G is for Google (AlphaBet)


Como Sergey e eu escrevi na carta original fundadores, há 11 anos, “Google não é uma empresa convencional. Não temos a intenção de se tornar um AlphaBet” Larry Page

AlphaBet.com nova companhia contará com todas as divisões atuais do Google,alphabet_google flammarion Cysneiros que vão desde os serviços de internet centralizadas na Google Inc. a áreas como desenvolvimento e pesquisa em saúde (Calico), tecnologia (Google X) e investimento (Google Capital e Google Ventures). Ela herda assim os números da empresa, que em 2014 chegaram a uma receita de US$ 66 bilhões e renda líquida de mais de US$ 14 bilhões.

Basicamente significa que a Google pode construir um portfólio muito mais amplo de novos negócios sem necessariamente envolver a ‘marca Google.

Gráfico explica organização da Alphabet, nova empresa-mãe do Google

Se você acompanhou as notícias da última segunda-feira, 10, já sabe que o Google agora faz parte de uma companhia maior, a Alphabet. O Olhar Digital conta tudo neste link e, neste aqui, explica os porquês da nova configuração.

Mesmo assim, ainda pode ser um pouco complicado compreender o que está acontecendo. Pensando nisso, o pessoal do Business Insider organizou a nova empresa de uma forma gráfica, o que facilita bastante o entendimento.

Confira:

Reprodução

O Google está mudando, e não é pouco. A empresa está sendo reorganizada e reformulada para dar origem à Alphabet Inc., que será um guarda-chuva para todas as atividades da companhia. O Google como conhecemos hoje será apenas uma parte da Alphabet, embora ainda seja, disparado, a maior parte.

Como resultado disso, Larry Page, fundador e hoje CEO do Google, deixa o cargo para ser o executivo maior da Alphabet, enquanto Sergey Brin, outro fundador, se torna presidente da Alphabet.

O posto de CEO do Google não ficará vago por muito tempo. Sundar Pichai, que se notabilizou por seu trabalho com o Android, mas que ao passar dos anos começou a tomar conta de cada vez mais serviços da empresa, se tornará o novo chefe da companhia.

Reprodução
Sundar Pichai agora é CEO do Google; Larry Page e Sergey Brin comandarão a Alphabet

Segundo Larry Page, a Alphabet poderá controlar todos os projetos paralelos do Google, que estavam indo muito além dos serviços de internet que eram característicos da empresa. Isso inclui a áreas como o desenvolvimento das lentes de contato inteligentes para medição do nível de glicose para diabéticos e a Calico, focada no aumento da longevidade humana. Cada uma destas subdivisões da Alphabet terá seu próprio CEO.

A nova companhia também abraçará o que antes era chamado de “Google X” (agora deve se chamar apenas “X lab”), com os projetos ambiciosos de sempre, como o carro autônomo, o Glass, os drones, e etc. Os braços de investimentos serão separados do Google e se tornarão independentes, mas sob o controle da Alphabet.

Page explica que o nome da nova companhia significa “uma coleção de letras que representa a linguagem, uma das inovações mais importantes da humanidade, e é o núcleo de como indexamos com
o Google Search”.

Ele também observa que a Alphabet não deve se tornar uma grande marca para o consumidor. O objetivo é que cada uma de suas partes sejam independentes para desenvolver suas próprias marcas. Ou seja: o objetivo é deixar a nova companhia como plano de fundo gerenciando uma grande variedade de serviços, produtos e projetos que levarão seus próprios nomes de forma livre.

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O Google escondeu um segredo inusitado na página da Alphabet

10/08/2015 19h48
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siliconvalley

Reprodução

Os criadores do Google pegaram o mundo de surpresa nesta segunda-feira (10) com a criação da Alphabet, uma empresa que terá o próprio Google como uma de suas subsidiárias. A nova marca já tem inclusive o próprio site, abc.xyz – que por acaso esconde um easter egg inusitado, relacionado à série de comédia Silicon Valley, da HBO.

Para vê-lo, acesse a página e clique primeiro no More para ver o restante do comunicado. Ali no meio, procure por “our drone delivery effort”, e tente em seguida clicar no ponto que encerra a frase. Se você não conseguiu ou simplesmente não quer ter o prazer de descobrir o segredo escondido, a página para a qual você será redirecionado é essa aqui.

Foto por: Reprodução

A relação entre o endereço e o seriado é até óbvia para quem assistiu à segunda temporada. Nela, a Hooli – que funciona como o “Google” no Vale do Silício fictício – cria sua própria divisão de pesquisas avançadas, nos moldes do Google X. O nome? Hooli XYZ.

O personagem Big Head, que aparece logo de cara no site, é colocado como braço direito do setor para pouco depois assumir o cargo de chefe por sua “competência”. Sua equipe fica responsável por desenvolver projetos inovadores, como um braço mecânico – que é inclusive testado em um macaco, em uma das melhores cenas da temporada – e o sistema lançado pela Hooli para concorrer no mercado com o PiedPiper.

Google agora pertence à Alphabet, holding criada pelos seus fundadores

Por meio de uma publicação em seu blog oficial, a Google anunciou que agora faz parte de uma empresa chamada “Alphabet”. É isso mesmo!Na verdade, a Gigante das Buscas não foi comprada (e quem conseguiria?), mas sim transformada em uma holding, a tal Alphabet. Com isso, essa nova empresa compreenderá a Google, a Nest, a Calico, a Fiber e vários outros negócios que a empresa criou e comprou nos últimos anos.

A marca “Google” continuará sendo a principal dessa nova holding, compreendendo todos os negócios relacionados à internet e sistemas operacionais. Ou seja, Google Search, YouTube, Gmail, Google+,Mapas e Android ainda estarão sob o mesmo guarda-chuva.

Mas afinal, por que isso aconteceu?

O que essa nova mudança pode trazer de bom para a nova holding é a liberdade de atuar em vários segmentos de mercado diferentes sem ter que atrelar o nome “Google” a tudo, que já identifica implicitamente uma empresa de internet e tecnologia em geral. Ou seja, a Alphabet vai começar do zero e poderá ter negócios muito diversificados sem comprometer a identidade de suas subsidiárias.

Basicamente significa que a Google pode construir um portfólio muito mais amplo de novos negócios sem necessariamente envolver a ‘marca Google’

Troca de CEOs

Fora essa mudança organizacional, a postagem oficial no blog da companhia explica que cada um desses negócios terá um CEO diferente, e a Alphabet será controlada pela dupla de fundadores Larry Page e Sergey Brin, sendo o primeiro o CEO da holding e o segundo o presidente.

Eles devem escolher quem vai comandar cada negócio, e a “divisão Google” já tem o seu novo chefe. Ele é Sundar Pichai que, antes de assumir o cargo de chefe executivo, estava à frente do departamento de engenharia e produtos, incluindo o Android. Page teceu vários elogios a Pichai em sua carta de anúncio da criação da Alphabet, e disse que ele será completamente capaz de levar a nova empresa adiante.

Financeiro

Ainda há poucas informações sobre quando essas mudanças vão de fato se concretizar, mas Page comentou que, quando o relatório do último trimestre fiscal deste ano for publicado, os valores e resultados já estarão separados. Além disso, as ações da atual “Google” serão todas convertidas em ações da “Alphabet” na NASDAQ.

Que diabos de site é esse?

O site da nova companhia já está no ar, “https://abc.xyz/”, e é um tanto estranho. Ao que parece, o nome Alphabet.com não estava mais disponível e/ou era muito caro. De qualquer forma, infelizmente ainda não há muita coisa na página para sanar a curiosidade de ninguém. Fique ligado no TecMundo para saber mais sobre isso.

Google anuncia reformulação histórica e cria nova empresa-mãe, Alphabet

Comandada por Sundar Pichai, Google Inc. se torna subsidiária.
Fundador da companhia, Larry Page é o presidente executivo da Alphabet.

Do G1, em São Paulo

Página 'abc.xyz', usada para anunciar a criação da Alphabet, companhia manterá os serviços de internet do Google à parte do desenvolvimento de novas tecnologias. (Foto: Reprodução/abc.xyz)Página ‘abc.xyz’, usada para anunciar a criação da Alphabet (Foto: Reprodução/abc.xyz)

O  Google anunciou nesta segunda-feira (10) uma alteração em sua estrutura corporativa, o que colocará cada área de seus negócios sob o guarda-chuva de uma nova empresa, batizada de Alphabet. (veja abaixo como fica a nova estrutura)

Esta é a maior reformulação na história da companhia desde que ela foi criada em 1998, ainda como um buscador de internet. Essa nova estrutura será introduzida em fases nos próximos meses.

 

O NOVO GOOGLE
Empresa passa por reformulação histórica

A Alphabet funcionará como uma holding para abrigar as várias divisões de negócio da empresa, que vão desde seus serviços de internet, reunidas dentro da Google Inc., a áreas mais variadas como a Calico (saúde), a Google Ventures (fundo de capital semente), a Google Capital (fundo de investimento) e a Google X (pesquisa e desenvolvimento).

Larry Page, atual presidente-executivo do Google, se tornará o CEO da Alphabet. Já Sergey Brin, o outro fundador da empresa, assumirá a presidência da companhia.

“Fundamentalmente, acreditamos que isso nos permite mais habilidade de administração, já que passamos a comandar coisas que não têm tanta relação de forma independente”, escreveu Page no blog da empresa. “O novo Google está um pouco mais magro, com as companhias que estão muito longe dos nossos produtos de internet contidos na Alphabet”.

Sundar Pichai, vice-presidente do Google para Android, apresenta novidades sobre o sistema no Google I/O 2015. (Foto: Jeff Chiu/Associated Press)Sundar Pichai é o novo presidente da Google Inc.
(Foto: Jeff Chiu/Associated Press)

Empresa dentro da empresa
Com a mudança, a Google Inc., companhia responsável pelas áreas de internet, como YouTube, buscador, Mapas, Chrome, Android, Gmail, passa a ser comandada por Sundar Pichai. Antigo vice-presidente de produtos, ele se torna o novo presidente da empresa.

Contendo os serviços responsáveis por grande parte da receita anual da companhia, que em 2014 chegou a US$ 66 bilhões, a Google se torna efetivamente uma subsidiária da Alphabet.

As demais divisões atuais da Google também passarão a ser subsidiárias da Alphabet, como a Calico (de mapeamento de código genético) e a Life Sciences (de lentes de contato para detectar diabetes).

Outra das antigas divisões alçada ao posto de empresa independente é o Google X, responsável por alguns dos projetos de maior visibilidade da companhia: o Loon, que fornece conexão à internet via balão para lugares remotos do mundo; o carro que se dirige sozinho; o celular modular, que pode ter componentes como bateria e câmera reorganizadas conforme a vontade do usuário; e os óculos inteligentes Glass.

Ações e resultados financeiros
A Alphabet Inc. substitui assim a Google Inc. como entidade na bolsa de ações. De acordo com Page, todas as ações da Google serão automaticamente convertidas para o mesmo número de ações da Alphabet, com os mesmos direitos. As duas classes de ações continuarão a ser negociadas na bolsa de ações americana Nasdaq como GOOGL e GOOG.

Os resultados da Alphabet sobre a nova estrutura serão reportados ao mercado em forma de balanço pela primeira vez em janeiro de 2016, quando serão divulgados os resultados do quarto trimestre de 2015.

Alfabeto
O endereço na internet da página da Alphabet Inc. faz uma brincadeira com o próprio nome da empresa. É o “abc.xyz”.

A url do site aproveita uma possibilidade aberta pela Corporação de Atribuição de Nomes e Números na Internet (Icann, na sigla em inglês), que permitiu, em outubro de 2013, a criação de novos domínios na internet diferentes do “.com”, “.org” e “.br”, por exemplo.

Empresa não convencional
Larry Page e Sergey Brin começaram a desenvolver o buscador on-line que viria a ser o Google em 1996, quando faziam seu doutorado na Universidade de Stanford, nos EUA. Em 1998, a empresa recebia seu primeiro investimento.

Seis anos depois, em 2004, a Google Inc. colocava sua oferta inicial de ações na bolsa de valores. “A Google não é uma companhia convencional. Nós não temos a intenção de nos tornarmos uma”, afirmou Page, citando a carta escrita pelos fundadores há 11 anos.

Reformulação do Google (Foto: Arte/G1)

Acesse: https://abc.xyz

Chrome OS: 7 questões importantes sobre o sistema operacional do Google


Chrome OS Google

Novo sistema operacional do Google pode ser uma ameaça maior ao Mac OS do que ao Windows. Confira possíveis impactos do Chrome OS.

O Google anunciou na terça-feira (7/7) o seu sistema operacional Chrome OS, que deverá chegar aos usuários no segundo semestre de 2010. Confira sete questões sobre o que a chegada do sistema ao mercado.

1 – Ameaça à Apple
Enquanto muitas notícias focarão na ameaça do Chrome OS ao Windows da Microsoft, o principal prejudicado pode ser o Mac OS, da Apple.

Usuários que buscam um sistema operacional alternativo ao Windows, normalmente consideram duas opções: o Mac OS X ou o tradicional Linux. O segundo ainda enfrenta reclamações de problemas de rede e drives dos periféricos. Já o Mac OS tem duas desvantagens: menor número de aplicações (o que não chega a ser um problema para muitos consumidores) e hardware caro.

Se houvesse uma versão do Mac OS que rodasse em máquinas que não são da Apple, talvez o Google não encontrasse um mercado tão promissor. Mas o Chrome OS provavelmente atingirá a mesma audiência do Mac OS X – daqueles que buscam alternativas ao Windows – enquanto oferece uma plataforma que roda em hardwares mais acessíveis.

2 – Preço do Windows 7
Pode-se esperar que a Microsoft pense duas vezes em como vai cobrar pelas variadas versões do Windows 7, especialmente se o sistema operacional do Google atrair a atenção do mercado. A companhia deve ficar mais receptiva às reclamações dos usuários do Vista que querem fazer a atualização de maneira mais barata.

3- Netbooks são apenas o ponto de partida
Usuários de desktops mais potentes podem, inicialmente, hesitar em enviar o controle de seus aplicativos “à nuvem”, mas essas mesmas pessoas podem ser menos resistentes a fazer isso com seus netbooks.

Usuários de ultraportáteis esperam – e usam – menos aplicativos. Libertar-se dos pesados softwares antivírus para Windows pode ser uma vantagem se o Google OS for simples, seguro e rápido como promete.

4 – Grandes empresas não serão as primeiras consumidoras
Os departamentos de tecnologia de grandes corporações não vão substituir seus softwares baseados em Windows pelo sistema do Google. Enquanto o Chrome OS tem boas possibilidades de conquistar espaço em pequenas empresas, as grandes corporações só começarão a adotá-lo quando o sistema provar que tem capacidades de gerenciamento corporativo.

Empresas menores, que necessitam de menos aplicações, podem estar mais interessadas, especialmente se os custos e a manutenção forem menores.

5 – Estudantes são mercado potencial
Atualmente os estudantes têm uma mobilidade que não poderia ser imaginada cinco anos atrás. Eles também são menos preocupados se seus aplicativos estão no desktop ou na web.

6 – Flashback
Pode ser que o Google esteja tentando trazer de volta o mantra da Sun Microsystems, de que “a rede é o computador”.

7 – O domínio do Google seria melhor que o da Microsoft?
No curto prazo, o anúncio do Google aumentará a competição no setor de sistemas operacionais e provavelmente vai incentivar a Microsoft a oferecer melhores condições àqueles que optarem pelo Windows 7. Mas o Chrome OS não roubará uma participação muito grande do Windows no mercado, em curto prazo.

Por outro lado, o Google já tem um ótimo negócio dominando o mercado de busca, que se tornou um dos principais fatores da navegação pela web.

Apesar de o Google tomar para si o slogan corporativo de que eles “são do bem”, a ideia de uma única empresa controlar o desktop, as aplicações e os dados armazenados deve ser preocupante. Será interessante ver se a comunidade do código aberto receberá bem o sistema operacional do Google ou se eles estarão atentos às possíveis consequências desta ação.

O peso de ser Google


Vint Cerf google
Em sua última viagem ao Brasil, o vice-presidente do Google, Vint Cerf, recebeu o Correio/Diario para contar o que pensa sobre a internet atual, quais são os objetivos dos mais recentes projetos da companhia, como o Wave e o Android, e até para fazer o que mais sabe: previsões para o futuro da web.

Vint Cerf é conhecido por ter participado da criação do TCP/IP, protocolo considerado a base de toda a rede, o que lhe valeu o apelido de “pai da internet”. E como todo pai, ele se preocupa com o crescimento saudável de seu filho. “Devemos alertar as pessoas de que se abusarem do sistema (da rede) haverá consequências”, comentou, sobre os atuais projetos que pretendem vigiar o que internauta faz enquanto navega.

Entrevista – Vint Cerf

“Não achamos que toda a criatividade está no Google. Está em vários lugares”

Recentemente vimos algumas instabilidades sofridas pelos serviços do Google. Qual os principais fatores desse tipo de inconstância?

Usualmente, é um problema de configuração. Quando cometemos um erro nesse quesito, o serviço acaba não ficando acessível. Algumas vezes, também é devido à capacidade disponível no computador. Nós nos preocupamos muito com isso, porque sabemos que as pessoas esperam que os nossos serviços funcionem 24h e que respondam bem.

Atualmente, o Google é dono de 64% das buscas feitas na internet. O senhor acha que há lugar para muitos competidores nesse setor?

Eu acho que sim. Na verdade, isso é algo bom para os usuários, porque significa que existe uma competição constante para oferecer melhores serviços de pesquisa. Nós vemos isso como motivação para fazermos mais pesquisas de qualidade nas buscas.

E eu acredito que a razão pela qual as pessoas são atraídas para o Google é que nossa ferramenta de busca parece fazer um trabalho melhor, dirigindo as pessoas às informações que elas procuram.

O que o senhor acha da nova investida da Microsoft no setor de buscas, o Bing?

Acho que eles reconheceram o valor do serviço de buscas, assim como o Wolfram (Alpha), entre outros, e entendo a motivação de tentar entrar nesse setor. A verdadeira questão é como os usuários vão reagir.

O Android, o sistema móvel do Google, é a aposta da empresa para os smartphones.

O senhor acredita que o fato de a plataforma ser aberta faz dele um concorrente para o iPhone?

O Android tem a intenção de ser uma plataforma aberta, o que torna fácil para você fazer o download de novas aplicações. O iPhone tem aplicações mais restritas e a Apple deve decidir sobre quais serviços vão rodar nele. É um ambiente mais restrito.

Nossa filosofia é que se os clientes querem rodar uma aplicação que funcione nessa plataforma devem ser capazes de fazer isso. Então, a verdadeira resposta sobre a competição tem a ver com a criatividade da comunidade do software.

Quais as expectativas em relação ao Wave, considerado o e-mail do futuro?

Na verdade, o Wave é uma dramática integração de diferentes maneiras de se comunicar.

Nós acreditamos que o novo e-mail será poderoso para a colaboração, além de eliminar a separação entre mensagem instantânea, e-mail eletrônico, blog, e outros meios de interação.

O Wave diz: “Bem, estou pensando em um jeito para colocar tudo isso junto”.

Ele entende que cada um de nós procura diferentes maneiras de interagir. Se a ideia do Wave for entendida, isso não será realmente necessário.

O Google Chrome atingiu as expectativas?

O Chrome é uma contribuição muito popular porque é código aberto. Outras pessoas podem acrescentar novas ideias a ele. Isso é parte da filosofia do Google. Não achamos que toda a criatividade do mundo está no Google. Ela está em todos os lugares. Queremos tornar possível que as pessoas contribuam com suas ideias.

Há algum tempo o Google investe na computação nas nuvens (cloud computing).

O senhor acha que, no futuro, poderemos ter um sistema operacional completo naweb?

A resposta geral para sua pergunta é sim. Nós realmente acreditamos nessa noção de cloud computing, em que você pode acessar recursos fora do computador, além de qualquer coisa que você tenha em seu celular. Nós criamos um ambiente operacional onde o seu laptop ou o seu celular é parte de um sistema muito maior e isso é uma forma muito poderosa de trazer capacidade de computação às pessoas.

O senhor é considerado por muitos como o pai da internet, por ter desenvolvido o protocolo TCP/IP, que é a base de toda a rede. Hoje, como vê esse filho?

Antes de tudo, quero deixar bem claro que eu não me considero o único pai da internet.

É importante que todos saibam primeiro que outro homem, chamado Robert Kahn, e eu trabalhamos muito próximos no design original em 1973.

Quanto à sua pergunta, acho que, quando você cria uma infraestrutura como essa, algumas pessoas vão abusar, enquanto outras têm a oportunidade de inventar novas formas de usá-la. Infelizmente, algumas escolhem passar dos limites e colocar todos em risco.

É como um sistema rodoviário.

Infelizmente, algumas pessoas fazem coisas erradas, como beber e dirigir, e colocam todos em risco. Mas nós não paramos de construir rodovias ou fabricar carros quando há acidentes. Em compensação, dizemos: “Olha, se você abusar da estrada e nós pegarmos você, haverá consequências – como suspensão da carteira de motorista ou multas”.

Acho que o abuso na internet é como isso. Devemos alertar as pessoas de que se abusarem do sistema haverá muitas consequências.

Nos últimos anos, quais as novidades que surgiram na internet que chamaram a sua atenção?

Provavelmente, as coisas mais excitantes são os celulares, que se tornaram parte do ambiente da internet. A segunda coisa são ferramentas que estão aparecendo e que fazem parte da internet.

Todas elas estão se tornando parte do nossa rede e, quando isso acontece, elas também se tornam parte de nosso ambiente de informação. É algo extremamente rico e há muito mais coisas chegando.

No Brasil, o Orkut é um serviço de muito sucesso… O que acha da febre de redes sociais?

Acho muito ruim o fato de você entrar no Orkut e não poder se comunicar com alguém que esteja em alguma outra rede social. Estão todos separados.

O Wave foi uma intenção de tornar as coisas mais próximas. Outra coisa que fizemos foi oferecer o que chamamos de open social, com a intenção de permitir as redes sociais de interagirem entre si.

Historicamente, os serviços de e-mail eletrônico não se conectavam, até isso foi resolvido e as pessoas puderam se comunicar.

Atualmente, estamos vivendo a era da web 2.0. Como será a internet do futuro?

Empresas se desenvolvem na capacidade de suas redes de computação. Imagine como seria se todos os processos fossem automatizados# Para isso, nós temos formas de deixar esses processos e essas empresas interagirem entre si.

Acho que o futuro da web 2.0 e 3.0 vai ser um serviço de uma interação muito mais rápida entre as empresas, interagindo pela internet, como as redes sociais.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referêcia tecnológica para a Sociedade da informação e do Conhecimento do sáculo XXI.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções inovadoras e a baixo custo voltada para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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Google, inovação além do buscador


google-lego-logo

Não só de buscas vive o portal. A companhia desenvolveu várias outras maneiras de conquistar usuários e receitas, inclusive com produtos pagos.

Se há uma receita que explique o sucesso do Google é essa: a empresa sabe desvendar os desejos de internautas de todo o mundo. Com suas criações, acabou revolucionando a maneira de as pessoas lerem e-mails, procurarem caminhos e até conhecerem pessoas.

Seja no Brasil, seja na Nova Zelândia, Alemanha ou México, sua ferramenta gratuita de busca é a mais acessada e garante praticamente toda a receita da companhia com a venda de anúncios. Para se ter ideia, 98,5% do seu faturamento é proveniente da publicidade online no site de busca e nas suas outras ferramentas. Mas o Google ainda tem muito que lucrar com suas outras faces, ainda pouco disseminadas. Gratuitas, com exceção dos pacotes para grandes corporações (leia no quadro ao lado), as soluções seguem a filosofia de reunir, organizar, compartilhar e divulgar informações de maneira prática e simples. Aqui reunimos algumas das principais delas, que prometem ajudar os usuários a organizar sua vida virtual.

Gmail

Criado em 2004 com 1GB de espaço de armazenagem, o serviço gratuito de e-mail Gmail modificou o conceito de webmail e forçou o mercado a se reinventar. Seu surgimento forçou o Yahoo e a Microsoft, que ofereciam apenas 6MB e 2MB (1MB equivale a 1 milhão de bytes) respectivamente, a aumentar a capacidade dos seus serviços de mensagens para continuarem competitivas. O mesmo teve de ser feito por outros servidores pagos. Pouco tempo depois, o Gmail aumentou novamente o espaço oferecido e assim sucessivamente a ponto de, hoje, cada usuário poder guardar 315 bytes por segundo em seu endereço virtual.

Gtalk

Para atrair ainda mais usuários, em agosto de 2005, as contas de e-mail do Google ganharam mais uma funcionalidade: um serviço de mensagem instantânea. Com o Google Talk, as pessoas podiam usar gratuitamente o comunicador enquanto estavam na página do Gmail. O produto foi criado para competir diretamente com o MSN, da Microsoft, e o Yahoo Messenger, da Yahoo. De lá para cá, a ferramenta ganhou novas funcionalidades, como envio de documentos e integração do site de relacionamento Orkut. A inclusão da opção de áudio e vídeo também fez com que a empresa entrasse em uma disputa com o comunicador Skype.

Docs

Esta ferramenta permite que pequenas empresas economizem com licenças de softwares para realizar tarefas simples de editor de textos e planilhas. Com o Google Docs o usuário importa documentos, planilhas e apresentações. Como os documentos são armazenados online, o acesso pode ser feito de onde ele estiver. Ou seja, se uma pessoa tiver de modificar algum arquivo durante uma viagem para o Exterior, ela consegue cumprir a tarefa até se estiver em uma lan house. Outra grande sacada da ferramenta é permitir que os arquivos sejam compartilhados e alterados ao mesmo tempo por outras usuários do sistema.

Agenda

Gerenciar tarefas e compartilhar conteúdo com outras pessoas. Essa é a função do Google Agenda, um gerenciador de tarefas que se integra à conta dos usuários de e-mail do Google. Com uma interface simples e organizada, permite acessos a recursos como compartilhar agendas, agregar conteúdo de outras agendas e controlar eventos. Os compromissos podem ser visualizados por dia, semana ou mês. Imagine marcar um encontro com os amigos ou uma reunião com algumas pessoas do trabalho por meio do aplicativo. Para isso, basta incluir o evento na data e permitir a inclusão da informação na agenda por outros usuários.

Desktop

O Desktop Search foi criado com o objetivo de simplificar a organização de informações. É possível fazer buscas de arquivos dentro do computador, em e-mails do Outlook/Outlook Express, arquivos do Word, Excel e PowerPoint e histórico de páginas visitadas na internet. A ferramenta permite ainda que informações sejam inseridas e compartilhadas pelos usuários do sistema e traz uma barra lateral personalizável para acesso a outras seções, como a de notícias, meteorologia, fotos e e-mail.

Chrome

O browser Chrome surgiu, em setembro do ano passado, para competir com o Internet Explorer, da Microsoft, o Firefox, da Mozilla, e o Safári, da Apple. O navegador é capaz de gerenciar vários aplicativos independentes ao mesmo tempo, como acesso à internet, arquivos de música, processador de texto e organizador de fotos. Segundo um recente relatório da NetApplications, até abril deste ano, o navegador do Google possuía 1,8% do mercado mundial. O Explorer ainda lidera de longe o segmento de browser com 65,5%, sendo que o Mozilla detém 22,5% e a Apple, 8,4%.

Maps

Encontrar locais específicos, traçar rotas de tráfego e visualizar mapas: esse é o papel do Google Maps. O serviço disponibiliza mapas e rotas para qualquer ponto do planeta. A versão brasileira traz ainda o Local Business Center, ferramenta que permite o cadastro de empresas que queiram ser encontradas no sistema por qualquer usuário. Algumas empresas petrolíferas, por exemplo, já utilizam a solução para visualizar pontos estratégicos para pesquisas de novas bacias de petróleo.

Earth

Quando surgiu, em 2004, o Google Earth revolucionou a maneira como enxergamos o mundo. Com ele, é possível ver imagens de satélite, mapas, terrenos e construções em 3D. O sistema pode ser adaptado para necessidades corporativas no formato Pró. Nesta versão, é possível realizar pesquisa e inclusão de dados e restringir o acesso a elas. Como exemplo, a Eurodisney criou uma ferramenta interativa que proporciona aos clientes uma viagem tridimensional pelo destino turístico.

De olho nas empresas

Hoje, 98,5% do que o Google fatura vem das vendas de anúncios nas páginas de suas ferramentas. Mas a companhia quer diminuir essa dependência, ampliando as fontes de geração de lucro. Daí surgiu o Google Enterprise. Trata-se de pacotes das ferramentas já existentes adaptadas para as necessidades empresariais, com a vantagem de contar com o suporte técnico e hospedagem de informações nos servidores do Google. Hoje, essas soluções representam apenas 2% do faturamento. “É um número ínfimo perto do potencial que podemos atingir. Estamos mostrando às empresas como elas podem explorar nossos produtos para aumentar a produtividade”, afirma Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google América Latina. A grande vantagem dos pacotes corporativos para as empresas é a facilidade de implementação do sistema por parte dos colaboradores. Como as soluções são baseadas em produtos já disponíveis gratuitamente pelo Google no mercado, muitas pessoas têm familiaridade com algumas das ferramentas e dispensam treinamentos técnicos e apresentações. Entre os produtos do pacote estão o Docs, Desktop, Agenda e Gmail. Um serviço semelhante ao Enterprise é oferecido, gratuitamente, para empresas que tenham menos de 50 acessos a uma única rede. Para esse público, o pacote de aplicativos é o APP e o suporte é online.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referêcia tecnológica para a Sociedade da informação e do Conhecimento do sáculo XXI.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções inovadoras e a baixo custo voltada para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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Google prepara mecanismo de busca para microblogs, afirma blog


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Ferramenta funcionaria como o Blog Search, que faz busca entre conteúdos de blogs pela relevância e não apenas por data.

O Google estaria preparando um mecanismo de busca para serviços de microblog, como o Twitter. Segundo o Google Operating System, blog não-oficial especializado na companhia, a ferramenta seria algo como o Blog Search, a busca do Google apenas para blogs.

A atual busca do Twitter, observa o blog, tem dois pontos negativos: é limitada apenas ao Twitter e mostra os resultados pela data.

Também há mecanismos como o Tweetfind, que tentam apresentar resultados pela relevância e o Twingly, que indexa múltiplos sites de microblog – mas nenhum deles faz um trabalho muito bom.

O Microblogging Search Engine apresentaria os resultados pela relevância e também seria integrado ao mecanismo de busca do Google, usando as palavras-chave frequentemente usadas nos últimos posts.

Em abril, Kara Swisher, colunista do All Things Digital, ligao ao jornal The Wall Street Journal, afirmou que a vice-presidente de buscas do Google, Marissa Mayer, estava conversando com o Twitter sobre buscas em tempo real, mas ainda não haviam negociações nem acordos fechados.

Wave quer agregar dados na web


Google Wave

Google Wave será uma espécie de aplicação integrada de comunicação, usando as possibilidades surgidas a partir da Web 2.0.

Mais uma ideia da Google para mudar o modo como as pessoas usam a internet. Na última sexta-feira, a empresa anunciou o Google Wave, serviço que mistura e-mail, mensageiro instantâneo e rede social. Na verdade, ele irá funcionar como um agregador de comunicação na web e, de acordo com a própria Google, “será como o que o e-mail seria se tivesse sido inventado hoje”.

O Google Wave será uma espécie de aplicação integrada de comunicação, usando as possibilidades surgidas a partir da Web 2.0. Dá pra incluir no mesmo pacote e-mail, mensageiro instantâneo, blog, ferramenta wiki, rede social e recursos de chat, compartilhamento de arquivos e fotos, além de uma inovadora ferramenta de colaboração.

E o Google ainda vai mais longe. O Waves não será apenas um site, mas uma tecnologia nova e aberta para rodar em qualquer servidor. Além disso, desenvolvedores poderão criar novas ferramentas integradas ao Wave, como extensões tipo as existentes no Firefox ou mashups, e disponibilizá-las através da internet. Empresas poderão, ainda, modificar o aplicativo de acordo com suas necessidades e rodá-lo em seu próprio servidor.

O que é

O termo wave representa conversação e documento em partes iguais. As pessoas podem se comunicar e trabalhar no mesmo ambiente, com texto formatado, imagens, vídeos, mapas e outras funcionalidades. Uma wave é compartilhada. Qualquer participante pode responder em qualquer ponto da mensagem, editar o seu conteúdo e adicionar participantes em qualquer ponto do processo. A função Playback permite que qualquer um retroceda a wave passo a passo desde o início, para ver quem disse o quê e quando.

Com a transmissão instantânea à medida que você digita, os participantes de uma wave podem ter conversações mais rápidas, ver edições e interagir com extensões em tempo real. As funcionalidades anunciadas traduzem o motivo do ânimo do Google, que está realmente apostando no novo produto como uma revolução para a internet. Por enquanto, resta esperar pra ver se isso se concretizará, mas, em se tratando de Google, as chances são altas.

Por enquanto, a nova ferramente está ainda restrita aos desenvolvedores, mas o Google informou que em breve lançará uma versão para teste do serviço pelos usuários.

Serviço

http://wave.google.com

Inovação no Design 2.0 das Logos – Case Google


Logos Google

O Google reinventa a cada dia sua logomarca, e frequentemente nos deparamos com as diversas formas de se escrever Google.

Esta técnica criativa é uma nova tendência da velocidade da “Era da Informação 2.0”.

Há décadas atrás as logomarcas se reinventavam em cada 10 anos.   Exemplo disto temos a evolução da logomarca da TV Globo.

Mas o Google tem imprimido um novo ritmo a esta evolução, o que tem levado as empresas re-inventar o Design das Logos.

E você quando vai re-inventar a sua?

Veja mais logos do Google!