Tendências e Inovação no Varejo


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ACA

Comércio em Ação ACA | SENAC | SEBRAE

Palestrante: Flammarion Cysneiros

A internet revolucionou muita coisa nos últimos anos. E uma delas foi a forma de encontrar produtos e serviços. O que antes se encontrava pela lista telefônica agora se procura no Google.

O Google, por sua vez, entrega ao internauta uma gama de informações sobre o assunto pesquisado. Isso tem elevado o nível de exigência do consumidor sobre os produtos que compra. O consumidor agora não aceita mais só a informação fornecida pelo vendedor…. agora ele vai às compras munido de informações sobre as especificações dos produtos que quer adquirir.

“E aí apenas ter conhecimento sobre as especificações técnicas dos produtos … já não surpreende o consumidor. E consumidor gosta de ser surpreendido! É preciso inventar, imaginar, inovar na forma de atender esse novo tipo de cliente!” Afirma Flammarion Cysneiros, da Cysneiros Consultores Associados.

Por isso, estar antenado com informações atualizadas sobre a constante evolução das práticas de consumo, é fundamental. Ou seja, é preciso buscar conhecimento sobre o mercado e as formas de abordagens desse consumidor.

Segundo Flammarion, “públicos diferentes tem necessidades diferentes.” E é preciso ficar muito atento a esse conceito para oferecer o produto certo, para o consumidor certo da maneira que ele quer receber. “O que o cliente quer é uma melhor experiência de compra”. Completa Flammarion.

E é aqui onde a inovação se encontra com o varejo:

Como inovar para esse público cada vez mais exigente?

Como inovar para um público que a cada dia tem experiências de compra mais inovadoras?

As perguntas dão difíceis de responder! Mas, o consultor da Cysneiros, deixou 11 dicas básicas que podem auxiliar a formatar ideias inovadoras e possíveis de serem aplicadas.

1 –  Sair para vender – existem várias formas de levar o produto até o cliente.

2 –  Faça reuniões breves com a sua equipe de atendimento – ouça quem está em contato direto com o seu cliente.

3 –  Compre bem – negocie valores com fornecedores.

4 –  Esteja na internet – isso é fundamental nos dias de hoje.

5 –  Expanda o negócio – encontre nichos de mercado que ainda não foram explorados.

6 –  Atente aos mínimos detalhes – pois os clientes estão cada vez mais exigentes.

7 –  Personalize o atendimento para os diferentes públicos que atende.

8 –  De vez em quando, saia da retaguarda e vá conversar e ouvir o que o seu cliente tem a dizer sobre o seu negócio.

9 –  Crie formas inusitadas de se comunicar com o seu cliente.

10 –  Escreva sobre sua empresa- formalize as normas de conduta e atendimento ao cliente.

11 –  Inove! Se renove sempre!

Fonte: http://www.acaonline.com.br/tendencias-e-inovacao-no-varejo/

Leve essa palestra para sua cidade!

Palestra Tendências e Inovações no Varejo
Consultor: Flammarion Cysneiros
Cv. Lattes: http://bit.ly/lattesFlammarion
E-mail: contato@cysneiros.com.br
Fone: (81) 3052-1775
www.cysneiros.com.br

 

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A Lógica do Consumo mais emocional que racional.


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1. MEDO
Se você não comprar, seu mundo vai acabar. Usar medo e punição para vender é uma arma poderosa, que se enraíza em nossos instintos de sobrevivência e controle do ambiente. Ninguém quer passar por dificuldades por causa de uma decisão errada na hora de gastar. Tocar o terror lembra você disso. E a razão está em um mecanismo do seu cérebro – os chamados “marcadores somáticos”, descritos pela primeira vez pelo neurocientista português António Damásio. Esses marcadores são atalhos que nos ajudam a fazer escolhas com base naquilo que já vivemos ou sabemos, tornando automáticas nossas ações do dia a dia. Por exemplo, não colocamos a mão no fogo porque o cérebro aprendeu que isso provoca dor. O marcador para “fogo” é associado ao marcador “dor”, e isso nos livra de ter que raciocinar toda vez que chegamos próximo a uma fogueira. A estratégia do medo usa esse mecanismo, segundo Martin Lindstrom, autor de A Lógica do Consumo.

“Chega de lágrimas”
Há mais de 50 anos, a Johnson & Johnson usa esse bordão nas campanhas do seu xampu infantil. Já o antisséptico Merthiolate repete o slogan “não arde”, em oposição à sua antiga fórmula dolorosa.

“Pirataria é crime”
A indústria audiovisual brasileira não se atualizou na velocidade dos downloads piratas. Qual a estratégia então? Campanhas voltadas para o medo da punição e para a chantagem emocional: dar o troco para o dvd pirata em balas de fuzil ou mostrar o pai de família ouvindo do filho que copiar a lição do coleguinha não tem problema.

Vai que…”
O bordão da recente campanha da Bradesco Seguros parte para o medo do futuro. Aqui, o importante não é se diferenciar da concorrência, mas lembrar das incertezas da vida – e dizer que está ali pronta para ajudar.

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2. RELIGIÃO
Faça suas orações, pois você está prestes a gastar. Para conquistar consumidores fiéis, algumas campanhas publicitárias atribuem a marcas elementos característicos de uma religião: pertencimento a um grupo, missão definida, histórias e fábulas envolventes, inimigo definido, líder carismático, pregação, mistério, símbolos e rituais. A ideia é simples: o que importa na hora de comprar não são as características do produto, mas a fé na marca e a esperança de ter uma experiência transcendental ao entrar para seu rebanho de consumidores. E a coisa funciona mesmo. Uma pesquisa realizada por cientistas das Universidades de Montreal, Canadá, e Warwick, Inglaterra, com 2 mil pessoas mostrou que marcas fortes desencadeiam na cabeça dos consumidores a mesma atividade cerebral que a reza engatilha em freiras carmelitas.

Pertencimento ao grupo
O slogan “Eu sou brahmeiro”, da Brahma, deixa claro: quem bebe essa cerveja tem comportamento e valores próprios, que o diferenciam de outras pessoas. É algo importante para o brahmeiro, mas que pouco diz, por exemplo, sobre a bebida.

O messias e o templo
Possivelmente a Apple seja a marca que mais se assemelha a uma religião. Vazamentos de informação industrial alimentam uma aura de mistério em torno da próxima iCoisa. Isso só se resolve quando Steve Jobs surge inesperadamente para a grande revelação. Em seguida, consumidores partem em peregrinação às lojas-templo da marca.

Missionarismo
A campanha “Existem razões para acreditar”, da Coca-Cola, divide o mundo entre uma maioria de pessoas boas (com as quais ela se identifica) e uma minoria má, responsável por guerras, poluição e corrupção. Aqui, o foco não é mostrar o produto, mas estar do lado do bem e inspirar otimismo. Para isso, não faltam coral infantil, cenas de aniversário e imagem do sol estourado no céu azul.

 

velvetines consumo flammarion Cysneiros e consultores razao e emocao 0033. PRESSÃO DO GRUPO
Você pode não gostar de um produto, mas basta notar que as pessoas à sua volta acham o contrário para você pensar duas vezes. Somos muito influenciáveis, e mostrar que várias pessoas já aprovam algo é uma maneira de vender sem necessariamente falar do que está à venda, segundo David H. Schaefer, professor de administração e marketing no Sacramento College. Uma das explicações é que certas áreas do nosso cérebro ativadas quando nos sentimos bonitos ou temos dor também são ativadas ao observarmos alguém na mesma situação.

“Beleza real”
A campanha da Dove que mostrava mulheres fora do padrão de beleza de celebridades era um recado da Unilever: você pode usar também, como todas essas pessoas do mundo real.

“Todo mundo adora”
Mais direto que esse bordão de uma campanha recente da montadora Volkswagen, impossível. Ao apelar para a popularidade, ela espera que você se renda também, sem partir para argumentos mais racionais.

“A marca no 1 em recomendação dos dentistas”
O slogan da Oral-B é um clássico das marcas de escovas e pastas de dente. Se os dentistas recomendam, por que nós iríamos discordar? Assim fica fácil a Maria ir com as outras. Mas quem são esses dentistas? Quantos deles recomendam? Isso não fica em primeiro plano.

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consumo flammarion Cysneiros e consultores razao e emocao 0014. HUMOR
A publicidade brasileira é craque em fazer anúncios com humor ou coisas absurdas. A intenção é criar uma boa lembrança de seus produtos. Você se lembra da piada, dá uma risada e a associa, ainda que inconscientemente, à marca. Não que você sairá comprando porque achou uma sacada engraçada. Mas a decisão de compra é influenciada por fatores irracionais como essa lembrança. Martin Lindstrom explica em A Lógica do Consumo que todo dia novos marcadores são acrescentados ao nosso cérebro e as empresas estão na disputa para entrar nesse arquivo de atalhos mentais. A estratégia, então, é criar uma situação memorável que será associada ao “marcador” do produto. O único cuidado é para não cair em campanhas em que a piada é memorável, mas a marca, não.

Adocica, meu amor…
Você não precisa nem gostar de cerveja para se lembrar do personagem de blazer de ombreira e sunga de crochê em um churrasco. Claro, falar da cerveja Skol não é o foco – a marca já está associada a algo memorável.

Cachorro-peixe
A história do moço que tem um animal imaginário híbrido de cachorro e peixe é memorável pelo absurdo. Mas o carro Space Fox, que estava sendo anunciado, aparece em ação somente nos últimos 6 segundos.

Tio da Sukita
Um homem de meia-idade tenta, sem sucesso, bancar o galã com sua vizinha mais nova de prédio. O comercial virou febre no final dos anos 1990, e o personagem do “tio” continua sendo lembrado.

cerebro consumo flammarion Cysneiros e consultores razao e emocao 0015. DESVIO DA ATENÇÃO
Quem anuncia quer atenção, certo? Nem sempre. Uma técnica importante para quem quer vender é desviar a atenção do produto. Isso acontece porque alguns deles têm algo de desagradável ou inconveniente. Em As Mentiras na Propaganda e na Publicidade, Guy Durandin, professor de psicologia social da Universidade Paris 5, diz que, no final dos anos 1970, as companhias aéreas descobriram, por meio de estudos psicológicos, que seus passageiros tinham sentimentos angustiantes de separação e perigo. Elas passaram, então, a focar em outros aspectos não relacionados ao voo, como o conforto da classe executiva e a ausência de escalas. Isso pode acontecer com qualquer produto. A ideia é diluir coisas que possam estimular sentimentos negativos.

Estilo de vida
Nos anos 1980 e 1990, as campanhas do cigarro Free incluíam frases que beiravam a filosofia de boteco e imagens de um estilo de vida bacana – pintores e músicos em seus estúdios, jovens na praia… Nisso, o lado negativo do cigarro ficava em segundo plano.

Alfredo…
A imagem de um cachorrinho comunica muito mais fofura do que qualquer descrição de papel higiênico. Mas pétalas de rosa, coelhinhos, elefantinhos e o Reynaldo Gianecchini vestido de mordomo também desviam o consumidor da, digamos, finalidade do produto.

apple consumo flammarion Cysneiros e consultores razao e emocao 0026. REFLEXO
Se você comprar, vai se sentir como as pessoas da propaganda. O mecanismo usado pelos anúncios com celebridades é o dos neurônios-espelho – aqueles que fazem refletir na gente aquilo que outros experimentam. Aqui, pouco importa o que o produto tem a oferecer em termos práticos, mas sim a capacidade do anúncio de reproduzir sentimentos. Para a publicidade, portanto, a importância de quem aparece é grande. Os garotos-propaganda têm que ser modelos não só de beleza, mas de sucesso, talento e ficha-limpa. Ídolos por definição.

O craque
Kaká é usado como garoto-propaganda da Gillette para homens se espelharem no meia do Real Madrid. Diante disso, pouco importa saber em que a marca é melhor que a concorrência.O virtuose
Em anúncios de instrumentos musicais, quase todas as marcas usam a imagem e o testemunho de músicos consagrados – os chamados endorsers, como o falecido Jimi Hendrix, no caso das guitarras Fender. A ideia não é apenas que esses ídolos aprovam a marca, mas que você também poderá se sentir um virtuose da música se comprar seus instrumentos.

A musa
Anúncios de produtos para cabelo, como este da linha Clear, mostram modelos com fios que nenhum ser humano normal é capaz de manter.

Saiba mais
A Lógica do Consumo
Martin Lindstrom, Nova Fronteira, 2009

 

Palestra:

Tendências e Inovações no Varejo no Brasil e no Mundo

Palestra Tendencias e Inovacões no Varejo 2016 - ACA - Flammarion Cysneiros

Contatos e reservas:

Leve para sua cidade!

Palestra: Tendências e Inovações no Varejo no Brasil e no Mundo


Palestra Tendencias e Inovacões no Varejo 2016 - ACA - Flammarion Cysneiros

Fatos relevantes:

  • O Varejo precisa se reinventar
  • Os clientes ditam como querem consumir
  • Precisamos fazer diferente
  • Novos nichos de mercado e oportunidades surgem a todo instante
  • Você está preparado?

 

Temas abordados:

Essa palestra se aplica perfeitamente para o momento em que os empreendedores precisam usar a criatividade e de inovações para reinventar a forma de vender no varejo.

 

» 5 lições do varejo americano para empreendedores brasileiros

» Menos crise e mais readequação

» 3 Tendências Definitivas para o varejo brasileiro

» As 5 Tendências de Consumo de 2016

» As 6 Tendências do Varejo para 2016

 

Público Alvo:

  • Empreendedores e Empresários que pretendem, inovar para um varejo mais eficiente que possibilite alcançar e atrair novos clientes e converter vendas.

 

Duração:

  • 1 hora (em casos especiais pode ser até 2 horas)

 

Palestrante:

  • Flammarion Cysneiros Jr.
  • Consultor Sênior de Inovação e Empreendedorismo (SEBRAE)
  • Mestrando em Inovação e Desenvolvimento (FG – Laureate University)
  • MBA em Empreendedorismo e Gestão Empresarial (FGV/SENAC/SEBRAE)
  • Sócio da Cysneiros e Consultores Associados
  • Ministrou mais de 100 palestras em todo Brasil e América Latina.

Flammarion-Cysneiros-Palestrante-Consultor

Recursos necessários:

  • Data-show
  • Flipchart
  • Caixa de som e microfone
  • Internet Wi-fi (Para divulgação marketing Digital)

Contratação:

  • Boleto ou depósito bancário
  • Banco Itaú: Agência: 3175 | Conta Corrente: 11024-0
  • Cysneiros e Consultores Associados
  • Cnpj: 05.826.156/0001-40

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Coloque agora seu varejo na era digital


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As tecnologias digitais têm influência decisiva sobre 36% das compras online realizadas no mundo, segundo a consultoria americana Deloitte. De acordo com Alison Kenney Paul, vice-presidente de Distribuição e Varejo da Deloitte nos EUA, 84% dos compradores usa o aparelho antes ou durante a jornada de compra. “Os smartphones influenciaram vendas no valor de US$ 593 bilhões em 2013”, disse a consultora, durante palestra realizada ontem em Nova York, no Retail’s Big Show, o maior encontro de varejo do mundo. “Usuários de smartphones compram 40% a mais do que clientes convencionais.”

Segundo a consultora, muitos empreendedores têm encarado a questão digital da maneira errada. “Não se trata de saber quantas pessoas efetivamente compram usando o celular: o importante é marcar presença na vida desse usuário antes, durante e depois da compra”, diz. Na visão da consultoria, é preciso parar de pensar na loja física e nos canais digitais como se fossem coisas separadas. “Quanto mais pontos você tiver digitalmente, mais poderá influenciar seu consumidor. Confira a seguir sete estratégias para seu varejo entrar no mundo digital.

1. Seja consistente O cliente não faz diferença entre o online e o físico: a mensagem tem que ser a mesma nos dois. Os estoques devem ser integrados e a oferta deve ser igual. Mas, se ainda não conseguiu chegar lá, seja honesto com o consumidor: diga qual produto está disponível em qual canal, como comprar, qual o tempo de entrega etc. Dessa maneira, ele não ficará frustrado.

2. Invista em usabilidade O usuário do seu site não quer mais ferramentas, ele quer melhores ferramentas. Quanto menos cliques ele tiver que usar para comprar, melhor. Invista em um e-commerce amigável, fácil de usar – se puder ter um app, melhor ainda. De acordo com a consultoria, as vendas aumentam 12% quando a loja tem aplicativo próprio.

3. Não tente vender Parece um paradoxo, mas os novos consumidores fogem de vendedores que estão tentando fechar a venda. Ensine seus funcionários a passar informações e deixar o cliente confortável, sem tentar forçar a compra em nenhum momento. No online, crie uma ferramenta onde o consumidor possa salvar suas intenções de compra, para finalizar mais tarde, se quiser.

4. Use as mídias sociais para gerar tráfego Não subestime o valor das redes. Não é preciso vender ali, mas é necessário usar criatividade e honestidade para que aqueles que já nasceram no mundo digital abracem a sua marca – e a recomendem para os amigos.

5. Ofereça opções digitais no ponto de venda Para a nova geração, usar o celular é muito mais natural do que conversar com um vendedor. Dê ao consumidor a possibilidade de checar produtos, conferir preços e fechar a compra por celular, ou por displays espalhados na loja.

6. Não foque só em conversão Se tudo que o consumidor quer é comparar preços, ajude-o a fazer isso, seja no tablet ou no celular. Crie ferramentas amigáveis e entre no jogo. Lembre-se: o importante é a jornada, não o destino final.

 

Fonte: Revistapegn

5 tendências do varejo na era digital


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Os americanos Brian Dyches, presidente internacional do Retail Design Institute, e Bryan Meszaros, diretor-geral da consultoria OpenEye, são especialistas em varejo na era digital. Eles apresentaram as tendências no uso da tecnologia hoje (1º/11), durante a 13ª Convenção ABF do Franchising, que acontece até amanhã na Praia do Forte, em Mata de São João (BA). “O digital tem um papel no engajamento e na estratégia. É possível melhorar a experiência do consumidor”, diz Meszaros. Mas, ao adotar essas tecnologias, não basta investir só no hardware. “É preciso ter conteúdo. Ser digital exige comprometimento em tempo integral”, afirma Dyches. Veja as tendências que eles apresentaram.

1. O cliente no poder
A tecnologia não deve ser adotada só porque é uma novidade ou porque parece incrível. O cliente deve se sentir no controle dela. “O consumidor está acostumado com a comunicação 24 horas por dia, sete dias por semana, usando dispositivos móveis”, diz Meszaros. Um exemplo são os provadores virtuais e as tecnologias que ajudam o consumidor a ter contato com o produto. Em uma loja de Nova York, o cliente não precisa procurar a peça de roupa no tamanho correto. Ele vê um produto de que gosta, faz a leitura de um código QR com seu celular na etiqueta, seleciona o modelo que quer e vai direto ao provador indicado, onde o item o espera.

2. Interação sempre
Segundo Dyches, um dos maiores erros do varejista é investir em sinalização digital, mas sem interatividade. O consumidor espera interagir sempre. “Uma tendência é que os clientes tenham a possibilidade de controlar um telão por meio dos seus celulares ou tablets, e não por touchscreen. Eles se comunicam pelo dispositivo com o qual estão familiarizados”, afirma Meszaros.

3. A nova sinalização
Segundo o especialista, telões e painéis são tão comuns que estão quase sendo considerados como mídia tradicional. O segredo ao usá-los é avaliar bem sua comunicação com o ambiente. “Eles devem ser incorporados, ser parte do ‘sabor’ do lugar”, afirma Dyches. Alguns dos usos modernos de display são vitrines virtuais que mudam de acordo com a pessoa que as observa – um dispositivo “entende” que se trata de uma mulher, um homem ou uma criança – e uma loja virtual que funciona na fachada de um imóvel vazio.

4. Arquitetura digital
As tendências digitais incluem mudanças na arquitetura dos espaços. Para receber as novas tecnologias, a acústica dos espaços precisa ser estudada. Em lojas, é possível instalar alto-falantes unidirecionais no teto, de forma que uma mensagem sonora seja transmitida somente para o consumidor que está na frente de um determinado produto, por exemplo. Se ele se desloca para o lado, não ouve mais esse som.

5. Gamificação
Transformar a comunicação em um jogo ajuda o consumidor a receber a mensagem que o varejista quer passar. Mas essa deve ser uma experiência divertida. Um supermercado pode fazer um jogo de adivinhação de temperos, por exemplo. “Você educa o consumidor, mas em um ambiente divertido”, diz Meszaros.

 

Fonte: Revistapegn