Feira do Empreendedor 2012: Palestras espaço do Conhecimento e Inovação


Data e Hora Tema Consultor palestrante
Qua. 17 11h – 13h – Design e inovação Luciene Torres
15h – 17h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
17h – 19h – Inovação – A porta para um novo posicionamento de mercado. Fernanda Muniz
19h – 21h – Estratégias empresariais Silvio Oliveira
Qui. 18 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Flammarion Cysneiros
17h – 19h – Por que Inovar? Fernanda Muniz
19h – 21h – Venda e Inovação Aloísio Dias
Sex.19 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Celso Perez
19h – 21h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
Sab. 20 11h – 13h – Estratégias Empresariais Silvio Oliveira
15h – 17h – Internacionalização de empresas e inovação Erica Piros Kovacs
19h – 21h – Design e Inovação Luciene Torres

Mais informações: http://www.feiradoempreendedorpe.com.br

Ciclo MPE.net, em Recife


 

Quinta-feira (04), acontecerá o Ciclo MPE.net, no Recife!

O evento acontece das 8h às 18h15 e é gratuito. O encontro vai discutir a oportunidade para a micro e pequena empresa entrar na economia digital.

Mais informações: http://ciclo-mpe.net/

Social Media Week, em São Paulo.


 

Está em São Paulo?

O Social Media Week acontece de hoje até o dia 28 de setembro.
A participação é gratuita e serão discutidos temas como e-commerce e empreendedorismo de empresas que utilizaram o Facebook para inovar.

Participe!

Inscrições em economia criativa para incubadora do Porto Digital até dia 31.10


“O Porto Digital prorrogou para o próximo dia 31 de outubro o prazo final para inscrição de projetos no Centro de Empreendedorismo e Tecnologias da Economia Criativa do Porto Digital (Portomídia). Quem já se inscreveu na iniciativa poderá submeter novas versões dos trabalhos, se necessário.”.

 

Aqui segue o link do edital: http://migre.me/aKMoC

 

E aqui, o formulário de inscrição: http://migre.me/aKMth

 

(Fonte: Diário de Pernambuco)

 

 

 

 

 

Chrome OS: 7 questões importantes sobre o sistema operacional do Google


Chrome OS Google

Novo sistema operacional do Google pode ser uma ameaça maior ao Mac OS do que ao Windows. Confira possíveis impactos do Chrome OS.

O Google anunciou na terça-feira (7/7) o seu sistema operacional Chrome OS, que deverá chegar aos usuários no segundo semestre de 2010. Confira sete questões sobre o que a chegada do sistema ao mercado.

1 – Ameaça à Apple
Enquanto muitas notícias focarão na ameaça do Chrome OS ao Windows da Microsoft, o principal prejudicado pode ser o Mac OS, da Apple.

Usuários que buscam um sistema operacional alternativo ao Windows, normalmente consideram duas opções: o Mac OS X ou o tradicional Linux. O segundo ainda enfrenta reclamações de problemas de rede e drives dos periféricos. Já o Mac OS tem duas desvantagens: menor número de aplicações (o que não chega a ser um problema para muitos consumidores) e hardware caro.

Se houvesse uma versão do Mac OS que rodasse em máquinas que não são da Apple, talvez o Google não encontrasse um mercado tão promissor. Mas o Chrome OS provavelmente atingirá a mesma audiência do Mac OS X – daqueles que buscam alternativas ao Windows – enquanto oferece uma plataforma que roda em hardwares mais acessíveis.

2 – Preço do Windows 7
Pode-se esperar que a Microsoft pense duas vezes em como vai cobrar pelas variadas versões do Windows 7, especialmente se o sistema operacional do Google atrair a atenção do mercado. A companhia deve ficar mais receptiva às reclamações dos usuários do Vista que querem fazer a atualização de maneira mais barata.

3- Netbooks são apenas o ponto de partida
Usuários de desktops mais potentes podem, inicialmente, hesitar em enviar o controle de seus aplicativos “à nuvem”, mas essas mesmas pessoas podem ser menos resistentes a fazer isso com seus netbooks.

Usuários de ultraportáteis esperam – e usam – menos aplicativos. Libertar-se dos pesados softwares antivírus para Windows pode ser uma vantagem se o Google OS for simples, seguro e rápido como promete.

4 – Grandes empresas não serão as primeiras consumidoras
Os departamentos de tecnologia de grandes corporações não vão substituir seus softwares baseados em Windows pelo sistema do Google. Enquanto o Chrome OS tem boas possibilidades de conquistar espaço em pequenas empresas, as grandes corporações só começarão a adotá-lo quando o sistema provar que tem capacidades de gerenciamento corporativo.

Empresas menores, que necessitam de menos aplicações, podem estar mais interessadas, especialmente se os custos e a manutenção forem menores.

5 – Estudantes são mercado potencial
Atualmente os estudantes têm uma mobilidade que não poderia ser imaginada cinco anos atrás. Eles também são menos preocupados se seus aplicativos estão no desktop ou na web.

6 – Flashback
Pode ser que o Google esteja tentando trazer de volta o mantra da Sun Microsystems, de que “a rede é o computador”.

7 – O domínio do Google seria melhor que o da Microsoft?
No curto prazo, o anúncio do Google aumentará a competição no setor de sistemas operacionais e provavelmente vai incentivar a Microsoft a oferecer melhores condições àqueles que optarem pelo Windows 7. Mas o Chrome OS não roubará uma participação muito grande do Windows no mercado, em curto prazo.

Por outro lado, o Google já tem um ótimo negócio dominando o mercado de busca, que se tornou um dos principais fatores da navegação pela web.

Apesar de o Google tomar para si o slogan corporativo de que eles “são do bem”, a ideia de uma única empresa controlar o desktop, as aplicações e os dados armazenados deve ser preocupante. Será interessante ver se a comunidade do código aberto receberá bem o sistema operacional do Google ou se eles estarão atentos às possíveis consequências desta ação.

Arranjo produtivo de TI no Paraná comemora avanços


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Associativismo impulsiona setor na região de Londrina, que terá laboratório-modelo para testes de software e Unifil é credenciado para análise do PAF-ECF

Um grupo de empresários da área de Tecnologia da Informação (TI) no norte do Paraná encontrou no associativismo uma alternativa para impulsionar seus negócios. Com a parceria de instituições de ensino, entidades de classe, associações e poder público, os empresários aceitaram o desafio proposto pelo Sebrae/PR e estruturaram, no final de 2006, o Arranjo Produtivo Local (APL) de Tecnologia da Informação de Londrina e Região, que vem trazendo grandes benefícios aos participantes.

Após três anos de atuação, o APL de TI acaba de obter duas grandes conquistas que tornam mais competitivas as empresas desenvolvedoras de softwares na região: o credenciamento do Centro Universitário Filadélfia (Unifil) para a análise de um programa que controla o funcionamento de impressoras que emitem cupons fiscais e a instalação, em Londrina, de um laboratório-modelo para a realização de testes de software. “O APL de TI quer ser reconhecido como um centro de referência em tecnologia da informação no País”, diz o consultor do Sebrae/PR em Londrina, Joel Franzim Junior.

Credenciamento

O processo de credenciamento do Unifil foi concluído no final de junho e o Centro Universitário passou a ser um órgão técnico para análise funcional do Programa Aplicativo Fiscal – Emissor de Cupom Fiscal (PAF-ECF). O PAF-ECF é um software que controla o funcionamento de impressoras que emitem cupom fiscal, utilizadas por diversos estabelecimentos comerciais.

O Unifil e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), empresa pública com sede em Curitiba, são as duas únicas entidades credenciadas no Estado a emitir laudos de análise funcional de PAF-ECF.

O uso do PAF-ECF para gerenciar a emissão dos cupons fiscais nas transações comerciais do contribuinte passa a ser obrigatório a partir de 1º de outubro de 2009. A determinação é do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e objetiva padronizar as normas seguidas pelos desenvolvedores do Programa Aplicativo Fiscal de todo o País para adequação à legislação tributária nacional.

João Carlos Monteiro, presidente do APL de TI de Londrina e Região, comenta as vantagens da cidade ter uma entidade certificadora. “Se não houvesse uma certificadora em Londrina, a empresa desenvolvedora de software interessada em homologar um Programa Aplicativo Fiscal teria que se deslocar até a capital e arcar com todas as despesas da viagem, inclusive os custos dos serviços dos profissionais envolvidos”, esclarece.

Joel Franzim destaca a importância do APL para o setor de TI de Londrina e Região. “O fato do setor estar organizado em um APL permite o desenvolvimento conjunto de soluções como foi o caso do PAF-ECF em muito menos tempo e toda a cadeia de TI ganha com isso”, opina.

Laboratório-modelo

Atendendo a um edital para projetos de inovação, o Senai Londrina, a Audare, companhia especializada em engenharia de software, e a Identech, empresa líder em identificação de chamadas telefônicas, todos integrantes do APL de TI, conquistaram no dia 26 de junho a implantação do primeiro laboratório-modelo de testes de software embarcado.

Softwares embarcados são programas que controlam o funcionamento de equipamentos como telefones celulares, aeronaves, automóveis, navios, geladeiras, televisores etc.

Rosmar Aparecido da Luz, técnico de ensino e coordenador do curso técnico em Informática do Senai, comenta detalhes do projeto. “Neste segundo semestre, nos dedicaremos à montagem do laboratório, que funcionará nas dependências do Senai Londrina, e à aquisição de equipamentos e softwares específicos. Temos um prazo de 18 meses para desenvolver uma metodologia pioneira para teste de softwares”, revela.

De acordo com Rosmar da Luz, o novo laboratório de testes de Londrina é o único na rede Senai e o primeiro do Brasil nesses moldes. Ele explica que o aumento do uso de sistemas embarcados nos últimos anos exige que as empresas reduzam o tempo de desenvolvimento do sistema e aumentem a qualidade dos produtos.

“Até o momento, cada empresa isoladamente realiza testes em softwares desenvolvidos por elas. A vantagem do laboratório, que irá atender todas as empresas interessadas, está no aumento da produtividade, na redução dos custos e na diminuição das falhas na produção dos softwares, o que resulta em maior competitividade do setor”, avalia Rosmar da Luz.

Sobre o APL de TI

O objetivo do APL de TI é ser reconhecido como um centro de referência em tecnologia da informação no País. Isso só é possível porque empresários, entidades de apoio e instituições de ensino e pesquisa atuam de forma integrada na busca da inovação e na geração de novos negócios.

Essas parcerias envolvem, entre outras atividades, o desenvolvimento conjunto de produtos ou serviços, projetos para atração de investimentos, participação em eventos, visitas a centros de referência, rodadas de negócio e a realização de treinamentos.

O APL tem a adesão de 60 empresas e várias instituições que atuam na área da TI estabelecidas no eixo entre Apucarana e Cornélio Procópio. O norte do Paraná reúne cerca de 140 empresas da área de TI.

Consultoria aponta 5 requisitos para escolher fornecedores de tecnologia


tecnologia da informação.

Relatório da consultoria Forrester indica as cinco melhores práticas de negociação para empresas na escolha de software.

Adquirir um sistema, seja ele ERP (de gestão corporativa), CRM (de gestão do relacionamento com os clientes) ou, BI (inteligência de negócios) é mais uma atividade no escopo das obrigações da área de Tecnologia da Informação. “Mas dentre todas as aquisições realizadas pelas companhias, a operação de compra de soluções tecnológicas representa a que traz mais dificuldades às empresas”, diz Ray Wang, vice-presidente e diretor de análise da Forrester Research.

Mesmo colocando de lado o estresse gerado pela negociação com fornecedores, a complexidade das novas ofertas (como SaaS – software como serviço – e virtualização, por exemplo), somada às mudanças constantes no mercado de fornecimento de tecnologia da informação, torna a aquisição ainda mais difícil. E é nisso que a empresa de pesquisas se baseou para elaborar a segunda versão de relatório que indica as melhores práticas de negociação entre as empresas envolvidas.

“Antes de assinar um contrato, os gestores devem negociar cinco quesitos com seus fornecedores”, comenta Wang, que complementa: “São eles: seleção, implementação, utilização, manutenção e migração para novas versões”. Segundo o especialista, CIOs e outros profissionais ligados à tecnologia e negócios devem incorporar essas etapas aos relacionamentos com fornecedores e estratégias de contratação.

Estes são os cinco pré-requisitos que as companhias devem exigir antes de efetuar uma aquisição de software:

Seleção: suporte de operação e para novas versões do software;

Implementação: fornecedores devem provar que executivos confiáveis estão por trás do negócio;

Utilização: permissão para que os clientes compartilhem uns com os outros as modificações que realizaram na solução;

Manutenção: exigência de que fornecedores busquem melhores opções de suporte para a companhia;

Migração: possibilidade de evolução para outras versões do mesmo software sem custo ou estresse.

Por que tudo isso é importante? De acordo com Wang, agora é a hora de as empresas buscarem a reestruturação de suas operações para resolver problemas gerados no passado e ganhar fôlego para crescer. “A maneira como elas se relacionam com os fornecedores é determinante para o sucesso dessa fase de mudanças nas companhias”.

Pagamento de compras via celular e TV digital


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As instituições financeiras, em parceria com empresas de telefonia, já colocam no mercado a possibilidade de pagamento de compras via celular.

O dinheiro será mercadoria cada vez mais rara na carteira do capixaba e do brasileiro. Prova disso são as inovações que chegam ao mercado e prometem por fim às notas de papel, aos talões de cheque e até mesmo aos cartões de crédito.

As instituições financeiras, em parceria com empresas de telefonia, já colocam no mercado a possibilidade de pagamento de compras via celular. Na área de segurança, equipamentos que utilizam o desenho das veias da palma da mão como senha para transações e a possibilidade de acompanhar, pelo celular ou smartphone, o limite de crédito de um cartão e acompanhar os gastos em aberto.

Ontem, a Vivo e a Itaucard fecharam um acordo que prevê pagamentos por meio do celular. Em etapa piloto, o projeto está disponível em São Paulo e no Rio de Janeiro. Não há previsão de quando o produto chegará aos capixabas. Para os clientes, pré ou pós-pagos, não haverá custo extra.

O serviço vai funcionar assim: toda vez que o cliente chegar a um estabelecimento credenciado, vai informar apenas o número de seu celular ao caixa. O sistema enviará automaticamente o valor da operação e uma senha gerada especificamente para aquela transação.

Basta digitá-la no terminal da loja, e o débito será lançado na fatura do cartão Vivo/Itaucard. O sistema é criptografado, uma garantia de que a mensagem não será interceptada. Como a senha é válida apenas para uma transação, não poderá ser usada novamente. Há riscos em caso de roubo do aparelho. Mas basta pedir à operadora a inutilização da função para o aparelho.

A novidade no processo é um aplicativo para celulares com tecnologia 3G. Existem algumas limitações. Apenas aparelhos Nokia e Motorola estão preparados para receber o programa, que precisa ser instalado pela página da Itaucard na internet.

No Estado, a Oi já opera com o serviço, com o chamado Oi Paggo. Pelo sistema, basta ao usuário dar o número do celular para ao lojista e autorizar a transação, que é feita por meio de torpedos (SMS) gratuitos. A empresa garante que o sistema é à prova de fraude e de clonagem e é 100% seguro.

O músico Johnys Von Rondow costuma pagar as compras em dinheiro, mas não se incomodaria de utilizar o celular nas transações. “Mas as empresas teriam que me dar garantias de que o sistema é seguro. Hoje é comum problemas com cartões de crédito”, ressalta.

Mas a transição do dinheiro físico para o digital deve demorar um pouco. Para o presidente da Associação dos Representantes dos Bancos do Espírito Santo, Jorge Eloy, os cartões de crédito e débito convencionais e os talões de cheque ainda deverão permanecer por algum tempo nas carteiras dos brasileiros.

Outras novidades no mercado

BanestesHandbank

O Banestes já detém a tecnologia do handbank. O cliente poderá realizar transações bancárias em casa, diante da TV. Esse sistema de transações financeiras é feito por meio do controle remoto da TV Digital e permite que o cliente verifique seu saldo e extratos bancários e faça pagamentos.

BB Pagamento na TV digital

Recursos vão permitir que o cliente pague conta, faça empréstimos, veja extratos e realize outras operações por meio do aparelho de televisão.

Visa Pagamento por contato do cartão

A Visa e o Bradesco lançaram um piloto com a tecnologia contactless (pagamento sem contato), chamado Visa payWave. Esse projeto com cartões Bradesco Visa payWave permitirá efetuar pagamentos em todas as lojas da rede Starbucks do país. Para realizar os pagamentos, o cliente aproxima o cartão da leitora junto ao POS para validar a transação, sem a necessidade de inserir o cartão ou digitar senha. O valor máximo para cada transação é de R$ 100,00. O cartão possui um único chip com duas possibilidades de comunicação com o terminal: inserção do cartão no terminal (com contato) e aproximação ao terminal, efetuando o pagamento.

Visanet Saque no cartão de débito

A VisaNet acaba de concluir a fase piloto do Visa Electron Troco Fácil, um serviço que permite pequenos saques nos pontos de venda credenciados por meio dos cartões de débito da bandeira. O usuário do cartão pode sacar até R$ 100,00 por transação nas compras a partir de R$ 20,00, sem qualquer custo adicional, nem para ele nem para o prestador do serviço. Ou seja, é possível pagar pelo produto e ainda sacar dinheiro da conta. Em fase de expansão, a rede credenciada já soma cerca de 1.600 estabelecimentos comerciais espalhadas pelo Brasil. O foco são segmentos que trabalham com dinheiro em caixa, como supermercados, farmácias e táxis.

Oi Pagamento pelo celular

Já está disponível no Espírito Santo. Para utilizar o Oi Paggo, basta ao usuário dar o número do seu Oi para ao lojista e autorizar a transação, que é feita por meio de Oi Torpedos (SMS) gratuitos, de forma rápida e simples, sem a necessidade do tradicional terminal de cartão de crédito/débito. O serviço é à prova de clonagem e necessita de uma senha pessoal para confirmar cada compra. Tem anuidade grátis e taxa de apenas R$ 2,50 nos meses em que o serviço é utilizado. Para se tornar usuário, o cliente Oi deve se cadastrar nas lojas da operadora ou pela central de atendimento (0800 285 3110). O serviço oferece crédito a clientes pré-pagos e pós-pagos.

Tim Ações, lotérica e Bolsa-Família no celular Parceria com a Caixa, Unibanco, BB, Itaú, Bradesco e Banco Real. Os clientes que tiverem conta nessas instituições financeiras podem realizar, pelo celular, consultas de saldos e extratos dos últimos dias e lançamentos futuros. Também é possível conferir os resultados de loterias, saldo de FGTS e acessar os calendários de pagamento do Bolsa Família e INSS. Já os correntistas do Unibanco têm a opção de consultar detalhes de fundos de investimentos, poupança ou aplicação CDB.

Análise

Será que é 100% seguro?

Gilberto Sudré – Consultor em informática

Os pagamentos feitos por meio do celular são tão seguros quanto as transações feitas na internet. O problema não é o sistema utilizado pelas empresas, mas o fato de que, muitas vezes, há vulnerabilidade na máquina de quem compra, no caso de computadores. Tanto que são raros os ataques de hackers a sites de bancos. É mais comum o atacante ir na ponta, introduzindo vírus na máquina do usuário por meio de e-mails. No caso dos pagamentos por meio do celular, há uma pequena diferença, que hoje o torna mais seguro. Essa prática ainda não é muito difundida, não há muitos usuários utilizando esse serviço. São raros os vírus voltados para celulares. A questão é se essa segurança vai continuar a mesma ou ficará mais vulnerável com o passar do tempo. À medida que esse tipo de pagamento tornar-se mais popular, a insegurança nas transações pode aumentar. Em pagamentos via tecnologia de informação, não há como garantir 100% de segurança. E esse conceito se aplica a todos os meios. Em um restaurante, é impossível saber se a máquina utilizada pelo garçom para ler o cartão de crédito é 100% segura. Por outro lado, bancos estão buscando soluções de segurança cada vez mais fortes. Hoje é possível observar que há uma série de navegadores que mostram uma tarja verde quando o site do banco é verdadeiro. Isso por conta de e-mails que remetiam a páginas falsas e colocavam em risco a segurança da conta do cliente. É importante levar em consideração que as novas ferramentas oferecidas são seguras, mas há a máquina utilizada pelo usuário, seja ela um computador ou um celular.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as tendências e inovação no setor de TI têm impulsionado as empresas de tecnologia que tem a inovação como foco nos seus produtos e soluções.

A ICOMUNI Consultoria em Tecnologia da Informação e Inovação atua em projetos de novos modelos de negócio Mobile com integração entre sistemas E-business, E-Commerce e TV Digital.

Contato:

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iPhone fica vulnerável a ataques após desbloqueio por usuário


iphone cuidados

Jailbreak do celular para o uso de aplicativos não reconhecidos pela Apple remove cerca de 80% das proteções do iPhone.

Disposto a “destravar” seu iPhone? Pois sabia que um especialista em segurança afirma que o chamado jailbreak (processo que abre o celular para aplicativos não reconhecidos pela Apple) deixa o aparelho mais vulnerável a ataques, pois desabilita a maioria das proteções originais.

A afirmação é de Charlie Miller, conhecido por vasculhar produtos da Apple em busca de falhas de segurança.  Ele já ganhou por dois anos seguidos o concurso CanSecWest, no qual computadores são invadidos em poucos minutos.  “Se você se preocupa com a segurança do aparelho, não faça o jailbreak”, afirma ele.

Miller fez a declaração durante a conferência SyScan, que acontece em Cingapura. Segundo o especialista, o processo remove cerca de 80% dos recursos de proteção do aparelho, tornando-o muito mais vulnerável. Ele afirma que a versão do sistema operacional utilizada pelo iPhone (sem alterações) é mais segura que o Mac OS X utilizado nos desktops ou notebooks, por exemplo.

Isso se deve ao fato de que várias capacidades  presentes na versão para Mac do sistema não fazem parte do software para iPhone, como suporte a Java e Flash. Além disso, o celular da Apple também não suporta recursos contidos em arquivos em PDF (responsáveis por várias vulnerabilidades do Mac OS X). Com isso, os crackers têm poucas vulnerabilidades a explorar, segundo Miller.

Para completar, os iPhones com software original são limitados a rodar aplicativos que foram aprovados pela Apple, o que significa que um cracker não pode simplesmente instalar e executar seu software no celular. E o iPhone tem proteções de hardware para os dados armazenados em sua memória.

Há dois tipos de desbloqueio do iPhone: o que permite fazer o aparelho funcionar com qualquer operadora e o já explicado jailbreak.

Adotado por muitos usuários com maior conhecimento do aparelho, esse procedimento polêmico amplia o leque de opções de softwares e operadoras, mas também pode tornar o smartphone mais lento, além de fazer o celular travar com maior frequência.