Os números da web 2.0 aumentam cada vez mais


call center 2.0
Call center

As centrais de atendimento ao cliente e telemarketing, têm apostado na web 2.0 como ferramenta de relacionamento com os clientes.

42-17674500EAD
A educação à distância potencializada pela web 2.0, utilizando ferramentas open source colaborativas, tais como Moodle, wiki, etc.

tvwebTV Digital
Existem pesquisas aplicadas em web 2.0 para utilização dessas mídias na tv digital, com foco na interatividade das redes sociais.

e-commerceE-commerce
A re-invenção do e-commerce 2.0, onde os usuários decidem comprar, através dos depoimentos dos de outros consumidores nos sites de compra.

google_evento_adsense_techbitsGoogle
O Google tem apostado na web 2.0 e na integraçaõ de diversas mídias sociais e interativas.

campuseirosCampus Party 2009
Na Campus party, evento realizado este ano, trouxe à tona diversos cases e estudos relacionados ao tema.

web2.0Universo Corporativo
Este diferencial também se dá no universo corporativo, quando grandes empresas e instituições tradicionais como o SEBRAE, têm utilizado cada vez mais as mídias sociais e a web 2.0 na disseminação das informações junto aos clientes.


SEBRAESebrae 2.0

Case – Blog Mundo Sebrae: http://mundosebrae.wordpress.com/

Sebrae Pernambuco

O Sebrae Pernambuco também pretende inovar da Web 2.0. A ICOMUNI Consultoria está desenvolvendo um modelo inovador, baseado em conceitos de Web Semântica e gestão do conhecimento.

Relacionamento site-usuário


O relacionamento de um site com seus usuários depende, entre outros fatores, da estrutura conceitual e do enfoque editorial do conteúdo, mas por outro lado também atua como condicionante destes fatores.

-> No caso de sites como digg, flickr, newsvine, Overmundo, a conceituação editorial e comercial leva em conta a realização de tarefas em conjunto pelas usuários das comunidades que agregam.

A sua estrutura conceitual incluem funcionalidades específicas, como a possibilidade do público regular os relacionamentos entre as pessoas e entre as pessoas e o site, bem como a possibilidade do público criar suas próprias normas de publicação de conteúdo.

-> O Overmundo recriou vários modelos existentes de sites de comunidades. Dedicado à divulgação de atividades culturais brasileiras, muitas delas não divulgadas pelos principais canais de mídia convencionais, permite a edição coletiva do conteúdo proposto pelos seus colaboradores.

Os textos, imagens, sons, vídeos, são propostos por seus autores e submetidos à avaliação dos demais usuários cadastrados, que atuam como “editores” ou “redatores”. Estes, depois da edição coletiva, votam se o material deve ou não ser publicado.

Neste site, a conceituação editorial e comercial considera:

A relevância da proposta, que atende à necessidade de muitos produtores culturais de todo o Brasil que ficam à margem dos grandes centros e dos canais de divulgação mais conhecidos.

A inclusão dos colaboradores como co-criadores do site. Os usuários se identificam com o conteúdo publicado. A facilidade de inserção funcional e cadastro, que pode ser realizado fácil e rapidamente a partir de qualquer página, reforça o sentido democrático do ambiente.

Facilidade de entendimento do uso. As explicações sobre o que é o site, como funciona e como participar são facilmente localizáveis, na página de registro (http://www.overmundo.com.br/registro/registro.php) e são redigidas de maneira clara e simples. As regras de funcionamento são explicadas nos “Termos de uso” e uma página de “Alerta” (http://www.overmundo.com.br/estaticas/alerta.php) adverte contra a publicação de conteúdo fora do foco proposto.

Clareza e objetividade nas explicações e rótulos de links. O conteúdo editado pela equipe do próprio site não se confunde com os posts e os textos propostos pelos usuários.

Layout simples e focado na funcionalidade da interface e no fluxo de informações produzidas pelos usuários, facilitando a realização das tarefas.

Moderação da publicação de conteúdo feita pelos próprios colaboradores, que controlam a qualidade. A moderação permite que o conteúdo atenda não só aos interesses pessoais e coletivos dos autores como também do leitor comum.

Clareza sobre os direitos de uso do conteúdo publicado, sujeito a uma licença parcial de reutilização do Creative Commons, que permite o uso e a criação de obras derivadassem exploração comercial. Deste modo tanto os colaboradores quanto os recriadores sabem os limites da sua ação sobre os textos e as imagens.

Co-responsabilidade de cada usuário pela funcionalidade e pelo aperfeiçoamento do programa, através do relato de erros ou da consulta ao fórum técnico, para tirar dúvidas e compartilhar observações e opiniões.

A receptividade do canal pelo público, especialmente quando este tem papel tão relevante para o sucesso da proposta, não pode ser controlada. Não se pode saber antecipadamente se o conteúdo publicado vai atender às necessidades pessoais e coletivas do seu público, a ponto de motivar a formação de comunidades vivas e atuantes.

O que se sabe é que o público é sensível a projetos que privilegiam o atendimento das suas necessidades. E que por isto o projeto editorial e comercial do canal colaborativo precisa, mais do que em qualquer outro ambiente online, estar centrado nas necessidades de expressão, interlocução e crescimento dos seus usuários. Exemplo

Outro aspecto que precisa ser considerado no projeto deste tipo de canal é que a sua evolução não pode ser antecipada com precisão, na medida em muitas diretrizes são conduzidas pela audiência que acessa o site diariamente.

Estudo da USC-Annenberg School Centre for the Digital Future, da University of Southern California, mostra que quase 50% dos americanos que frequentam comunidades virtuais consideram-nas tão importantes quanto o mundo real e se conectam a elas pelo menos uma vez ao dia, para trocar ideias ou realizar trabalhos e projetos com colegas e pareceiros (Estudo equipara comunidades online com vida real, Geek, acesso em 5.12.2006).

O uso praticamente cotidiano do site pelos membros das comunidades exige o monitoramento das tendências, mudanças, demandas do público (interno e de outros sites com objetivos semelhantes), que não podem ser previstos a priori no plano de projeto e vão surgindo dos encontros e desencontros das trocas e interlocuções.

Assim, algum descontrole e respeito às soluções casuais está sempre presente no dia-a-dia da manutenção e suporte destes sites, como propulsores da recriação permanente dos conceitos editoriais e comerciais, a partir da interlocução e da sensibilidade em relação às necessidades do público.

Por Claudia Duarte

Concurso premia melhores sites criados com Flash


Os internautas já podem votar para escolher quais foram os melhores sites criados com o programa Flash. A Flash Forward Conference, que acontece em San Francisco, EUA, em agosto, tem prêmio para a escolha do público (www.flashforwardconference.com/finalists).

Uma das criações interativas que disputam as atenções da audiência é DirectDaniella (www.directdaniella.com), que concorre a melhor site de vídeo feito em Flash. Nele, é possível fotografar um ensaio com a modelo brasileira Daniella Sarahyba.

Os sites investem em interatividade, cor e áudio. Na categoria som, por exemplo, há o AudioTool (www.hobnox.com/audiotool.1046.en.html?), que permite controlar uma mesa musical virtual.

Os trabalhos são sobre temas variados. Um deles, que concorre na categoria navegação, por exemplo, fala sobre o problema do vírus HIV no Caribe.

Outro, na categoria experimental, faz um karaokê com figuras bizarras. Muitos dos trabalhos finalistas foram criados para publicidade. No total, são dez categorias de sites, como vídeo, experimental/arte e navegação/experiência.