O Setor Automotivo Conectado


Sucesso sem igual no evento: “Setor Automotivo Conectado”. Evento idealizado pelo Sebrae Pernambuco da gestora Sybelly Figieira e Gleyce Ramos USEC. Correalizado pela Alpha Consultoria e Cysneiros e Consultores Associados.

PERESPECTIVAS E TENDENCIAS Setor Automotivo FLAMMARION

Perspectivas e tendências do setor automotivo foi o tema da palestra do consultor de inovação Flammarion Cysneiros no evento Oficina digital Sebrae, ocorrido em dezembro de 2017.

Destaque para a conexão das startups com os empresários do setor e para as clínicas tecnológicas de Growth Hacking aplicadas ao setor automotivo.

clinicas tecnologicas

Google – Breno Paredes

Mercado Livre – Henderson Ramon

Facebook / Instagram e WhatsApp – Guilherme Alves

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva (Honra) como negativa (Arrogância), dependendo das circunstâncias. Nesse caso foi uma verdadeira honra estar ao lado de pessoas tão competentes e maravilhosas.

Setor Automotivo Conectado

Novas oportunidades virão e estaremos juntos e conectados!

 

 

 

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Finep lança edital voltado a startups e novo programa no setor de telecom


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A Financiadora de Estudos e Projetos apresentou na última semana, no Rio de Janeiro (RJ), durante as comemorações dos seus 50 anos, duas novidades. A primeira foi o edital Finep Startup, e a segunda foi um novo programa no setor de telecom. Juntas, as iniciativas totalizam aproximadamente R$ 700 milhões. A entidade também anunciou que agora passa a aceitar seguro garantia financeira em operações de crédito.

“Temos feitos grandes esforços que buscam reduzir o custo para grandes e pequenas empresas. Em tempos de contenção fiscal, iniciativas como essas são importantes para superar de forma criativa e propositiva as dificuldades econômicas pelas quais o Brasil vem passando”

Marcos Cintra, presidente da Finep.

Faça parte da maior rede de decisores de TI e Inovação da Capital Federal

Finep Startup tem como objetivo alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisam ganhar escala de produção. A ação pretende aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital de empresas em estágio inicial com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. O edital auxiliará 50 empresas por ano (25 por rodada de investimento). As selecionadas poderão receber um novo aporte de até R$ 1 milhão, conforme a avaliação do plano de investimentos.

O investimento será por meio de contrato de opção de compra de ações. Isso transforma a Finep em uma potencial acionista da empresa. A opção dela se tornar ou não sócia da startup terá prazo total de vencimento de até três anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Se a empresa for bem sucedida, a Finep pode exercer essa opção. Se a empresa não for bem-sucedida, a Finep não exerce sua opção, minimizando potenciais passivos por um lado, e compartilhando o risco inerente ao processo de inovação por outro.

Telecom

Já na área de telecom, a nova linha de financiamento da Finep é exclusiva para empresas brasileiras adquirirem equipamentos de telecomunicação 100% nacionais. O objetivo com o programa é auxiliar a retomada do crescimento do setor no país. Os recursos, da ordem de R$ 630 milhões, são reembolsáveis e serão disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

“Os recursos que deveriam ser investidos em pesquisa e desenvolvimento pelas empresas estão sendo destinados para capital de giro. Com o programa, a Finep quer contribuir para que o Brasil enfrente crise sem perder capacidade de inovar. A nova linha para o setor representará desenvolvimento de novos produtos”

ressaltou Márcio Girão, diretor de Inovação da Finep.

As empresas brasileiras interessadas (entre operadoras, provedores de internet e empresas de energia) poderão adquirir equipamentos certificados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), conforme exposto na Portaria MCT Nº 950 de 12/12/2006. O valor mínimo para aquisição dos equipamentos é R$ 500 mil. Com o programa, a Finep pretende gerar demanda para as empresas brasileiras inovadoras que desenvolvem equipamentos de telecomunicações totalmente nacionais.

Seguro garantia

As empresas interessadas em obter financiamentos da Finep vão ganhar uma facilidade: a agência passa a aceitar o seguro garantia financeira nas operações de crédito a partir deste mês. Em comparação à fiança bancária, o seguro tende a ser uma alternativa de menor custo e que não exige reciprocidade bancária. Historicamente, um dos maiores problemas das empresas para conseguir financiamento está nas garantias.

“Dos R$ 14 bilhões que atualmente temos emprestados, 87% são assegurados por fiança bancária, já que grande parte dos nossos clientes são pequenas e médias empresas. Com o seguro garantia, esperamos que haja, para as empresas, redução de 60% da obrigação de pagamento em comparação à fiança bancária”

enfatizou Ronaldo Camargo, diretor Financeiro e Controladoria da Finep.

As empresas interessadas devem propor a contratação com seguro garantia financeira e indicar a seguradora, que será analisada pela Finep antes da emissão da apólice. A financiadora já possui um modelo padrão de apólice aprovado.

Da Redação com informações da Agência ABIPTI.

Saiba quem são os adolescentes que criaram startups


José Esteves e Guillermo de Haro


Esta é uma história conhecida: mais um empreendedor de São Francisco acaba de criar uma startupunicórnio antes dos 35. O que não é tão conhecido é que o maior desafio desse empreendedor foi não ter permissão para contratar pessoal, nem para pedir empréstimo. Por quê? Porque ele era adolescente.

Quando estava com 16 anos, Javier Agüera (atualmente com 24) coinventou o Geeksphone, alegadamente o primeiro celular de plataforma Android que permite ao usuário alterar os componentes desse sistema operacional sem ter antes de habilitar o dispositivo. Aos 19 anos ele já tinha criado três startups e foi considerado pela MIT Technology Review um dos “inovadores com menos de 35 da Espanha”. No entanto, por causa de sua pouca idade, ele enfrentou desafios que empreendedores maduros nem imaginavam. Se é difícil para um adulto criar uma empresa de sucesso, imagine tentar isso aos 16.

Mas isso é rotina para um número cada vez maior de jovens empreendedores como Javier Agüera.

De acordo com o influente Global Entrepreneurship Monitor, considerado o maior estudo em andamento sobre o empreendedorismo no mundo, embora a faixa média de idade dos empreendedores seja dos 25 aos 45 anos, as pessoas estão começando a abrir negócios cada vez mais cedo. Por que os jovens estão decidindo entrar no mundo dos negócios antes de adquirir experiência profissional e, em alguns casos, antes de cursar a universidade? Quais são os desafios que eles enfrentam, e que habilidades precisam ter para criar uma startup de sucesso? São os mesmos desafios já enfrentados pelos mais velhos? A idade é importante? E se for, o que nós, educadores da administração, podemos fazer para ajudar a próxima geração de empreendedores?

Para entender melhor esse fenômeno crescente, desenvolvemos uma pesquisa qualitativa para identificar e analisar o conjunto de competências desses jovens. Entrevistamos jovens empreendedores e usamos dados secundários de várias mídias como palestras TED, entrevistas em meios de comunicação, artigos de jornais, canais do Youtube e canais de mídias sociais, (principalmente LinkedIn, Twitter e Facebook). Entrevistamos pais, sócios e colegas de trabalho de jovens empreendedores. Como resultado, desenvolvemos uma base de dados contínua com 84 empreendedores. O mais jovem tinha 8 anos – estritamente falando ele era um empreendedor pré-adolescente –, e o mais velho 19.

Inicialmente, identificamos várias barreiras importantes que os jovens empreendedores enfrentam em sua jornada de empreendedorismo. A primeira é o financiamento: na maioria dos países estudados os jovens empreendedores não podem contrair empréstimos em dinheiro legalmente, nem registrar empresas. Ou, como explicou Erik Finman, fundador do projeto de educação online Botangle, à CBS News: “Jovens de 15 anos não podem contratar funcionários”. Nem pedir empréstimos ou assinar contratos comerciais. Além disso, jovens com menos de 18 anos são cerceados pelos sistemas educacionais que os desencorajam a se tornar empreendedores: na maioria dos países, a educação é obrigatória até 16 anos, o que limita o tempo que eles podem dedicar aos seus projetos… e aos seus clientes, sócios, investidores ou stakeholders.

Apesar das dificuldades que enfrentam, o que nos surpreendeu sobre esses jovens empreendedores é que eles são inteligentes, têm senso de humor, têm apetite pelo risco, e o mais importante, desenvolveram capacidades para enfrentar os desafios que mencionamos. Eles mostram forte autodeterminação, independência e disposição para assumir a responsabilidade por seu próprio aprendizado. Quando Javier Agüera tinha 14 anos, por exemplo, ele descobriu um website em inglês onde podia comprar acessórios para smartphones. Ele se ofereceu para traduzi-lo para o espanhol e assim ampliar o mercado do site – ao mesmo tempo ele aprendia sozinho programação da web e logística de dispositivos móveis.

Descobrimos também algumas coisas que diferenciavam esses jovens empreendedores.

A maioria daqueles com os quais conversamos se encontra em empresas que competem na área de tecnologia e têm como base a inovação; nelas o conhecimento mais importante pode ser aprendido num curto período. Algumas dessas empresas surgiram somente há poucos anos (criptomoedas, por exemplo). Isso sugere que, embora um ano de experiência num setor não pareça muito, em termos relativos pode ser considerável, principalmente quando ela se combina com a abordagem proativa característica dos jovens empreendedores em relação ao aprendizado. É preciso lembrar que estamos falando de uma geração com fácil acesso à tecnologia da internet desde os primeiros anos de vida. Experientes com smartphones, mídias sociais e no próprio uso de computador, para eles usar a tecnologia faz parte do dia a dia.

Da mesma forma que os empreendedores mais maduros, eles também reconhecem a importâncias das redes – mas as redes dos jovens empreendedores são um pouco diferentes. Como lhes falta acesso ao mundo adulto dos empreendedores, os jovens empresários criam suas próprias redes: o israelense Nir Kouris criou a eCamp para promover redes sociais e trocar ideias e conhecimento entre jovens em seu próprio país e no exterior enquanto fundava a “Inovation Israel”. A Pangea, na Espanha é um projeto liderado por Pablo González, jovem empreendedor focado em criar uma rede para jovens empresários que se ajudam mutuamente e procuram conselhos e referências externas. Javier Agüera participa do grupo Global Shapers, do Fórum Econômico Mundial, onde encontrou outros jovens como ele. Esse tipo de iniciativa fornece o apoio necessário para os jovens empreendedores, o que diminui a ansiedade dos pais, em especial os mais descrentes, sobre a perspectiva empreendedora dos filhos.

Como resultado, os jovens empreendedores são extremamente conectados e se ajudam mutuamente, mais que seus homólogos mais velhos. Nossa experiência é que é mais fácil trabalhar com um jovem empreendedor que com um empreendedor mais maduro: eles têm muita vontade de aprender com pessoas mais experientes no setor, enquanto os empreendedores tradicionais geralmente relutam em permitir que pessoas experientes analisem ou se interessem por seus projetos.

Os jovens empresários têm tendência natural de assumir riscos, e essa característica muitas vezes frustra e confunde os pais. Nossa pesquisa mostrou que os jovens não temem o risco, mas são menos resolutos quando os critérios e metas não estão claramente definidos.

Comparados com outros adolescentes, os jovens empreendedores são dotados de grande capacidade crítica, são mais focados e mais capazes de administrar riscos e tomar decisões. Segundo vários estudos, os gestores e empreendedores mostram padrões muitos diferentes em relação ao risco – os empreendedores geralmente mostram maior tendência para assumir riscos.

Um motivo por que os jovens empreendedores são em geral mais ousados diante dos riscos é ainda viverem com os pais, o que basicamente fornece uma estrutura importante de segurança. Liderar um projeto que exige tempo para crescer obviamente não é o mesmo que focar em gerar receita para manter uma família. Talvez por isso os jovens empreendedores vejam oportunidades em tudo, o que explica em grande parte por que a maioria das empresas com as quais competem é de tecnologia e extremamente inovadoras: enquanto uma pessoa mais madura vê numa empresa ou numa tecnologia imatura um risco impossível de ser administrado, as pessoas mais jovens veem um campo fértil para cultivar um novo projeto.

Os jovens empreendedores que estudamos estão mais conectados globalmente que os mais velhos. Por terem crescido num mundo conectado pela internet, eles não veem fronteiras geográficas. Bastian Manintveld, CEO e fundador do 2btube – rede multicanal que administra centenas de usuários do Youtube, muitos deles também jovens empreendedores –, nos revelou: “Para a geração do YouTube não há fronteiras nem países: se eles gostam de um conteúdo (ou parte dele) eles o consomem, não importa de onde vem”. Muitos dos jovens empreendedores que entrevistamos falam um segundo idioma e viveram longos períodos em países estrangeiros, onde se integraram a uma nova rotina de vida. Eles tinham de trabalhar com gente que mal conheciam, viver novas experiências e resolver problemas com pessoas que pensam diferente, falam outra língua, cresceram em outra cultura e têm mentalidade completamente diferente, que se reflete em suas decisões. Isso ajuda os jovens empreendedores a entender a dinâmica dos relacionamentos, o que os torna mais flexíveis, respeitosos, confiantes e capazes de trabalhar com a ambiguidade e ao mesmo tempo perseguir objetivos claros. Nossos jovens empreendedores mostraram complexidade cognitiva e cosmopolitismo.

Não se formam jovens empreendedores, e eles não nascem assim. Eles são uma combinação das duas coisas. Como nos revelou Javier Agüera quando explicou o segredo de seu sucesso: “É um pouco de sorte e muito trabalho duro”, uma ideia com a qual qualquer empreendedor de qualquer idade deverá concordar.
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José Esteves é professor associado do IS/IT da IE Business School, Espanha. Guillermo de Haroé professor associado de economia aplicada da Universidade Rey Juan Carlos, em Madri.

Os 5 passos essenciais para começar uma startup


saroro e lele

Não existe nenhuma fórmula mágica de como começar uma startup. O caminho é árduo e exige muito esforço e dedicação.

Contudo, depois de apoiar e ajudar a lançar tantas startups, cometer e corrigir muitos erros e analisar as dificuldades que os empreendedores encontravam ao começar uma startup, chegamos a uma metodologia que está funcionando, e muito bem!

É claro que, assim como toda boa startup, seguimos sempre evoluindo e aprimorando essa metodologia, mas identificamos 5 passos básicos que são essenciais para começar uma startup.

Todas as startups apoiadas pelo Ideia no Ar passam por estes 5 passos e os resultados e aprendizados tem sido muito animadores.

COMO COMEÇAR UMA STARTUP: OS 5 PASSOS PARA COMEÇAR UMA STARTUP

1. Visão do produto/Validação:

O primeiro passo, ao contrário do que alguns empreendedores imaginam, não é definir o modelo de negócio da startup, criar o CANVAS e muito menos desenvolver um MVP (Mínimo produto viável).Antes de tudo isso é preciso realizar as primeiras validações do negócio.Como Começar Uma Startup - Product Vision Boards

Para auxiliar neste processo utilizamos o quadro de visão de produto, que captura a visão e a estratégia macro do produto/serviço da startup e é o que vai orientar as primeiras validações do negócio e também fornecer a base para a criação do CANVAS/Modelo de Negócio.

O Quadro da Visão do Produto é divido em 5 áreas e preenchido de acordo com as hipóteses iniciais que o empreendedor define para seu negócio:

  • Visão: resumo da intenção e motivação que o empreendedor tem para o produto/serviço;
  • Público-Alvo: segmento de mercado, quem o produto beneficia, quem são os clientes e usuários;
  • Necessidades: proposta de valor, problemas e dores que o produto elimina e benefícios que cria para os clientes e usuários. Deixar claro porque as pessoas querem usar e comprar o produto;
  • Produto: resumo das top 3 ou 5 funcionalidades que destacam o produto e são críticas para o sucesso. Se relacionam com a proposta de valor e resolvem as necessidades identificadas. Não é o momento para listar várias funcionalidades, isso será feito em uma etapa futura;
  • Valor: valor interno para a startup, porque ela tem interesse em investir no produto, o que ela espera de retorno. Especificar os ganhos esperados para o negócio (ex.: aumentar receita, entrar em novo mercado, reduzir custos, desenvolver a marca, adquirir conhecimentos, etc).

Depois de preencher a primeira versão do product vision board o empreendedor deve ir para a rua e validar as hipóteses de problema que foram levantadas. Afinal, como já disse Steve Blank: “Get out of the building!”

2. Definição do Modelo de Negócios:

Como Começar Uma Startup - Canvas

Apenas após ir para a rua, escutar seus possíveis clientes ou usuários e validar as hipóteses iniciais que foram definidas no product vision board chega o momento de definir a primeira versão do seu modelo de negócios.

E a melhor maneira de fazer isso é utilizando o CANVAS.O CANVAS, pra quem ainda não conhece, é uma ferramenta para construção de modelos de negócio que une, em apenas uma folha, os principais aspectos de um negócio.   Ele foi criado por Alex Osterwalder e popularizado no livro Business Model Generation (leitura obrigatória para empreendedores que querem começar uma startup!) Como a maioria dos empreendedores já conhece o CANVAS não vou explicá-lo neste artigo.

 

Fonte: http://ideianoar.com.br/como-comecar-uma-startup/

Entenda como uma incubadora vai ajudar sua Startup a decolar


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Segundo uma  pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral no final do ano passado, um quarto das startups brasileiras não aguentam a pressão do primeiro ano de vida e fecham as portas por ali mesmo — seja por causa de desavença entre os sócios, volume de capital investido ou até local de instalação.

Do restante que sobra, 25% acaba batendo as botas em menos de 4 anos. No entanto, um fato interessante levantado por essa mesma pesquisa é que boa parte das empresas que conseguem se manter de pé, dão conta do recado por causa da ajuda de algum tipo de incubadora de startups.

Responsáveis por dar uma mão para as empresas recém-criadas, as incubadoras conseguem reduzir em até 3 vezes as chances de uma startup afundar logo no começo da corrida. Mas você sabe o que mais uma incubadora é capaz de fazer? Então confira meu post!

Por dentro das incubadoras de startups

Diferente daquela incubadora da série Silicon Valley, as do mundo real não são locais de festas recheadas de pessoas malucas. Mantidas por instituições públicas ou privadas, as incubadoras são organizações capazes de auxiliar as empresas em vários aspectos comerciais importantes, como:

  • Descobrir qual o melhor modelo de negócios para o projeto;
  • Gerar um network interessante para os negócios;
  • Criar um plano de negócios consistente;
  • Criar um plano de marketing (inclusive o digital) também consistente;
  • Desenvolver a noção contábil da startup;
  • Treinar o lado empresarial dos sócios;
  • Ajudar a encontrar algum investidor para o projeto;

Quem pode participar de uma incubadora

Qualquer pessoa ou empresa pode entrar em uma incubadora, desde que tenha em mãos a ideia de um produto que seja inovador. Para avaliar isso, as incubadoras costumam ficar de olho em alguns pontos dos projetos:

  • Aquele projeto da startup deve ser realmente inovador em algum aspecto;
  • O produto precisa ser viável para o mercado;
  • Quem for cuidar da startup precisa de uma boa qualificação técnica;
  • Deve existir um mínimo de capital inicial para bancar o começo do projeto;
  • O projeto precisa ter a ver com a filosofia daquela incubadora.

Quais são os objetivos de uma incubadora de startups

Bem, talvez você esteja se perguntando: porque uma incubadora ajudaria no nascimento de outras empresas sem lucrar nada (ou quase nada) com isso? A resposta é simples: ela lucra, mas nem sempre é diretamente.

Por estarem bastante ligadas à instituições de ensino, causas sociais ou programas do governo (como o Sebrae), as incubadoras, ao desenvolver o surgimento de tecnologias e novos mercados no país, ajudam a aumentar não só o número de empregos como a qualidade do que é produzido no Brasil.

Responsável por ajudar aqueles que estão começando no mundo do empreendedorismo (ou até alguns veteranos que precisam de uma forcinha em novos projetos), a incubadora de startups é uma verdadeira mão na roda para qualquer empresa que esteja começando a andar. Por isso, mais do que uma bela parceira, ela pode também ser a salvadora de muitos projetos futuros.

Espero que você tenha tirado suas dúvidas e aprendido um pouco mais sobre as incubadoras por aqui, mas se tiver alguma pergunta ou quiser acrescentar mais alguma coisa, basta usar a nossa caixa de comentários! Ah, e não se esqueça de conferir os nossos outros posts no nosso blog.

Fonte: http://www.guiaempreendedor.com

Serviço:

Consultoria para Incubadoras e Aceleradoras e Startups – www.cysneiros.com.brr

Programa Nacional Conexão Startup Indústria – ABDI


Estão abertas as inscrições para o Programa Nacional Conexão Startup Indústria, programa da @ABDI que tem como objetivo ampliar a competitividade e a capacidade de inovação das empresas industriais brasileiras por meio do relacionamento com startups. As startups selecionadas terão a oportunidade de realizar provas de conceito e pilotos com indústrias. Ao longo do programa as startups receberão recursos financeiros (até R$ 700k do .gov + aportes externos), conteúdo e mentoria oferecidos pelo programa em parceira com instituições de apoio ao desenvolvimento de negócios. As inscrições para startups, indústrias e instituições de apoio ao desenvolvimento de negócios vão até 12 de abril em https://lnkd.in/e7Qw-tx!

InovAtiva Brasil 2017 – Agradecimento


É com enorme satisfação que recebi o agradecimento do Programa #inovativabrasil pela horas dedicadas a avaliação dos projetos inovadores de impacto de Startups que submeteram ao InovAtiva Brasil 🇧🇷 2017. Assim contribuiremos para o desenvolvimento econômico e a competitividade do nosso país.

inovativa 2017

 

É com sentimento de compromisso que recebo o #Certificado de Avaliador de 15 Projetos   inovadores de impacto de Startups que submeteram ao InovAtiva Brasil 🇧🇷 2017. Assim contribuiremos para o desenvolvimento econômico e a competitividade do nosso país.

Certificado Avaliador InovAtiva Brasil MDIC Sebrae CERTI Flammarion Cysneiros - Mentor de Startups