wall Street Journal nesta segunda-feira (13/7).

Entre as empresas selecionadas pela Microsoft, que também teriam interesse em usar a plataforma de publicidade da empresa de software, estão WPP, Omnicom Group, Publicis Group, Interpublic Group e Dentsu, informam fontes ligadas à negociação, nos Estados Unidos.

O banco Morgan Stanley foi contratado para administrar a negociação da Razorfish. A agência conta com 2 mil funcionários e registrou uma receita de 400 milhões de dólares em 2008 contando com clientes como Best Buy, Mercedes-Benz Estados Unidos e Mattel.

O acordo também pode envolver o uso da plataforma de publicidade digital da Microsoft, bem como compra de espaço publicitário em produtos da empresa como o novo buscador Bing, web sites da Microsoft, o tocador de músicas digitais Zune e o console de games Xbox.

Hoje, a Microsoft é um dos maiores clientes das agências Interpublic Group e WPP.

As fontes ligadas à estratégia afirmam que as negociações com as agências são preliminares e ainda devem levar alguns meses.

A Microsoft comprou a Razorfish em 2007, junto com a aquisição da aQuantive, por 6 bilhões de dólares. Estima-se que o valor de mercado da Razorfish esteja entre 600 milhões e 700 milhões de dólares.

Na avaliação de executivos da indústria de publicidade digital, a venda da Razorfish era apenas uma questão de tempo, já que a aquisição da aQuantive tinha como foco a tecnologia do grupo usada para interligar anunciantes, empresas de mídia e redes de anúncios online.

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Power.com processa Facebook por monopolizar mercado de redes sociais

Agregador de redes sociais, que foi bloqueado pelo Facebook, alega que usuários têm direito de controlar seus dados online.

O agregador de redes sociais Power.com entrou com um processo contra o Facebook na sexta-feira (10/7), nos Estados Unidos. O site alega que o Facebook proíbe seus usuários de acessar o conteúdo publicado na rede social por meio do serviço da Power.com e acusa o Facebook de tentar monopolizar o mercado de redes sociais.

A Power.com quer provar na justiça que o usuário possui completo e total direito de controlar o conteúdo que colocou na web e protege-lo de outros usuários ou qualquer entidade.

A Power.com é uma empresa brasileira que abriu suas operações nos Estados Unidos em dezembro de 2008. A ideia do serviço é criar um portal onde as pessoas podem incluir, de uma só vez, dados em redes sociais com MySpace, Twitter, LinkedIn, Hi5 e Orkut, reunindo suas atualizações em todas as redes, bem como as de seus contatos.

Depois de ter sido processada pelo Facebook, em janeiro, a Power.com teve o acesso bloqueado à rede social norte-americana.

Segundo o jornal The New York Times, a Power.com afirma ter registrado 250 mil visitantes no mês passado nos EUA, embora dados da consultoria que mede o tráfego de sites Compete apontem que foram apenas 14 mil visitas em junho.

No processo, a Power.com argumenta que o Facebook está oprimindo a competição ao restringir seus usuários e bloquear o acesso pelo agregador. Para eles, o Facebook construiu bilhões de dólares em valor de mercado causando danos irreparáveis aos usuários, aos negócios da Power e a muitas outras companhias que sofreram ameaças similares. A lista de acusações ainda inclui competição desleal, contenção de comércio e monopólio.

Em comunicado, o Facebook disse que já fez muitas tentativas de trabalhar com a Power.com, mas o site continuava a colocar os dados de seus usuários em risco, pois se recusava a seguir as regras estabelecidas para proteger a privacidade de segurança dos usuários. O Facebook também citou o serviço Facebook Connect, que permite compartilhamento de dados com outros sites e, com ele, as acusações da Power.com perdem o mérito.

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MySpace será reposicionado como portal de entretenimento

Rede social será restruturada nos próximos meses, afirma Rupert Murdoch, proprietário do grupo de mídia News Corp., que controla o MySpace.

A gigante de mídia News Corp. planeja reposicionar sua rede social MySpace como um portal de entretenimento, informou o jornal The Wall Street Journal (WSJ) na sexta-feira (10/7).

O anúncio do principal executivo da empresa, Rupert Murdoch, ocorre no momento em que o MySpace perde cada vez mais espaço para a rede social rival, o Facebook – hoje a mais popular nos Estados Unidos, segundo a empresa de pesquisas de marketing comScore.

Murdoch diz ao jornal que vê o MySpace como um local onde as pessoas buscam por interesses comuns entre si. Embora o executivo não tenha descrito os planos detalhadamente, fontes do WSJ dizem que os comentários são consistentes.

As pessoas ouvidas pelo jornal dizem que, nos próximos meses, a News Corp. implementará, silenciosamente, novos recursos no MySpace. Dessa forma, a rede social se transformará em um destino de entretenimento online.

No mês passado, o MySpace anunciou que cortaria 30% de sua equipe nos Estados Unidos e dois terços dos funcionários pelo mundo. No Brasil, a empresa manteve apenas o principal executivo, Emerson Calegaretti.

Encontro de Blogueiros Publicitários EBP2009

Blogueiros publicitários discutem redes sociais em São Paulo

Encontro fala sobre as tendências do mercado publicitário nos blogs e as características do novo consumidor nas redes sociais.

Integrar a internet, principalmente os blogs, ao futuro da profissão publicitária e entender o consumidor na era das redes sociais são os objetivos do Encontro de Blogueiros Publicitários (EBP), que acontecerá em 8 de agosto, em São Paulo.

Entre os participantes dos painéis estão profissionais como jornalista e apresentador Marcelo Tas, e executivos de publicidade, como Mentor Muniz Neto, da agência de marketing promocional Bullet, Andre Matarazzo, da agência digital Gringo, Fernando Campos, da agência de publicidade Santa Clara, e Leonardo Carbonell, da agência de comunicação por conteúdo Selulloid. O Yahoo também estará no local para anunciar o prêmio Big Idea Chair que vai destacar ideias inovadoras na internet e no mercado publicitário do País.

As inscrições podem ser feitas no site do EBP 2009. Foram abertas 200 vagas e o preço para participar é de 100 reais.

O encontro acontecerá no dia 8 de agosto, das 9h às 19h, na Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) que fica na Rua Itatiara, 150, no bairro Consolação, em São Paulo (SP).

Blog

O segredo por trás dos blogs

Páginas de Dirceu, Protógenes e José Serra estão entre as mais populares

Em época de escândalos, CPIs e sucessão presidencial, os blogs de políticos estão sendo bastante acessados pelos brasileiros. A democracia do espaço, a liberdade de opiniões e a interatividade atraem cada vez mais usuários. E, para estar entre os mais lidos, não é essencial ter mandato. Entre os diários online mais acessados no país, estão os de pessoas que não ocupam cargo público, mas que estão com a popularidade em alta.

Com mais de 5.000 acessos por dia, o blog do ex-ministro José Dirceu (PT) está entre os mais procurados. Diariamente, ele usa a página para comentar assuntos de diversas áreas, como política, economia e até meio ambiente. Segundo Aristeu Moreira, responsável pelo blog, a audiência é garantida. “A pessoa que ele é e a história que ele tem acabam despertando o interesse das pessoas”, justificou.

Segundo Moreira, manter o blog de uma personalidade como José Dirceu é trabalhoso devido à necessidade de atualização diária. “José Dirceu começa a mandar os textos já às sete da manhã e eu vou editando e publicando”, conta o editor, garantindo que todos textos do blog são escritos pelo próprio Dirceu.

Embora esteja fora do governo Lula desde junho de 2005, o ministro continua sendo uma referência tanto para os debates da política brasileira quanto para o Partido dos Trabalhadores. De acordo com Moreira, esses são os assuntos que mais chamam a atenção dos leitores.

“O que mais gera interesse e comentários é quando ele fala da oposição. Depois, curiosamente, é quando ele fala de questões internas do PT. Os militantes participam muito e querem debater com ele o futuro do partido.”

Pioneiro. Com um blog e um site desde 2003, o senador Cristovam Buarque (PDT) diz que não dá mais para ignorar o meio eletrônico. “Agora, o povo não espera mais quatro anos para se pronunciar. Ele se manifesta constantemente”, disse. Depois de tomar conta do noticiário nacional, a crise do Senado é o assunto da vez. “Hoje, é a crise do Senado. Às vezes, chega alguma crítica grosseira, mas eu respondo.”

Cristovam Buarque também acredita que a interação com o eleitor é um dos motivos para ter tantos acessos. “Respondo uns 50 por dia. Quando não dá, levo para casa, respondo à mão e entrego para a minha assessoria digitar e enviar.”

O blog do delegado afastado da Polícia Federal Protógenes Queiroz também é um dos mais acessados na web. Nele, o ex-comandante da operação Satiagraha divulga suas andanças pelo país, críticas ao governo federal e àqueles que foram investigados. Há espaço ainda para textos de outras pessoas, como os da ex-ministra Marina Silva. Mesmo de férias, seu blog vem sendo atualizado pela equipe responsável.

Já o presidente do PTB e deputado federal cassado Roberto Jefferson, que também é sucesso na rede, prefere um visual mais despojado. Jefferson se expressa por textos mais curtos e, na maioria das vezes, com informações de bastidores.

Projeto libera uso da Internet

O projeto de minirreforma política, que libera a utilização de sites e blogs em campanhas eleitorais, já foi aprovado na Câmara e segue agora para a apreciação do Senado.

Atualmente, os candidatos podem apenas ter páginas pessoais, cujo endereço precisa seguir o padrão definido pela Justiça. Agora, se aprovada a nova regra, eles poderão usar a rede com mais liberdade.

O senador Cristovam Buarque (PDT) se mostra descrente em relação à regulamentação. “A Internet é um instrumento anárquico. Como controlar um blog que faça denúncias falsas contra um candidato? Vai ser muito difícil.”

O senador também vê com preocupação a possibilidade de o eleitor fazer doações em dinheiro pela Internet. “Pode surgir muita gente pedindo dinheiro como se fosse para candidato”, analisa. (RG)

Crescimento

Pesquisa. Segundo estudo da Universidade do Legislativo (Unilegis) – instituição vinculada ao Senado -, entre de 2006 e 2009, o número de registros de perfis pessoais de políticos teve aumento de 193%.

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Twitter suspende contas de usuários afetados pelo vírus Koobface

Vírus que se espalhou pelo Facebook e MySpace está enviando link malicioso por meio de perfis do Twitter para infectar mais PCs.

O Twitter está suspendendo a conta dos usuários de computadores que foram vítimas do software malicioso Koobface, que atingiu sites como o Facebook e MySpace, afirmou o consultor da companhia de segurança Sophos, Graham Cluley.

O vírus Koobface foi criado para se disseminar sozinho quando detecta que a pessoa está logada em alguma rede social. Então, ele divulga uma mensagem falsa no Twitter, levando os seguidores daquela conta a clicarem em um link que conduz a um site que tenta infectar o PC.

O Twitter tem bloqueado rapidamente as contas de usuários que tiveram seus PCs infectados e está zerando o login e senha dos perfis, disse Cluley.

Ao menos duzentas contas no Twitter já foram infectadas pelo Koobface em sua última onda de ataques. Quando fez sua primeira aparição no microblog, há duas semanas, o vírus apenas enviava três links reduzidos (URLs curtas) diferentes, que levavam a um site fraudulento. Os pesquisadores agora afirmam que o Koobface já começou a enviar um maior número de links maliciosos via URLs reduzidas nos últimos dias.

A praga virtual também se disseminou no Twitter por meio de contas falsas que têm sido registradas por ferramentas automáticas. O especialista disse que o Twitter poderia evitar esse problema enviando e-mails com um link para a verificação do registro, tornando mais difícil a criação dos chamados “perfis fantasmas”.

Twitter tem 11 mil aplicações de terceiro


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Aplicações em desenvolvimento e produção mostram potencial de receita do microblog, mas Facebook tem quase 5 vezes mais aplicativos.

O microblog Twitter registra mais de 11 mil aplicações adicionais, em desenvolvimento e produção, afirmou o principal executivo da empresa, Evan Willians, no sábado (4/7) pelo próprio Twitter.

De acordo com uma nota do site de tecnologia Silicon Aley Insider, o volume de aplicações mostra a força do microblog e sinaliza diversos caminhos para geração de receita, já que a maioria das aplicações é desenvolvida por empresas.

O volume de aplicativos do Twitter ainda é pequeno se comparado às 52 mil aplicações desenvolvidas para a rede social Facebook, que vem criando ferramentas para concorrer com o Twitter.

De acordo com o Facebook, mensalmente, 70% dos usuários da rede social aderem a uma plataforma de aplicações e mais de 100 aplicativos contam com uma base superior a 1 milhão de usuários ativos. Além disso, 10 mil sites implantaram a ferramenta Facebook Connect desde seu lançamento em dezembro de 2008.

HP lança notebook com tela multitouch

Modelo tablet Touchsmart TX2 possui disco rígido de 250 GB e deve custar R$ 4 mil.

A HP apresentou nesta segunda feira (6/7) o tablet TX2, notebook com tela multitouch – sensível ao toque – de 12,1 polegadas e caneta digital para manuseá-la. O display do notebook é móvel, o que permite posicioná-lo em diferentes ângulos.

Com 3 GB de memória e disco rígido de 250 GB, o TX2 está equipado com processador dual core AMD Turion X2 e Windows Vista Home Premium.

O equipamento tem bluetooth, conexão wireless e gravador de DVD com tecnologia LightScribe – que escreve na superfície do disco – mas a webcam é VGA. Destaque ainda para um minicontrole remoto e um leitor biométrico de impressão digital.

O tablet já é oferecido no mercado brasileiro pelo preço sugerido de quatro mil reais.

Jockipedia reúne, ao estilo Wikipedia, páginas com links sobre atletas

Proposta da enciclopédia esportiva é oferecer links oficiais para blogs, perfis no Twitter e rede sociais de atletas do mundo todo.

Esta semana, os fãs de atletas ganharam uma nova fonte de informações para encontrar seus ídolos online, a Jockipedia. A enciclopédia esportiva aponta os links oficiais das páginas de astros dos esportes.

A Jockipedia promete apontar os sites verdadeiros – como perfil no Twitter, blog e páginas em redes sociais como Facebook e MySpace. Além disso, o site ainda mostra links para canais de vídeo e galerias de fotos oficiais, além do site pessoal do atleta.

O serviço se compara à Wikipedia pela sua proposta colaborativa, já que permite a qualquer internauta a criação de páginas sobre um atleta. Os usuários – ou o próprio jogador referenciado – podem também editar informações incorretas.

Na página do atleta, o usuário vê, à direita, um quadro com seu nome completo, qual esporte pratica e de qual time é. À esquerda fica uma foto e, no centro do espaço, os links para encontrar o esportista em qualquer serviço. Quem quiser pode ainda acompanhar os tweets da pessoa na mesma página da Jockipedia.

Pai do Netscape cria fundo de investimento para empresas de tecnologia

Marc Andreessen, co-fundador da Netscape, contam com US$ 300 milhões para investir em empresas de tecnologia no Vale do Silício.

Marc Andreessen, co-fundador da Netscape, empresa responsável pela popularização do browser, anunciou nesta segunda-feira (6/7) a abertura de um novo fundo de investimentos de 300 milhões de dólares para empresas de tecnologia, informa uma notícia do jornal The New York Times.

O novo fundo chamado Andreessen Horowitz, criado por Andreessen ao lado de Ben Horowitz, parceiro de negócios de longa data, vai investir pequenas somas (até 50 mil dólares) em novas ideias.

Se os investimentos forem bem-sucedidos, em uma segunda etapa, o fundo vai investir 50 milhões de dólares para expandir as empresas globalmente. A operação será localizada na região de Menlo Park, na Califórnia, sede das principais empresas de investimentos de tecnologia.

O Andreessen Horowitz tem interesse em empresas como a rede social Facebook, na qual Andreessen é um dos diretores. A  rede social teve início em 2004 com um capital de 500 mil dólares e, desde então, levantou 600 milhões de dólares.

A maioria das empresas que receberão aportes da Andreessen Horowitz será do Vale do Silício, disse Andreessen. O movimento é pouco comum atualmente, já que a maior parte dos fundos prefere investir em empresas da China, Índia e outros países.

O grupo vai investir somente em empresas de tecnologia da informação, disse Andreessen, o que é outra raridade atualmente. No lugar de apostar em empresas de biotecnologia e energias renováveis, a Andreessen Horowitz vai investir em empresas recentes das áreas de redes e armazenamento de dados, serviços de internet de consumo, eletrônicos e computação em nuvem.

Andreessen e Horowitz já têm feito pequenos aportes em empresas de tecnologia há quatro anos. Eles investiram 4 milhões de dólares em 45 empresas, incluindo o microblog Twitter, o serviço Qik de publicação de vídeos online a partir de celulares e a Aliph, que fabrica o fone Bluetooth Jawbone.

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