Artista plástica adotou e-commerce para divulgar arte amazônica


O que uma empresa pode esperar do futuro de suas vendas? Certamente essa questão é feita por grande parte dos empresários que querem aprimorar e expandir seu negócio nos próximos anos. Porém, prever os rumos de suas vendas não é algo tão difícil assim, basta casar as tendências do mercado e os passos de seus concorrentes com bom senso e know-how de seus produtos.

Que as redes sociais caíram nas graças dos consumidores já não é nenhuma novidade. Elas são utilizadas constantemente para consultar preços, procurar melhores e diferentes produtos, boas oportunidades e trocar experiência com outros consumidores. Dessa forma não é difícil entender que a empresa precisa estar com seu produto na Internet e isso é feito através do e-commerce. Institutos de pesquisa revelam que 2011 será o ano do mercado virtual em âmbito nacional e internacional e o empreendedor que não tem um site de vendas vai ser passado para trás.

Um negócio chamado arte

Os grandes sites vendem de chocolate à geladeira, tudo sem ver a cara do consumidor e na maioria das vezes sem problemas no processo de venda / compra / entrega. Mas imagine vender obras de arte e souvenires direto do Mato Grosso para o Brasil e para o mundo? Recentemente a artista plástica Mari Bueno adotou o e-commerce como ferramenta para divulgar seu trabalho e vender suas obras, todas feitas com cunho ambiental e social. A profissional, formada em letras e pós-graduada em Arte na Educação e Arte Sacra e Espaço Litúrgico Celebrativo mudou-se para o Mato Grosso há 30 anos, exatamente na época da divisão entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

 

“Há 15 anos as pessoas não estavam tão integradas ao meio ambiente como estão hoje. Dá para sentir isso no mercado a nível nacional e local. A valorização da Amazônia que temos hoje ajuda não só a preservação, mas também à divulgação do meu trabalho”, conta Mari Bueno. O processo criativo de suas telas é baseado na fauna e flora amazônica e no dia-a-dia da região.

O envolvimento com a arte fez com Mari fosse convidada para pintar a Catedral do Sagrado Coração de Jesus de Sinop, cidade onde mora. “Faço uma coisa chamada enculturação, ou seja, mesclo elementos da arte sacra com elementos regionais. Tudo que pinto tem um pouco da minha infância e principalmente a vida nessa região”, afirma a artista plástica.

Amazônia e e-commerce

Há 10 anos Mari Bueno abriu sua galeria onde expõe e vende seus trabalhos. Porém ela percebeu que muitos turistas queriam levar suas obras para casa e pelo tamanho da tela não conseguiam. A partir de uma dificuldade ela encontrou um diferencial: vender suas obras pela internet. O site que já existia e funcionava como mostruário foi totalmente reformulado e passou a abrigar parte de suas obras para venda, contendo descrição, preço, tamanho, peso e todas as informações necessárias para que o usuário estivesse seguro de sua compra. “Quanto mais detalhes do produto colocamos mais temos compras fechadas. O internauta precisa se sentir seguro de que está comprando exatamente o que precisa. Para que chegássemos ao site atual passamos fizemos pesquisas de mercado eletrônico e regional, planejamento, escolha de design, logística, etc”, conta.

Além de suas telas, a empresária vende também souvenirs como canecas, roupas e artigos domésticos. Esses produtos são estampados com imagens das obras da artista plástica e tem dois tipos de acabamento: laca e rústico. “Os souvenirs são uma forma de trazer mais do meu trabalho para perto das pessoas. Algumas vezes o cliente gosta do quadro, mas não pode pagar. Transportando a imagem para uma almofada, por exemplo, ele consome da mesma forma a cultura e é isso que importa”, complementa Mari.

 


Para abrir o e-commerce a artista plástica contou com a ajuda de uma equipe de profissionais indicada pela Karen, da Papinha da Vovó, que já esteve aqui na Voz do Empreendedor do Pensando Grande. Depois de pronto, o mercado é monitorado por uma única pessoa, a mesma que cuida da galeria física. “É tudo muito fácil. O cliente seleciona o produto, escolhe a forma de pagamento e insere o CEP para que o frete seja calculado. Recebemos todos esses dados automaticamente, separamos o produto e o enviamos pelos Correios. Esta é a forma mais rápida, segura e barata de se enviar, seja por Sedex ou PAC”, finaliza Mari Bueno que voltou há pouco tempo do Museu do Louvre, em Paris, onde expôs três de suas obras em uma exposição coletiva brasileira.

Dicas e motivação

“Sempre há muito o que explorar. Tenho sorte de estar numa área que estimula sempre a gente. A arte motiva nossa cabeça e faz com que tenhamos várias ideias novas que funcionam como uma turbina de otimismo. Respiro arte e tenho um papel artístico e social grande para desempenhar. O site está me ajudando a ter mais negócios e oportunidades e o que falta é elaborar um plano de marketing mais avançado”, conta a profissional que assim como todos os empresários já pensou em desistir.

 

Fonte: Pensando Grande

Cisco investe US$ 100 milhões para incentivar PMEs


A Cisco Systems anunciou hoje que investirá 100 milhões de dólares para incentivar pequenas e médias empresas a usar mais a internet e consumir mais produtos de rede.

Segundo a empresa, a quantia será usada no desenvolvimento de tecnologias em seis áreas consideradas prioritárias para incentivar o uso da internet nos negócios: acesso remoto, conectividade, interação com clientes e consumidores, produtividade, segurança e suporte ao cliente.

Os projetos dessas áreas para as PMEs serão coordenados pelo Grupo de Tecnologia para Pequenos Negócios (SBTG), que reúne membros dos departamentos de vendas, marketing, serviços e tecnologia. Eles serão encarregados de pensar em aplicações e produtos próprios para as PMEs, um mercado que a própria empresa estima em 16 bilhões de dólares neste ano. [Leia mais.]

Investimento estrangeiro no País em 2008 é o maior em 61 anos


Fluxo de IED no País chega a US$ 45,060 bilhões no ano passado, o maior da série histórica do Banco Central

Os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) no Brasil bateram novo recorde histórico em 2008, apesar do agravamento da crise financeira mundial a partir de setembro. O ingresso de IED somou US$ 45,060 bilhões em 2008, o maior nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1947. O recorde anterior era de 2007, quando o ingresso totalizou US$ 34,585 bilhões. [Leia mais]

Veja também:

linkPaís fecha 2008 com déficit de US$ 28,3 bi na conta corrente

especialDesemprego, a terceira fase da crise financeira global

especialDe olho nos sintomas da crise econômica

especialDicionário da crise

especialLições de 29

especialComo o mundo reage à crise

Quanto cobrar pelo serviço de criação de um site?


criacao-de-sites

Apesar desta pesquisa ter sido realizada há 3 anos, qaui está um bom parâmetro para o cliente se basear quanto custa um site para cada região do Brasil.
Este é, com certeza, um dos temas mais polêmicos e discutidos entre webdesigners e profissionais free-lancers. Perguntas como: Quanto custa um site? Quanto cobrar por um site? Qual o preço de uma homepage? Estão presentes em diariamente conversas informais, reuniões e também na curiosidade de qualquer empresário que deseja fixar presença na internet.

Normalmente os autores de artigos que tratam sobre este tema costumam sair pela tangente, utilizando expressões vagas e que não apresentam informações novas.

Durante os meses de março a maio de 2006, realizei uma enquete com diversos webdesigners de diferentes regiões do Brasil e obtive as seguintes informações:

Existem diferentes tamanhos de sites. Para facilitar nossa compreensão, dividi em três tipos: básico, intermediário e avançado. Evidente que o assunto não se esgota aqui, pois existem milhões de particularidades que devem ser levadas em conta.
Dependendo da região do Brasil, os valores cobrados por um site básico, podem superar os valores cobrados em outra região por um site que exija maior trabalho.
Mais de 30% dos profissionais que responderam a enquete, disseram não estabelecer nenhum tipo de contrato por escrito com seus clientes, valendo-se apenas do acordo verbal e da confiança.
Os valores cobrados são os seguintes:

Site básico: é composto por poucas páginas, não usa recursos em flash e nem banco de dados. Possui algumas fotos e imagens e conta um layout igualmente básico.
Região Centro-Oeste: de R$ 650,00 a R$ 1.500,00 (R$ 720,00 – média)
Região Nordeste: de R$ 720,00 a R$ 1.400,00 (R$ 800,00 – média)
Região Norte: de R$ 490,00 a R$ 980,00 (R$ 650,00 – média)
Região Sudeste: de R$ 980,00 a R$ 1.800,00 (R$ 1.300,00 – média)
Região Sul: de R$ 600,00 a R$ 1.400,00 (R$ 900,00 – média)

Site intermediário: é composto por um número maior de páginas, utiliza pequenos recursos em flash e pode ter algum recurso de banco de dados (notícias). Possui algumas fotos e imagens e conta um layout um pouco mais refinado.

Região Centro-Oeste: de R$ 850,00 a R$ 1.800,00 (R$ 1.100,00 – média)
Região Nordeste: de R$ 920,00 a R$ 1.730,00 (R$ 1.230,00 – média)
Região Norte: de R$ 790,00 a R$ 1.250,00 (R$ 980,00 – média)
Região Sudeste: de R$ 1.700,00 a R$ 3.300,00 (R$ 2.200,00 – média)
Região Sul: de R$ 980,00 a R$ 2.400,00 (R$ 1.550,00 – média)

Site avançado: é composto por várias páginas, usa recursos em flash e banco de dados. Possui fotos e imagens trabalhadas e conta um layout sofisticado.
Região Centro-Oeste: de R$ 1.300,00 a R$ 2.800,00 (R$ 1.800,00 – média)
Região Nordeste: de R$ 1.500,00 a R$ 3.730,00 (R$ 2.440,00 – média)
Região Norte: de R$ 1.190,00 a R$ 1.850,00 (R$ 1.450,00 – média)
Região Sudeste: de R$ 2.700,00 a R$ 7.300,00 (R$ 3.400,00 – média)
Região Sul: de R$ 1.670,00 a R$ 4.200,00 (R$ 2.630,00 – média)

Algumas observações que são muito importantes e precisam ser consideradas:

A grande maioria dos profissionais disse que os valores são negociáveis, ou seja, estão dispostos a conceder descontos aos clientes.
Alguns profissionais se autodeclararam “barateiros”, ou seja, cobram valores que eles próprios consideram abaixo do mercado.
Alguns profissionais disseram não trabalhar com sites “básicos”, preferindo apenas projetos maiores, que lhes proporcionam maior remuneração.
Conforme comentei no início deste artigo, a enquete não considerou projetos específicos, que envolvam desenvolvimento de sistemas complexos. Levamos em conta, apenas sites cuja estrutura é previsível.
Se você deseja ajudar a manter estas informações atualizadas, peço que entre em contato informando os valores cobrados para cada “modelo” citado. Todas as informações fornecidas são confidenciais e sigilosas.

Por: Marcelo Britto | Publicado em: 31.05.2006
Fonte: Portaldigidesign

CEOs e campuseiros – Campus Party 2009


campuseirosNa próxima semana São Paulo vai sediar mais uma Campus Party. Além de palestras com Tim Berners Lee, o “criador” da Web, dezenas de oficinas vão mostrar como é possível utilizar a rede para criar conteúdos coletivos em diversas áreas, como comunicação e publicidade, entre outras. Se você não tem tempo para ir, recomendo que ao menos envie alguém da sua empresa, para constatar que seus futuros consumidores serão bem diferentes dos atuais.

Não se trata apenas dos detalhes em relação aos “gadgets”, que já não são pouca coisa. Os relatos da última Consumer Electronics Show mostram que apesar da crise, a tendência de conexão entre os eletrodomésticos com capacidade computacional e a Internet é irreversível e deve chegar em breve à TV aberta, o último bastião da mídia tradicional.

Mais importante, do ponto de vista da iniciativa privada, é qual o impacto que a convergência de todas estas tecnologias de acesso, hardware e software terão sobre o consumidor em pouco tempo. Não me refiro apenas aos chamados “inovadores”, aquele grupo composto geralmente por cerca de 5% dos consumidores que sempre adotam novas tecnologias, mas sim a uma fatia mais ampla, composta de cerca de 40% do mercado, que engloba além destes inovadores a chamada “maioria inicial” de adotantes.

Cerca de 50 milhões de brasileiros já utilizam a Internet com alguma frequência, mais que o total de habitantes da Argentina ou Espanha. E, a julgar pelo que acontece em outros países, confiam cada vez mais em informações encontradas na rede para escolher seus produtos de consumo, ainda mais em um cenário de recessão, conforme recente pesquisa divulgada no The Wall Street Journal.

De acordo com o levantamento, estamos assistindo ao nascimento de um novo tipo de consumidor, o “Info Shopper”. São famílias de classe média, nas quais a mulher e o homem trabalham, com filhos, cachorros, pouco tempo e um monte de contas para pagar. A maior parte deles (78%) afirma que a propaganda tradicional não traz informações suficientes sobre produtos – e 92% afirmam confiar mais em informações que eles procuram na Web do que as obtidas através de um vendedor. São dados que confirmam levantamentos anteriores, mostrando que Wikis, Blogs e redes sociais em geral superam em credibilidade a propaganda tradicional.

É como se o processo de “compra” de um restaurante ou filme – algo que sempre foi muito mais influenciado pela opinião dos outros do que a propaganda “oficial” do produto – estivesse se espalhando para a maior parte dos produtos e serviços com valor agregado. Acontece que antes da Web e da popularização das redes sociais digitais essa informação era muito “cara” (em termos de tempo) para ser encontrada. Mas agora é ela que encontra o consumidor. Dessa maneira, o marketing deixa de girar apenas em torno da idéia de “como atingir o consumidor?”, para incorporar também a questão de “como fazer o consumidor colaborar conosco?”.

Isso vai muito além do “comércio eletrônico”. Ainda que a compra sej a feita em uma loja “real”, a decisão de compra do “Info Shopper” é tomada com base nas informações encontradas na Internet. Ou seja, quando falamos que o comércio eletrônico no Brasil movimenta cerca de 8 bilhões de reais, precisamos acrescentar a este número a influência sobre as compras finais, algo ainda difícil de calcular, mas certamente um montante significativo do total do varejo nacional.

O papel de destaque ocupado pelos internautas brasileiros (líderes em tempo de navegação domiciliar, no uso de redes sociais, etc) vai se combinar com tendências que já estão consolidadas em outros países para criar um novo ambiente de consumo em poucos anos. Por exemplo, no caso dos EUA, a Web já empata com a televisão como fonte de informação para os jovens adultos americanos, conforme destaca uma das últimas pesquisas do Pew Research Center.

Fonte consultada:  IDGNow