O Setor Automotivo Conectado


Sucesso sem igual no evento: “Setor Automotivo Conectado”. Evento idealizado pelo Sebrae Pernambuco da gestora Sybelly Figieira e Gleyce Ramos USEC. Correalizado pela Alpha Consultoria e Cysneiros e Consultores Associados.

PERESPECTIVAS E TENDENCIAS Setor Automotivo FLAMMARION

Perspectivas e tendências do setor automotivo foi o tema da palestra do consultor de inovação Flammarion Cysneiros no evento Oficina digital Sebrae, ocorrido em dezembro de 2017.

Destaque para a conexão das startups com os empresários do setor e para as clínicas tecnológicas de Growth Hacking aplicadas ao setor automotivo.

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Google – Breno Paredes

Mercado Livre – Henderson Ramon

Facebook / Instagram e WhatsApp – Guilherme Alves

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva (Honra) como negativa (Arrogância), dependendo das circunstâncias. Nesse caso foi uma verdadeira honra estar ao lado de pessoas tão competentes e maravilhosas.

Setor Automotivo Conectado

Novas oportunidades virão e estaremos juntos e conectados!

 

 

 

Parnaíba constrói sua vocação para tecnologia e o empreendedorismo


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A cidade de Parnaíba, no Piauí, a capital do Delta, localizada ao norte do estado a pouco mais de 300 quilômetros de Teresina (Capital) com cerca de 170 mil habitantes, tem a maior taxa de crescimento econômico do Brasil, segundo levantamento realizado pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) entre municípios do interior. A cidade é a segunda maior do estado do Piauí e a quarta no Nordeste com maiores investimentos.  Com a economia ainda baseada no agronegócio  com produção e exportação de cera de carnaúba, óleo de babaçu, gordura de coco, folha de jaborandi, castanha de caju, algodão e couro, atualmente busca alternativas na tecnologia e no empreendedorismo para fortalecer-se como Polo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Uma delas é a criação do Instituto Delta TIC’s, formado pela união de empresas parnaibanas que já vinham fazendo projetos entre si e que que  busca o desenvolvimento das tecnologias de informação na cidade de Parnaíba e consequentemente em todo estado do Piauí.  Sua fundação compreende a projeção de esforços dos empresários, pesquisadores e agentes do governo, para tornar palpável medidas consideradas ideais para o crescimento do setor, economia, qualidade de vida e campo de trabalho para os egressos de TI.

Já em seu nascimento, o Delta TIC’s, contempla uma série de inovações que se estendem desde de sua estrutura organizacional, funcional e valores almejados. Profissionalizar por meio da adesão de inovação, responsabilidade social e empreendedorismo, as empresas associadas; maximizar e compartilhar resultados do faturamento deste crescimento para que o setor se torne autossustentável gerando oportunidades para nascimento e ascensão de novos negócios; devolver à sociedade por meio de contrapartidas sociais valores humanos, qualidade de vida e oportunidades e ser uma das portas para que a academia possa ter seus resultados aplicados na forma de inovação são algumas delas.

Hoje o instituto tem uma amplo espaço num shopping onde já abriga oito empresas, uma incubadora comercial, uma incubadora acadêmica num espaço compartilhado inspirado na ideia de que todas as empresas possam ajudar-se mutuamente e na prática. As empresas mais experientes e capitalizadas contribuem para que jovens empreendedores também possam gozar de um modelo de incentivo onde todos crescem juntos, fortalecendo o segmento no Estado e desenvolvendo um sistema equilibrado.

A presença da academia nesta arquitetura é outro fator diferencial do projeto. A Academia vincula-se ao polo com a responsabilidade de doar conhecimento e incentivo à pesquisa de novas tecnologias por meio da interação entre professores e alunos e pode aproveitar a estrutura e o potencial do pólo para o desenvolvimento de soluções com aplicações tecnológicas e qualquer área do conhecimento agora poderá interagir com as contribuições que a TI oferece.  A estrutura de suporte de atuação do DELTA TIC´s está configurada assim:

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Um diferencial para o aspecto econômico do polo está centrado na organização do fluxo que envolve os agentes empresas, academia e poder público, de forma que as universidades  possam gerar conhecimento a ser absorvido pelas empresas e, por sua vez, as empresas irão gerar inovações mediante a produção de ferramentas inteligentes e desta forma, o poder público pode incentivar o desenvolvimento tecnológico, sendo ele tanto um laboratório como um utilizador direto destas novas ferramentas.

Uma vez que este ciclo ocorra e o fluxo aconteça, os empresários, a comunidade acadêmica e a população são beneficiados diretamente, tanto em aspectos financeiros como educacionais e, consequentemente, há um aumento na qualidade de vida. Para que este diferencial possua um fluxo contínuo, a capacitação dos agentes envolvidos é determinante, pois só mediante planejamento e preparo o sistema pode suportar crescimento e expansão. Além da metodologia inovadora, desenvolve-se no polo um mecanismo de expansão econômica através de um sistema diferenciado de negociação, que consiste em um novo modelo de negócio, o qual originou uma empresa para a Gestão de Negócios: Consultólogo – Rede Brasileira de Consultoria, Marketing e Representação. Mas esse é um tema para uma próxima conversa.

Por Paulo Cesar Coutinho

Aldo Rebelo recebe antecessores no MCTI


O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, recebeu em seu gabinete, nesta semana, a visita de três ex-titulares da pasta: Marco Antonio Raupp, Roberto Amaral e Sergio Rezende. Nos encontros, os antecessores falaram de suas experiências à frente do ministério e trataram sobre questões diversas relacionadas à área.

Raupp, que comandou o MCTI no período de janeiro de 2012 a março de 2013, esteve com Aldo no dia 19 de janeiro. Nortearam a conversa assuntos como o desenvolvimento tecnológico no País. Entre os pontos, iniciativas em andamento no Parque Tecnológico de São José dos Campos (PqTec-SJC), no estado de São Paulo, do qual Raupp é diretor-geral. “Uma reunião muito positiva”, definiu.

Também o ex-ministro Roberto Amaral, que se reuniu com Aldo Rebelo no dia 21 de janeiro, aproveitou o encontro para relatar um pouco sobre a sua experiência quando esteve no comando da pasta, de janeiro de 2003 a janeiro de 2004. Entre os temas pelos quais eles passaram está o Programa Espacial Brasileiro.

A conversa com Sergio Rezende girou em torno do sistema de ciência e tecnologia, que, na sua visão, deve ser visto de forma ampla, sem deixar de considerar programas estratégicos para o Brasil, como os das áreas nuclear, espacial e de luz síncrotron. “Temos muitas opiniões convergentes e ele [Aldo Rebelo] tem uma visão bastante ampla e aberta do sistema”, comentou o ex-ministro, que conduziu a pasta entre julho de 2005 e dezembro de 2010.

 

Fonte: ANPEI

Sebraetec pode ajudar sua empresa a implementar ou aprimorar o uso de tecnologias para o desenvolvimento do negócio.


Veja como o Sebraetec pode ajudar sua empresa a implementar ou aprimorar o uso de tecnologias para o desenvolvimento do negócio.

Na era do conhecimento, dados vêm e vão com grande facilidade. A velocidade e a precisão das informações definem o tamanho do seu lucro.

O que nem todo empreendedor entende é que soluções de Tecnologia da Informação não existem apenas para grandes empresas.

O Sebrae oferece aos seus clientes o Sebraetec Tecnologia da Informação e Comunicação para levar o que há de mais moderno até seu negócio.

Algumas possibilidades oferecidas pelo Sebraetec para a sua empresa:

  • Orientação para automação comercial;
  • Projetos de plataforma para venda pela internet;
  • Elaboração e desenvolvimento de sites;
  • Consultoria para inserir seus negócios nas redes sociais.

http://tv.sebrae.com.br/media/player/2254/

  • Fonte: Sebrae

Sua empresa precisa de consultoria tecnológica?

Flammarion CysneirosEmpresas de qualquer segmento podem se beneficiar do programa.

Ao receber uma demanda da micro e pequena empresa, o Sebrae solicita aos prestadores de serviços cadastrados propostas de plano de trabalho para realizar projetos de inovação e incremento tecnológico desta empresa.

Cadastre-se: www.cysneiros.com.br

Missão brasileira vai à China e à Finlândia por inovação empresarial


O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) realiza, entre 26 de maio e 6 de junho, a Missão Técnica e Empresarial 2014, com destino à China e à Finlândia. “O objetivo é fortalecer as relações entre os países na área de inovação, com foco no estabelecimento e gestão de parques tecnológicos e na criação de parcerias Brasil-China e Brasil-Finlândia entre empresas de base tecnológica”, explica o chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do ministério, Franklin Silva Netto.

A iniciativa é promovida em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti).

Segundo Franklin, a missão irá propiciar discussões sobre os modelos de inovação nos países participantes, além de visitas a parques tecnológicas e incubadoras de empresas. Também será uma oportunidade para gerar negócios entre os empresários que têm a intenção de internacionalizar os seus negócios.”

“Para os formuladores de políticas públicas, dirigentes das entidades de apoio e fomento e gestores dos parques tecnológicos no Brasil a atividade facilitará a reflexão sobre os modelos de gestão dos sistemas de inovação para promover avanços tecnológicos no desenvolvimento de pesquisa e inovação, novos produtos e processos tecnológicos”, avalia Franklin.

A missão está aberta à participação e podem se inscrever dirigentes de parques tecnológicos e incubadoras de empresas associadas à Anprotec, dirigentes das agências de fomento do governo federal e ministérios, secretários estaduais de ciência e tecnologia; presidentes de Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) ou instituições equivalentes.

São 40 vagas disponíveis e é preciso preencher e enviar o formulário de inscrição disponível no endereçohttp://www.anprotec.org.br/Relata/Formulario%20Inscricao_Missao%20Internacional_2014.docx. O prazo para a apresentação de candidaturas termina às 18 horas do dia 15 de abril.

Os documentos devem ser enviados aos cuidados de Aksara Somchinda, pelo e-mail: aksara@anprotec.org.br. Confira o regulamento da Missão Técnica Empresarial 2014 no endereçohttp://www.anprotec.org.br/Relata/Lancamento_Missao%202014.pdf.

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FONTE: ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras)

 

Feira do Empreendedor 2012: Palestras espaço do Conhecimento e Inovação


Data e Hora Tema Consultor palestrante
Qua. 17 11h – 13h – Design e inovação Luciene Torres
15h – 17h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
17h – 19h – Inovação – A porta para um novo posicionamento de mercado. Fernanda Muniz
19h – 21h – Estratégias empresariais Silvio Oliveira
Qui. 18 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Flammarion Cysneiros
17h – 19h – Por que Inovar? Fernanda Muniz
19h – 21h – Venda e Inovação Aloísio Dias
Sex.19 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Celso Perez
19h – 21h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
Sab. 20 11h – 13h – Estratégias Empresariais Silvio Oliveira
15h – 17h – Internacionalização de empresas e inovação Erica Piros Kovacs
19h – 21h – Design e Inovação Luciene Torres

Mais informações: http://www.feiradoempreendedorpe.com.br

Inscrições em economia criativa para incubadora do Porto Digital até dia 31.10


“O Porto Digital prorrogou para o próximo dia 31 de outubro o prazo final para inscrição de projetos no Centro de Empreendedorismo e Tecnologias da Economia Criativa do Porto Digital (Portomídia). Quem já se inscreveu na iniciativa poderá submeter novas versões dos trabalhos, se necessário.”.

 

Aqui segue o link do edital: http://migre.me/aKMoC

 

E aqui, o formulário de inscrição: http://migre.me/aKMth

 

(Fonte: Diário de Pernambuco)

 

 

 

 

 

Mercado de call center cresce 16,7%


Estudo revela que o setor movimentou R$ 7,8 bilhões no Brasil, em 2009

 

O mercado brasileiro de serviços de call center cresceu 16,7% em 2009, chegando à marca de R$ 7,8 bilhões. O número faz parte do estudo Call Center Services no Brasil, realizado pela IDC.

Após um período de suspense vivido em 2008, com a aplicação da Lei do SAC e o surgimento do “Do not Call” em um momento de fragilidade financeira global, a performance do mercado em 2009 era uma incógnita. Porém, o que se percebeu foi um reposicionamento dos contratantes e contratadas que trouxe transformações positivas, de acordo com Célia Sarauza, gerente de consultoria e especialista em Segurança da Informação da IDC.

“Enquanto a Lei do SAC conseguiu agilizar o amadurecimento dos processos e as operações de atendimento ao consumidor em busca de maior qualidade e eficiência, o Do not Call serviu de filtro para que as empresas não precisassem mais ligar para um público pequeno e que não desejava ser importunado com ações de telemarketing”, declara Célia.

Segundo o estudo da IDC, o número de PAs (posições de atendimento) próprias instaladas no Brasil cresceu 10%, atingindo 153,8 mil posições. Essa expansão reflete dois movimentos: crescimento da demanda por serviços de terceirização de call center, principalmente em crédito e cobrança, retenção e serviços de back-office relacionados à BPO (Business Process Outsourcing); e aumento da oferta de serviços de BPO por parte dos provedores de serviços para atender à demanda por soluções que deem visibilidade do processo como um todo para o cliente.

“O crescimento de PAs próprias só não foi maior em 2009 porque houve, neste período, um forte aumento da demanda por terceirização somente de infraestrutura”, completa a analista da IDC. A maior concentração de PAs está em São Paulo, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Ainda de acordo com a IDC, as perspectivas econômicas para o mercado brasileiro de call center são otimistas para os próximos anos. Muitos projetos de terceirização que haviam sido colocadas na gaveta em 2008/2009, começam a ser retomados em 2010.

Incubadoras reduzem risco de mortalidade entre startups


Reproduzido do EXAME.com

O ambiente de uma incubadora, como o nome sugere, é ideal para ajudar um empreendedor a amadurecer sua ideia e ser capaz, depois de um tempo, de caminhar com as próprias pernas. Há 28 anos no Brasil, o movimento de incubação de empresas evoluiu, mas ainda é menor do que em outros países, como Estados Unidos.

Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. (Anprotec), o Brasil tem mais de 400 incubadoras distribuídas em 25 estados. Para a vice-presidente da instituição, Francilene Procópio Ferreira, “nos últimos 25 anos, o Brasil tem assimilado cada vez mais que as incubadoras são um viés importante para o desenvolvimento do empreendedorismo inovador”. Já o diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), Sérgio Risola, acredita que “o momento não é de expansão, o compasso é de manutenção”.

Mais de 6300 empresas participam desse ambiente e geram um faturamento médio anual de 2,5 bilhões de reais e, sem benefícios tributários, as empresas pagam 500 milhões de reais em impostos. As incubadoras mais conhecidas são as de base tecnológica, que exigem algum tipo de inovação envolvendo tecnologia. Há também incubadoras tradicionais, mistas, sociais e culturais.

Quem pode entrar
De acordo com a Anprotec, 10 mil negócios inovadores devem ser graduados até 2020. O Ningo, site que agrega comparação e compra online, é um delas. “A incubadora traz visibilidade e transfere credibilidade para a empresa, porque são projetos que já passaram por um crivo, foram avaliados por analistas em uma pré-seleção”, diz Paulo Rogério Vieira, cofundador do Ningo e que faz parte do Cietec. Além do espaço físico, as incubadoras oferecem cursos para capacitar os empreendedores que têm um projeto inovador

Estudantes, cientistas e empreendedores que tenham uma ideia e queiram fazer parte de uma incubadora precisam certificar-se de que seu projeto é inovador antes de participar do edital. “Entra quem tem um projeto inovador, já que a incubadora acaba sendo um elo entre a empresa e a instituição de conhecimento para ajudar a desenvolver o produto”, explica Evelin Astolpho, consultora do Sebrae/SP.

Entre os pré-requisitos está a demanda por um plano de negócios. Além disso, existe a necessidade de analisar as condições econômicas para o negócio surgir e crescer. “O ponto de entrada passa pela identificação do plano de negócios”, diz Francilene. Cada incubadora abre o edital para a seleção de empresas em uma data própria. Para participar, os empreendedores pagam uma taxa mensal que varia conforme a região e o local de incubação. No Cietec, em São Paulo, por exemplo, a taxa custa entre 950 e 1760 reais.

As áreas mais buscadas em incubadoras de base tecnológica são biomedicina, biotecnologia, multimídia, educação à distância, energias alternativas, tecnologia da informação, internet, instrumentação, automação, laser, mecânica de precisão, fitoterápicos, meio ambiente, novos materiais, química fina, softwares especialistas, telecomunicação e aplicações técnicas nucleares.

O processo tem dado bons resultados nos últimos anos. “O objetivo é investir em inovação e aumentar a longevidade dessas empresas, diminuindo o risco de uma morte súbita. Nas incubadoras, a mortalidade está abaixo de 30%”, diz a representante da Anprotec.

Desafios
As incubadoras são mantidas com o apoio de políticas públicas e outros parceiros, como o Sebrae, a FIESP e associações comerciais. Mesmo tendo atingido uma maturidade, as incubadoras ainda têm dois grandes desafios para ultrapassar.

Um deles é a sustentabilidade. “As incubadoras ainda são muito dependentes de recursos públicos. O que falta acontecer é uma revisão do modelo de gestão da incubadora, um processo interno, que envolve o entorno de onde ela está instalada”, diz Francilene.

Outro desafio é a criação de mais parcerias na rede de empresas. “Como elas estão se relacionando? Precisamos atuar em rede, aprendendo e trocando ideias para maximizar a capacidade desses negócios no mercado interno e externo”, explica.

FINEP lançará nova edição do Prime até o final de 2010



 

A FINEP lançará, até o final de 2010, uma nova edição do Prime (Primeira Empresa Inovadora). Por meio de carta-convite serão selecionadas incubadoras que atuarão como operadoras descentralizadas em todo o País.

O  Prime entrou em operação no início de 2009 e seu objetivo é criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos. O Programa é voltado ao apoio de empresas inovadoras de base tecnológica que tenham até dois anos e estejam formalmente legalizadas e vai financiar empreendimentos que se destaquem pelo caráter inovador de seus produtos ou serviços. Cada projeto selecionado vai receber, inicialmente, R$ 120 mil em recursos não reembolsáveis, que serão aplicados na estruturação de planos de negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Em 2009, o Prime teve 3.154  empresas inscritas em todo o País, com um total de 16.116 postos de trabalho.  Foram selecionadas 17 incubadoras em nove estados, que atuaram como agentes operacionais descentralizados. Os três setores da economia mais presentes nas inscrições foram Informação e Comunicação (37,53%); Atividades Profissionais Científicas e Técnicas (19,48%); e Indústrias de Transformação (17,96%). Veja aqui mais detalhes de edição 2009 do Prime.

 

Fonte: Ministério da Cultura e Tecnologia