Parnaíba constrói sua vocação para tecnologia e o empreendedorismo


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A cidade de Parnaíba, no Piauí, a capital do Delta, localizada ao norte do estado a pouco mais de 300 quilômetros de Teresina (Capital) com cerca de 170 mil habitantes, tem a maior taxa de crescimento econômico do Brasil, segundo levantamento realizado pelo anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) entre municípios do interior. A cidade é a segunda maior do estado do Piauí e a quarta no Nordeste com maiores investimentos.  Com a economia ainda baseada no agronegócio  com produção e exportação de cera de carnaúba, óleo de babaçu, gordura de coco, folha de jaborandi, castanha de caju, algodão e couro, atualmente busca alternativas na tecnologia e no empreendedorismo para fortalecer-se como Polo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Uma delas é a criação do Instituto Delta TIC’s, formado pela união de empresas parnaibanas que já vinham fazendo projetos entre si e que que  busca o desenvolvimento das tecnologias de informação na cidade de Parnaíba e consequentemente em todo estado do Piauí.  Sua fundação compreende a projeção de esforços dos empresários, pesquisadores e agentes do governo, para tornar palpável medidas consideradas ideais para o crescimento do setor, economia, qualidade de vida e campo de trabalho para os egressos de TI.

Já em seu nascimento, o Delta TIC’s, contempla uma série de inovações que se estendem desde de sua estrutura organizacional, funcional e valores almejados. Profissionalizar por meio da adesão de inovação, responsabilidade social e empreendedorismo, as empresas associadas; maximizar e compartilhar resultados do faturamento deste crescimento para que o setor se torne autossustentável gerando oportunidades para nascimento e ascensão de novos negócios; devolver à sociedade por meio de contrapartidas sociais valores humanos, qualidade de vida e oportunidades e ser uma das portas para que a academia possa ter seus resultados aplicados na forma de inovação são algumas delas.

Hoje o instituto tem uma amplo espaço num shopping onde já abriga oito empresas, uma incubadora comercial, uma incubadora acadêmica num espaço compartilhado inspirado na ideia de que todas as empresas possam ajudar-se mutuamente e na prática. As empresas mais experientes e capitalizadas contribuem para que jovens empreendedores também possam gozar de um modelo de incentivo onde todos crescem juntos, fortalecendo o segmento no Estado e desenvolvendo um sistema equilibrado.

A presença da academia nesta arquitetura é outro fator diferencial do projeto. A Academia vincula-se ao polo com a responsabilidade de doar conhecimento e incentivo à pesquisa de novas tecnologias por meio da interação entre professores e alunos e pode aproveitar a estrutura e o potencial do pólo para o desenvolvimento de soluções com aplicações tecnológicas e qualquer área do conhecimento agora poderá interagir com as contribuições que a TI oferece.  A estrutura de suporte de atuação do DELTA TIC´s está configurada assim:

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Um diferencial para o aspecto econômico do polo está centrado na organização do fluxo que envolve os agentes empresas, academia e poder público, de forma que as universidades  possam gerar conhecimento a ser absorvido pelas empresas e, por sua vez, as empresas irão gerar inovações mediante a produção de ferramentas inteligentes e desta forma, o poder público pode incentivar o desenvolvimento tecnológico, sendo ele tanto um laboratório como um utilizador direto destas novas ferramentas.

Uma vez que este ciclo ocorra e o fluxo aconteça, os empresários, a comunidade acadêmica e a população são beneficiados diretamente, tanto em aspectos financeiros como educacionais e, consequentemente, há um aumento na qualidade de vida. Para que este diferencial possua um fluxo contínuo, a capacitação dos agentes envolvidos é determinante, pois só mediante planejamento e preparo o sistema pode suportar crescimento e expansão. Além da metodologia inovadora, desenvolve-se no polo um mecanismo de expansão econômica através de um sistema diferenciado de negociação, que consiste em um novo modelo de negócio, o qual originou uma empresa para a Gestão de Negócios: Consultólogo – Rede Brasileira de Consultoria, Marketing e Representação. Mas esse é um tema para uma próxima conversa.

Por Paulo Cesar Coutinho

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A nova e difícil fronteira das empresas de TI


A consolidação do mercado de tecnologia da informação no País, que resultou na criação de várias gigantes locais com faturamento acima de R$ 1 bilhão, permitiu que empresas nacionais dessem nos últimos anos os primeiros passos rumo ao mercado internacional. Nesse cenário, as companhias especializadas em prestação de serviços concorrem com um sem-número de empresas indianas, enquanto as desenvolvedoras de soluções de hardware e software disputam com grupos internacionais como Microsoft e Oracle.

Em dezembro, a prestadora de serviços Stefanini adquiriu a americana TechTeam por US$ 94 milhões e tomou a dianteira da expansão internacional entre as companhias de TI brasileiras. Segundo o sócio-fundador da empresa, Marco Antonio Stefanini, o negócio ampliou a atuação da companhia de 17 para 27 países. O empresário espera que 40% do faturamento de R$ 1 bilhão previsto para este ano venha do exterior. Das receitas externas, a metade vem nos Estados Unidos.

Com 12 mil funcionários, um terço deles fora do País, a Stefanini ainda luta contra a falta de tradição no exterior – algo que os prestadores de serviço em TI indianos têm de sobra.

Para convencer grandes clientes a trocar a Índia pelo Brasil, o empresário investe na contratação de profissionais com perfil mais sênior e na oferta de serviços customizados às empresas. Outra estratégia é apostar nos mercados onde as indianas não têm a vantagem do idioma. “Eles são muito fortes nos países de língua inglesa”, explica.

Com a compra da TechTeam, a Stefanini também reforçou seu portfólio de clientes globais, uma poderosa carta de apresentação na hora de disputar novos negócios. “Temos hoje 30 clientes mundiais. Um dos mais recentes é a Johnson & Johnson, fechado há três meses”, conta o empresário. De acordo com Stefanini, o fato de o mercado internacional crescer abaixo da média brasileira também pode ser um celeiro de oportunidades: “A Stefanini ainda pode fazer aquisições no exterior, além de enxergar um crescimento orgânico significativo.”

Mercado interno. Enquanto a Stefanini navega o mercado externo a todo o vapor, outras companhias do setor testam a temperatura das águas internacionais, preocupadas em não negligenciar o Brasil em um momento de rápido crescimento interno. O diretor de fusões, aquisições e planejamento estratégico da Tivit, André Frederico, diz que a situação das prestadoras de serviço brasileiras é diferente da realidade indiana: “Aqui, o mercado interno é bastante atraente, enquanto lá o foco está muito mais no exterior.”

Por isso, a estratégia internacional da empresa ainda está restrita a duas filiais, nos Estados Unidos e na França. Essas duas operações atendem clientes de 16 países, mas a participação internacional na receita é pequena, de 10% do faturamento anual de R$ 1 bilhão. Apesar de estar atenta a negócios no exterior, a companhia diz que a prioridade ainda é aproveitar as oportunidades de aquisições no Brasil. “Existem diversas oportunidades para a Tivit adquirir uma tecnologia específica ou entrar em um segmento em que não atua. O mercado (brasileiro) ainda continua bastante pulverizado”, diz Frederico.

Serviços integrados. Conhecida principalmente pelas soluções e pela produção de equipamentos bancários e PCs, a Itautec também tem uma forte área de serviços, que movimenta mais de R$ 400 milhões por ano, ou cerca de 30% do faturamento total. De acordo com Silvio Passos, vice-presidente da área de serviços, embora a empresa tenda a vender um pacote de soluções – equipamentos, mais manutenção e consultoria -, as chances de expansão no exterior são maiores para a oferta isolada de serviços.

Segundo ele, ao contrário do hardware e do software, que podem ser fabricados em qualquer lugar e distribuídos para todo o mundo, o serviço exige maior conformidade com as especificidades locais. E é nesse aspecto que aumentam as chances das companhias brasileiras de concorrer com os rivais indianos. “A Índia avançou mais em serviços remotos, como call centers, e tem mão de obra qualificada e relativamente barata, além da vantagem em mercados de língua inglesa. Mas eles têm dificuldades em outros locais, o que pode ser uma oportunidade para o Brasil.”

Conhecida pelo desenvolvimento de soluções, a Totvs se prepara para dar passos mais firmes em direção ao mercado externo. Ao contrário das empresas de serviços, a companhia – um símbolo da consolidação do mercado de TI no País, tendo participado de 40 processos de fusões e aquisições nos últimos oito anos – tem o desafio de enfrentar a concorrência de pesos pesados como Microsoft e Oracle.

Segundo José Rogério Luiz, vice-presidente da Totvs, a empresa é a sétima maior produtora de software do mundo e tem faturamento superior a R$ 1 bilhão. A companhia tem subsidiárias na Argentina, México e em Portugal, que respondem por 5% de seu faturamento. Sem revelar detalhes, Luiz diz que a empresa pretende “botar uma energia mais forte” em sua atuação externa nos próximos dois anos. Ele adianta, porém, que a base da expansão será inicialmente o mercado latino-americano.

Incubadoras reduzem risco de mortalidade entre startups


Reproduzido do EXAME.com

O ambiente de uma incubadora, como o nome sugere, é ideal para ajudar um empreendedor a amadurecer sua ideia e ser capaz, depois de um tempo, de caminhar com as próprias pernas. Há 28 anos no Brasil, o movimento de incubação de empresas evoluiu, mas ainda é menor do que em outros países, como Estados Unidos.

Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. (Anprotec), o Brasil tem mais de 400 incubadoras distribuídas em 25 estados. Para a vice-presidente da instituição, Francilene Procópio Ferreira, “nos últimos 25 anos, o Brasil tem assimilado cada vez mais que as incubadoras são um viés importante para o desenvolvimento do empreendedorismo inovador”. Já o diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), Sérgio Risola, acredita que “o momento não é de expansão, o compasso é de manutenção”.

Mais de 6300 empresas participam desse ambiente e geram um faturamento médio anual de 2,5 bilhões de reais e, sem benefícios tributários, as empresas pagam 500 milhões de reais em impostos. As incubadoras mais conhecidas são as de base tecnológica, que exigem algum tipo de inovação envolvendo tecnologia. Há também incubadoras tradicionais, mistas, sociais e culturais.

Quem pode entrar
De acordo com a Anprotec, 10 mil negócios inovadores devem ser graduados até 2020. O Ningo, site que agrega comparação e compra online, é um delas. “A incubadora traz visibilidade e transfere credibilidade para a empresa, porque são projetos que já passaram por um crivo, foram avaliados por analistas em uma pré-seleção”, diz Paulo Rogério Vieira, cofundador do Ningo e que faz parte do Cietec. Além do espaço físico, as incubadoras oferecem cursos para capacitar os empreendedores que têm um projeto inovador

Estudantes, cientistas e empreendedores que tenham uma ideia e queiram fazer parte de uma incubadora precisam certificar-se de que seu projeto é inovador antes de participar do edital. “Entra quem tem um projeto inovador, já que a incubadora acaba sendo um elo entre a empresa e a instituição de conhecimento para ajudar a desenvolver o produto”, explica Evelin Astolpho, consultora do Sebrae/SP.

Entre os pré-requisitos está a demanda por um plano de negócios. Além disso, existe a necessidade de analisar as condições econômicas para o negócio surgir e crescer. “O ponto de entrada passa pela identificação do plano de negócios”, diz Francilene. Cada incubadora abre o edital para a seleção de empresas em uma data própria. Para participar, os empreendedores pagam uma taxa mensal que varia conforme a região e o local de incubação. No Cietec, em São Paulo, por exemplo, a taxa custa entre 950 e 1760 reais.

As áreas mais buscadas em incubadoras de base tecnológica são biomedicina, biotecnologia, multimídia, educação à distância, energias alternativas, tecnologia da informação, internet, instrumentação, automação, laser, mecânica de precisão, fitoterápicos, meio ambiente, novos materiais, química fina, softwares especialistas, telecomunicação e aplicações técnicas nucleares.

O processo tem dado bons resultados nos últimos anos. “O objetivo é investir em inovação e aumentar a longevidade dessas empresas, diminuindo o risco de uma morte súbita. Nas incubadoras, a mortalidade está abaixo de 30%”, diz a representante da Anprotec.

Desafios
As incubadoras são mantidas com o apoio de políticas públicas e outros parceiros, como o Sebrae, a FIESP e associações comerciais. Mesmo tendo atingido uma maturidade, as incubadoras ainda têm dois grandes desafios para ultrapassar.

Um deles é a sustentabilidade. “As incubadoras ainda são muito dependentes de recursos públicos. O que falta acontecer é uma revisão do modelo de gestão da incubadora, um processo interno, que envolve o entorno de onde ela está instalada”, diz Francilene.

Outro desafio é a criação de mais parcerias na rede de empresas. “Como elas estão se relacionando? Precisamos atuar em rede, aprendendo e trocando ideias para maximizar a capacidade desses negócios no mercado interno e externo”, explica.

Área de risco será foco dos investimentos em TI no setor financeiro


Investimentos TI

Prioridade em 2009, seguido por consolidação de data centers e segurança em serviços online

Os investimentos em tecnologia da informação de empresas do setor financeiro, como bancos e corretoras de valores, devem ter um aumento moderado ao longo de 2009, segundo o estudo “Emerging From a Crisis, a Sybase Study on Capital Markets”, realizado pela IDC Financial Insights, a pedido da fornecedora de soluções de mobilidade Sybase.

A área de risco deve receber a maior parte dos recursos, especialmente o setor de conformidade. Em infraestrutura, tem destaque a consolidação de data centers, enquanto o tema segurança aparece como prioridade entre os investimentos em Web. No que diz respeito à área de atendimento ao cliente, tecnologias de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) estão no foco dos gestores de tecnologia da informação.

A análise indica também que investimento em tecnologia é um dos fatores apontados por empresas do setor financeiro como fundamental para o sucesso da corporação no longo prazo. Outros pontos considerados fundamentais para o sucesso das empresas são inovação, capacidade de capitalização e atendimento ao cliente.

Em relação à inovação, o estudo alerta que esse aspecto é o mais “ilusório”, uma vez que muitas vezes ela sofre cortes drásticos durante períodos de baixa na economia, mas as empresas devem manter verbas para inovação. A pesquisa ensina que “o segredo em épocas difíceis é não descartar todos os projetos de inovação, mas sim explorar ideias econômicas que possam ser levadas adiante rapidamente e gerar grandes dividendos”.

Justamente por ser considerado um fator diferencial no que tange ao sucesso da empresa, o atendimento ao cliente é uma das áreas que mais merece a atenção dos executivos de tecnologia da informação em relação a investimentos.

No ranking de importância para o sucesso futuro da empresa, “atendimento a clientes” recebeu 35% das respostas; seguido por “capacidade de capitalizar-se”, com 24%; “acesso a mercados globais” e “inovação”, ambos com 13%; “investimento em TI”, com 8% e “expansão para novos produtos e serviços”, com 6% das respostas.

O estudo foi realizado no primeiro trimestre de 2009, com 200 empresas usuárias e fornecedoras de tecnologia da informação para o setor financeiro.

Curso de Geração de Demanda e Oportunidades


Demanda e Oportunidades

O SEBRAE – PE em parceria com o Porto Digital, Softex Recife, Assespro e SEPROPE dentro da sua missão de ampliar a capacidade competitiva das empresas do ecossistema de Pernambuco através do fornecimento de conhecimento e melhores práticas na utilização de ferramentas gerenciais, apresenta a ementa do curso de Geração de Demanda e Oportunidades para empresas de TIC, a ser realizado nos dias 01 E 02 de Julho de 2009 no CEE do SEBRAE PE das 13:30 as 21:30.

Público-Alvo: Executivos, estudantes e profissionais da área de vendas, com foco em produtos do mercado de TIC.

Carga Horária: 16 horas

Horário: 13:00 às 22:00 horas

Local: SEBRAE – PE (Rua Tabaiares, nº360 – Ilha do Retiro – Recife – CEP: 50750-230).

Material Didático: Apostilas e material para exercícios práticos.

Instrutor responsável: Rafael Fernández

Mais de dez anos de experiência na área de canais de distribuição, tendo atuado no segmento de TI como gerente de parceiros na Microsoft e gerente de canais na Gemco e na Positivo Informática.

Tem grande experiência no desenvolvimento, estruturação e gestão de plano de canais e gerenciamento de revendas, tendo realizado diversos treinamentos comerciais para revendas.

Na Positivo Informática foi responsável pelo empacotamento do produto (Positivo Network Manager – que antes atendia apenas o segmento de governo) para levá-lo ao mercado corporativo, criando os contratos, acordos e pedidos, e ainda acompanhou a gestão do produto para que houvesse a devida evolução. Estruturou os processos internos para possibilitar a venda em escala do produto e criou os controles de gerenciamento das vendas diretas e indiretas e pagamentos de comissões das revendas. Desenvolveu e executou o plano de canais para a captação, capacitação e gestão das revendas que comercializam o produto e ainda acompanhou o plano de marketing para o produto junto com o departamento de marketing. É graduado em Marketing pela Universidade Nove de Julho e realizou diversos cursos em liderança, técnicas de vendas, estratégias de marketing e canais de distribuição.

Atualmente é consultor da ADVANCE Marketing, empresa especializada em treinamento e consultoria em gestão, marketing e vendas para empresas de TI, e, com escritórios em Miami, São Francisco, México, Buenos Aires e Nova Zelândia.

Investimento:  R$ 300,00

– Em até 3x s/ juros no Hiper ou Visa com inscrição no local.

– Deposito bancário identificado: Banco do Brasil Agencia 3434-7 Conta 6096-8 Cod. Identificador: 464430

Após o pagamento, enviar o comprovante para o fax 2101-8555 e ligar para Deuziano para confirmação de inscrição.
– Informações no (81) 2101-8428

– Inscrições: Deuziano ( deuzianop@pe.sebrae.com.br ) – Telefone: +55 (81) 2101.8423 (das 09:00 as 16:00)

Após o treinamento, cada participante receberá um certificado internacional.

Programa:

 O curso deverá ter 16 horas aula e contemplar a seguinte ementa, com aulas expositivas, exercícios e dinâmicas em sala de aula:

Principais objetivos da implementação de engenhos de geração de demanda
Como alinhar as ações de geração de demanda com a estratégia da empresa
Definição de mercado-alvo
Explicação da dinâmica do treinamento e definição dos grupos
Estratégia
 
Matriz de investimentos x ROI (retorno do investimento)
Atividades que geram bons resultados com pouco investimento
Atividades com investimentos elevados
Atividades com baixa efetividade
Atividades para clientes Tier 1
Atividades para clientes Tier 2
Atividades para demais clientes
Melhores práticas incluindo:
Ponto fundamental: não fazer ações isoladas
Principais atividades de geração de demanda 
 
Importância de campanhas estruturadas
Como escolher as campanhas
Como planejar as campanhas
Cronograma de eventos e campanhas da concorrência
Cronograma de eventos importantes de terceiros
Como estruturar as campanhas
Como envolver outras áreas da empresa
Como comunicar para a sua empresa e para o seu canal
Como comunicar para o mercado
Campanhas estruturadas
 
Que imagem você quer passar para o mercado?
Exemplo de posicionamento de algumas empresas
Credenciais da empresa: competências, referências e casos de sucesso
Exemplo de uso e divulgação de credenciais
Formas de comunicação para os clientes
Posicionamento para o mercado
 
Etapa 1 – Escolha do produto ou serviço
Etapa 2 – Preparação do material e do evento
Etapa 3 e 4 – Atividades pré-evento
Etapa 5 – Evento
Etapa 6 – Atividades pós-evento
Etapa 7 – Transformando o evento em venda
Etapa 8 – Análise de resultados e ajuste do engenho
Como criar um engenho de geração de demanda
Criando um engenho passo-a-passo
Engenho de geração de demanda
 
Etapa 1 – Organização de um banco de dados
Etapa 2 – Descobrindo as preferências dos clientes
Etapa 3 – Desenvolvimento do material de apoio
Etapa 4 – Identificação e qualificação das oportunidades
Etapa 5 – Mapeamento entre vendedores e oportunidades
Etapa 6 – Acompanhamento do processo de vendas
Como criar um engenho de geração de oportunidades
Criando um engenho passo-a-passo
 Engenho de geração de oportunidades
 
O ciclo de adoção de tecnologias
Relação “fornecedor x canal x cliente” em cada fase da vida do produto
Desenvolvendo estratégias competitivas
Monitoramento da concorrência e inteligência de marketing
Exemplos de propagandas e campanhas de TI
Estratégias competitivas
 
Escolha de indicadores de desempenho e associação de métricas de vendas
Investimentos e retorno sobre o investimento
Estabelecimento de metas, objetivos e responsabilidades
Envolvimento de outras áreas e “Shared Goals”
Relatórios e reuniões de acompanhamento
Pesquisas de mercado para medir eficácia dos programas
Gestão do programa

Inscrições: Deuziano ( deuzianop@pe.sebrae.com.br ) – Telefone: +55 (81) 2101.8423

Cresce investimento em TI


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Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostra que infomatização aumentou, em média, 16% no país.

As empresas brasileiras não só estão mais informatizadas, como estão gastando mais com tecnologia. Um estudo divulgado na última semana pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, parte integrante da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), mostra que o grau de informatização dos setores de comércio, indústria e serviços cresceu significativamente entre os anos de 2007 e 2008.

O mesmo estudo revela que as empresas também aumentaram seus investimentos em TI, na mesma medida em que os preços diminuíram. Um estudo paralelo constatou que boa parte das empresas usam comércio eletrônico, considerado de alto nível no País pela FGV.

Segundo o estudo, o uso de tecnologia, especialmente informatização e conectividade, aumentou em média 16% no País. O gasto das empresas com tecnologia também subiu. Antes, as companhias dedicavam cerca de 5% de suas receitas em TI e agora o valor subiu para 6% em média.

O número acompanhou o aumento da informatização geral do País, que chegou a 60 milhões de computadores no ano passado, com previsão de 100 milhões em 2012. Já o número de funcionários usuários de computadores nas empresas cresceu 13%, o que é considerado um dado positivo pela FGV.

A análise da fundação é que o crescimento desigual do número de computadores e de usuários contribui para a paridade de usuários por micro, que passou de três para 1,1 em 2008. Outra relação que diminuiu foi a de funcionário por teclado na empresa. Antes eram 20 profissionais com acesso a um PC em cada companhia e, hoje, o número caiu para 1,7 empregado por micro.

O uso da internet também aumentou. O estudo mostra que 99% das empresas têm site na internet e 56% dos seus funcionários estão conectados no trabalho. Já a média de velocidade dos links é de 2 Mbps e cerca de 98% dos computadores das empresas estão em rede.

Até mesmo pelo histórico de utilização de tecnologia, o segmento que mais se destacou foi o de bancos, parte do setor de serviços. O gasto geral das instituições financeiras cresceu mais de 11% em 2008, bem acima da média. Curiosamente, o segmento de comércio apresentou crescimento menor que a média, com 2,5% de aumento. Na indústria, o destaque foi para o segmento de química petroquímica, com crescimento igual à média.

Numa pesquisa paralela, a FGV detectou que a inserção do comércio eletrônico no Brasil já pode ser considerada avançada. Até pela natureza do negócio, o segmento comércio lidera o ranking, com 55% das empresas, tendo setores específicos dedicados ao comércio eletrônico. Das empresas voltadas a serviços, 40% praticam vendas online. Cerca de 30% do segmento indústria fazem negócios pela internet.

ERP para Micro e Pequenas Empresas


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Hoje, os mercados tradicionais de ERP na Europa Ocidental e EUA estão ficando saturados: o centro de gravidade está mudando tanto para o leste como para o mercado intermediário. Sorbie, presidente de uma companhia que se orgulha de ter respostas rápidas para os novos mercados, diz que seus clientes deverão agora vir mais dos setores de defesa, segurança nacional e energia do que do setor de manufatura. “Não estamos prevendo crescimento nos EUA e na Europa Ocidental para os sistemas de ERP voltados para o setor industrial. Essa demanda mudou para o Leste Europeu e a região da Ásia-Pacífico”.

Portanto, para empresas como a SAP e a Oracle, o truque vem sendo reescrever seus sofisticados sistemas para que eles se encaixem nas companhias menores, ao mesmo tempo em que enfrentam outros fornecedores, como Microsoft, IFS, Infor, Epicor e Sage, que veem o mercado intermediário como seu território de caça natural.

“Inside-ERP”, um guia de compras dedicado ao mercado de companhias médias e publicado pela Tippit, observa que os vendedores estão reduzindo a complexidade de seus sistemas. Ele afirma: “Os vendedores estão facilitando o uso das soluções de ERP e simplificando sua implementação, além de reduzir o grau de personalização necessário para que elas se encaixem nas necessidades do cliente, principalmente com a criação de características que suportam certos aspectos dos negócios que são comuns a organizações de médio porte de um determinado setor. Por exemplo, um sistema de ERP desenvolvido para a indústria da moda precisa usar matrizes específicas para roupas, como tamanhos, cores e estilos”.

Os ERPs modernos são formados por um conjunto de módulos centrais, normalmente de inteligência empresarial, gerenciamento de relações com os clientes, administração financeira, gerenciamento de capital humano, operações de produção e gerenciamento da cadeia de fornecimento. São programas, segundo Sorbie, que pegam todas as informações complexas associadas a um projeto e as apresentam de uma maneira que permite a alguém da cúpula administrativa ver rapidamente onde a empresa está, em vez de recorrer a uma infinidade de planilhas.

O guia Inside-ERP sugere que um sistema de produção enxuto, a administração dos processos de negócios, o gerenciamento dos ativos da empresa e a administração das relações com os fornecedores são possibilidades adicionais. A publicação observa que “a queda dos custos dos equipamentos, da tecnologia de infraestrutura e dos programas de ERP colocam uma versão moderna desses outrora pacotes épicos de gerenciamento empresarial ao alcance de qualquer companhia de médio porte”.

E as vantagens são reais. Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture, 76% das empresas consultadas na América do Norte e no Reino Unido disseram que os sistemas de ERP contribuíram para a vantagem competitiva e o valor estratégico de suas organizações.