Finep e Apex-Brasil se unem para aumentar competitividade das empresas


A Finep e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinaram, no dia 20 de março, minuta de acordo visando aumentar a produtividade da indústria nacional por meio do incentivo à inovação. O termo foi firmado na sede da Finep, no Rio de Janeiro, pelo presidente da financiadora, Glauco Arbix, e por Mauricio Borges, presidente da Apex-Brasil.

A parceria, na qual a Finep será o braço financeiro e de inovação enquanto a Apex-Brasil será o braço comercial, busca expandir as perspectivas em áreas-chave definidas pelo governo, como saúde, energia e petróleo e gás. “Há muito tempo as empresas brasileiras ficaram restritas a competir em território nacional. O objetivo é fazer com que elas evoluam para exportar com alto conteúdo tecnológico”, explica Glauco Arbix, ressaltando que a Finep deve aumentar em quase 60% a contratação de crédito voltado à inovação este ano. A projeção da financiadora é contratar R$ 10 bilhões em 2014, em comparação a R$ 6,4 bilhões em 2013.

Segundo Maurício Borges, o acordo vai fortalecer o país no cenário mundial. “As empresas brasileiras não são competitivas no mercado internacional sem inovação. Cerca de 90% das empresas que apoiamos têm necessidade ou já estão desenvolvendo inovações e tecnologias. Então existe demanda para essa união”, pontua Borges.

Apex-Brasil e Finep começaram uma aproximação em outubro do último ano. Com os programas e linhas de financiamento oferecidos pela Finep e os projetos da Apex-Brasil, as agências identificaram uma possível linha de atuação conjunta para impulsionar a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional por meio do incentivo à inovação.

Na primeira quinzena de março, foram capacitados técnicos dos Núcleos Operacionais do PEIEX do Rio Grande do Sul, da Bahia e de Minas Gerais, nas diversas linhas de financiamento da Finep e nos seus programas e produtos. O PEIEX é o Projeto de Extensão Industrial Exportadora da Apex-Brasil, voltado para a melhoria da competitividade das empresas exportadoras. A ideia é que os técnicos possam multiplicar esse conhecimento em sua região e também para as empresas com perfil e projetos nas linhas de fomento da financiadora.

A Finep, por sua vez, irá interagir em projetos da Apex-Brasil na área de sustentabilidade e inovação, missões, e também das ações da área de investimentos. Os setores que deverão atrair mais interesse para a realização de ações em conjunto são petróleo e gás, plástico, bens de capital, aeroespacial e defesa, etanol, equipamentos médico, hospitalar e odontológico, biotecnologia, TICs e agronegócios.

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Maurício Borges e Glauco Arbix – Foto: João Luiz Ribeiro/Finep

FONTE: ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras)

Prorrogados prazos das chamadas do Fundo do Audiovisual


A FINEP e a Ancine anunciam que os prazos para a apresentação de propostas para as quatro linhas do Fundo Setorial do Audiovisual serão prorrogados. Um cronograma com os novos prazos será divulgado na próxima semana.

As quatro linhas, lançadas em dezembro de 2009, contemplam operações na modalidade de investimento, por meio de contrato de participação financeira no resultado da exploração comercial de obra audiovisual: Linha A (Produção Cinematográfica de Longa-Metragem); Linha B (Produção Independente de Obras Audiovisuais para a Televisão); Linha C (Aquisição de Direitos de Distribuição de Obras Cinematográficas de Longa-Metragem); Linha D (Comercialização de Obras Cinematográficas Brasileiras de Longa-Metragem no Mercado de salas de cinema).

Inovações para pessoas com deficiência terão R$ 10 milhões


Foto: Finep
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25/01/2010 – A FINEP acaba de lançar um edital para apoiar projetos de desenvolvimento de inovações para inclusão social de pessoas com deficência. Os R$ 10 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) serão aplicados em tecnologias que tragam melhoria de vida e autonomia e que facilitem o diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e prevenção de deficiências física, auditiva, visual, intelectual e múltipla.

As propostas devem ser enviadas até 19 de março e devem trazer simplicidade e independência às atividades da vida diária desse público específico. Podem se candidatar, por exemplo, tecnologias inovadoras para promover a melhoria da acessibilidade aos serviços de transporte e instalações prediais, ou ainda para facilitar o uso dos meios de informação e comunicação, entre outras.

O executor do projeto deve ser uma instituição científica e tecnológica pública ou privada sem fins lucrativos, que pode ter outros parceiros e financiadores. O prazo de execução do projeto deverá ser de até 24 meses.

Dos recursos financeiros a serem concedidos, 30% deverão ser aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Caso o valor total das propostas selecionadas para aprovação oriundas dessas regiões seja inferior a este percentual, os recursos não aplicados serão automaticamente transferidos às propostas com melhor classificação de outras regiões.
Fonte: Finep

Projetos recebem investimentos de R$ 131 milhões


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Um dos objetivos principais deste projeto é o de ampliar a Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleir.

A diretoria da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) aprovou financiamentos para 21 projetos, totalizando cerca de R$ 131 milhões em investimentos. Serão R$ 50 milhões aplicados em 16 projetos não reembolsáveis e outros R$ 81 milhões na modalidade reembolsável.

Somente o projeto “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação aplicados ao Setor Sucroalcooleiro”, cuja instituição proponente é a Fundação Arthur Bernardes e a executora é a Universidade Federal de Viçosa, receberá R$ 15 milhões em recursos não reembolsáveis.

Um dos objetivos principais deste projeto é o de ampliar a Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro (Ridesa), com incorporação de três novos núcleos de pesquisas (universidades federais), com criação ou reforço de infra-estruturas de P&D, em estados (MT, MS e PI) e regiões com grande potencial de desenvolvimento da indústria sucroalcooleira.

Já na parcela reembolsável, o maior financiamento aprovado foi para a Brascan Energética S/A – cerca de R$ 34,5 milhões. A Brascan pretende, com o apoio financeiro da Finep, investir no Desenvolvimento de Estudos e Projetos relativos ao Pré-Investimento para implantação de 18 novas centrais hidrelétricas,localizados nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país, totalizando cerca de 362 MW de potência instalada.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, esta fluxo contínuo de incentivo à inovação no Brasil, já têm gerado resultados positivos, e vai colocar o País em destaque no cenário mundial nos próximos anos. “

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, potencializa o surgimento e crescimento de empreendimentos inovadores no estado de Pernambuco,  e planeja ampliar sua atuação para os demais estados da Região.

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Programa PRIME inicia a fase de treinamento virtual


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A fase de treinamento virtual do Prime já está disponível.

A equipe do PRIME enviou por e-mal para orientação de todos os envolvidos, um conjunto de informações, a serem consideradas para a realização do Treinamento Virtual. De posse de login e senha, o empreendedor poderá acessar a área restrita do site http://www.treinamentoprime.net

Passo a passo

Fazendo login neste site, o empreendedor terá acesso a um Curso Online; algumas leituras recomendadas e ao download de um software para elaboração de planos de negócios;

Após fazer o download e executar seu arquivo de instalação, o software requisitará login, senha e número de série. Esta etapa é indispensável para que o software tenha todas as funções habilitadas.

Além de ser parte integrante do Curso Online, o software de Plano de Negócios ajudará a compilar informações que alimentarão o Formulário de Projetos da Etapa II do PRIME

A participação no Curso Online é obrigatória.

Cronograma do PRIME Pernambuco

Atividade I – Capacitação básica para a elaboração de Plano de Negócios – Etapa virtual

Objetivo:
Oferecer uma formação conceitual para a elaboração de Plano de Negócios, baseado em EAD (ensino a distância) e apoiado em um software específico. Esse software permitirá que empreendedores de qualquer formação elaborem Planos de Negócios capazes de planejar seu empreendimento e oferecer indicadores de viabilidade e resultados.

Resumo do programa e metodologia de EaD: O curso online será composto por um conjunto de leituras, vídeos e animações.
Duração desta atividade: De 27/06 a 10/08/2009

Atividade II: Aporte conceitual para o amadurecimento do novo negócio. Etapa presencial
Datas: 01, 02, 03 e 04 de Julho de 2009
Horário: 08:00 as 18:00

Dias 01 e 02 de Julho
Local: Auditório do Porto Digital (Prédio do Banco Real – Antiga sede do Bandepe)
Endereço: Rua Cais do Apolo, nº 222, 16º andar, Edifício Vasco Rodrigues CEP 50030-905

Dias 03 e 04 de Julho
FBV – Campus II (Paço Alfândega)
Rua da Alfândega, 35 – Recife Antigo – Recife/PE

A participação e conclusão do curso online é obrigatória. Todos os empreendedores selecionados na primeira etapa estão automaticamente matriculados neste curso.

Os conteúdos buscam sensibilizar os empreendedores para a importância de se fazer um planejamento formal antes de se aventurar num novo empreendimento e ajudá-los a elaborarem uma análise de viabilidade do novo negócio.

Além do curso online e leituras complementares, o treinamento é baseado num software de elaboração de Plano de Negócios.

A Incubadora de Empresas também enviará informações sobre como ter acesso ao software, incluindo instruções para registro e licenciamento.

É recomendado o uso do navegador Internet Explorer para acessar este ambiente de treinamento.

Se você foi selecionado na primeira etapa do PRIME, mas não recebeu estas informações, entre em contato com a Incubadora de Empresas onde você inscreveu seu projeto.

A FDC disponibiliza dois canais para sanar dúvidas no aceesso ao curso online ou na utilização do software de Plano de Negócios:
e-mail: atendimento@treinamentoprime.net
tel: (31) 3281-9639 (de 8:00 às 11:30 e de 13:30 às 18:00)

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as empresas selecionadas no PRIME devem aproveitar ao máximo esta etapa de treinamento para tirar dúvidas e planejar o seu plano de negócios. Esta etapa é fundamental para a submissão da proposta detalhada do projeto.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, potencializa o surgimento e crescimento de empreendimentos inovadores no estado de Pernambuco,  e planeja ampliar sua atuação para os demais estados da Região.

Procenge fará software para gerenciar a safra


Empresa pernambucana desenvolve solução de gestão que visa melhorar o acompanhamento do plantio e colheita da cana-de-açúcar. Custo do projeto é de R$ 2,5 milhões e foi aprovado pela Finep.

A empresa pernambucana Procenge está desenvolvendo um software de gestão para planejamento da colheita da cana-de-açúcar, atividade que é feita há mais de 400 anos na região. “A nossa estimativa é que isso contribua para uma redução de até 40% da logística da colheita”, explicou o diretor da Procenge, José Cláudio de Oliveira. Serão investidos R$ 2,5 milhões na iniciativa. Na produção da cana-de-açúcar, a logística corresponde a 80% de todos os custos com a colheita dessa planta, usada como matéria-prima na fabricação do açúcar e do álcool.

Com a implantação de um sistema de gestão da colheita, a redução de custos surgirá na diminuição do uso de combustível, na racionalização e disponibilidade dos equipamentos. “Essa redução não tem nada a ver com o enxugamento da mão de obra”, comentou, acrescentando que a colheita é feita atualmente com um nível de gerenciamento baixo e, por isso, o resultado é pouco eficiente.

O projeto de fabricação do software chama-se AgroGIS e vai permitir o acompanhamento do plantio via satélite, além do acompanhamento da colheita da cana-de-açúcar. Existem duas empresas acompanhando esse processo: Açúcar Guarani e a Cosan. A primeira tem seis unidades fabris no interior de São Paulo e está fazendo o planejamento do plantio e o seu acompanhamento, experimentalmente, com instrumentos do software que permitem rastrear o que está ocorrendo no campo.

A Procenge também levantou a estrutura existente nas usinas para desenvolver os chips que serão colocados nos equipamentos que fazem a colheita. Os chips vão possibilitar o acompanhamento online das máquinas. Essa parte do processo de fabricação do software está sendo feita em parceria com a Cosan, um dos maiores produtores de açúcar e álcool do mundo, com 18 unidades produtoras instaladas no interior de São Paulo.

Para se ter uma idéia do tamanho da Cosan, a empresa moeu 39 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2007/2008, quando Pernambuco registrou uma safra de cerca de 19 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. “É importante esse acompanhamento da Cosan, porque vai validar o processo e fazer com que as soluções apontadas saiam o mais próximo possível da realidade das usinas”, argumentou José Cláudio.

FINEP

O projeto AgroGIS foi um dos vencedores da seleção feita pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) dentro do Programa Nacional de Subsídio à Inovação. A instituição vai entrar com R$ 1,25 milhão, o que corresponde a 50% dos custos de fabricação do software. A outra metade será bancada pela Procenge. A Finep é ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Seguindo informações da empresa, o princípio básico da inovação do projeto baseia-se na integração de várias tecnologias, incluindo redes sem fio, que visam automatizar a coleta, o registro e o processamento dos dados, permitindo a rastreabilidade da cana-de-açúcar até ela chegar na balança da usina, quando o processo será concluído.

A implantação do gerenciamento feito pelo software deve deixar a operação mais confiável, rápida e barata e contribuir para aumentar a competitividade da indústria sucroalcooleira brasileira.

Atualmente, cinco pessoas trabalham no projeto dentro da empresa. O projeto também vai demandar a contratação de especialistas que trabalharão como consultores em determinadas áreas. A expectativa é que a fabricação do software seja concluído até meados de 2010. A partir disso, várias empresas do setor sucroalcooleiro poderão adquirir licenças para usar o produto ou contratar a prestação do serviço, que poderá ser feita pela Procenge.

A Procenge faz parte do Softex Recife, que tem 65 empresas associadas que produzem, principalmente, softwares. Há 35 anos no mercado de tecnologia da informação, a companhia emprega 220 pessoas e apresentou um faturamento de R$ 24 milhões em 2008.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as tendências e inovação no setor de TI têm impulsionado as empresas de tecnologia que tem a inovação como foco nos seus produtos e soluções.

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Finep anuncia novos parceiros para investimentos em empresas inovadoras


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A Corporação Andina de Fomento (CAF) é um dos novos parceiros da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência de inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, no programa Inovar Fundos. Formado por investidores públicos e privados, o Inovar Fundos objetiva estimular a criação de fundos de capital de risco (venture capital) que invistam em empresas inovadoras de base tecnológica do país.

Mais quatro parceiros serão anunciados na noite de hoje (24) pela Finep, durante evento no Rio de Janeiro: a Fundação Cesp, o fundo de pensão Fibra da Itaipu Binacional, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.

O diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa, disse à Agência Brasil que embora as ações de capital de risco sejam recentes no Brasil, o país é pioneiro na América Latina. E o sucesso do Inovar já começa a ser replicado para mais países latinos. “É um reconhecimento do estágio em que nós estamos. Hoje, todo mundo reconhece que o capital de risco é uma das maiores alavancas para as empresas inovadoras”.

Atualmente, os fundos Inovar já contam com oito parceiros: Fundo Multilateral de Investimento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os fundos de pensão Petros, Previ, Funcef, Fapes, Fachesf, Eletros e a BM&F Bovespa.

Eduardo Costa revelou que a Finep já tem aprovados investimentos em 22 fundos. “Só nesta rodada agora tem mais 17 [fundos] sendo analisados”. Dos 22 fundos iniciais, 13 já estão operando e aportaram recursos em torno de R$ 2,8 bilhões em quase 50 empresas inovadoras.

Cada fundo investe em dez ou 12 empresas inovadoras durante um período de cerca de três a quatro anos. Segundo Costa, a ideia é que o número de fundos cresça muito nos próximos anos. Ele disse que, com a crise internacional, a queda nos juros provoca um movimento na direção dos fundos de maior risco, em geral. No caso da Finep, isso é sentido nos fundos de capital de risco, que despertam interesse dos investidores, em especial dos fundos de pensão.

Na avaliação do diretor da Finep, os fundos de pensão “são, de longe, a maior poupança nacional. E quando elas viram essa poupança, da ordem de R$ 400 bilhões, para qualquer direção, provocam uma inundação naquele setor”.

No momento, segundo Costa, há uma tendência clara dos fundos de pensão procurarem ativos de renda variável, em particular os fundos de investimento. Considerando que o Brasil poderá atingir o padrão americano no futuro, em que os fundos de pensão investem 5% do seu patrimônio em fundos de capital de risco, isso significa que cerca de R$ 20 bilhões poderão ser aplicados em empresas inovadoras no país.

As empresas inovadoras apoiadas pelos fundos Inovar são, predominantemente, de tecnologia mais intensa. O maior setor é o de tecnologia da informação e comunicação (TIC), seguido de biotecnologia (biomassa) e energias renováveis. “A tendência vai ser concentrar nesses setores mais dinâmicos da tecnologia“.

A participação da Finep é de aproximadamente 10% dos fundos maiores até 49% dos fundos menores, com a participação média entre 15% a 20%. “No final, a gente multiplica o nosso dinheiro por seis ou sete”, afirmou.

Desde 2001, quando foi feita a primeira chamada do programa Inovar Fundos, até a nona chamada, foram recebidas pela Finep 105 propostas de fundos, enviadas por 51 gestores de vários tipos. Do total, foram pré-qualificadas 96 propostas, das quais 67 foram aprovadas para uma análise mais aprofundada.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, esta fluxo contínuo de incentivo à inovação no Brasil, já têm gerado resultados positivos, e vai colocar o País em destaque no cenário mundial nos próximos anos. “

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, potencializa o surgimento e crescimento de empreendimentos inovadores no estado de Pernambuco,  e planeja ampliar sua atuação para os demais estados da Região.

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