Palestras Magnas da Feira do Empreendedor 2012


 

 

 

 

 

 

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Começa a avaliação dos projetos do Técnico Empreendendor


TECNICOEMPREENDEDOR

O Sebrae e os seus parceiros já começaram as avaliações regionais dos inscritos para o Prêmio Técnico Empreendedor. Na semana passada, no Rio de Janeiro, a banca julgadora analisou os 102 projetos enviados pela Região Sudeste. As próximas avaliações serão as do Nordeste, de 3 a 7 de agosto, em Salvador; do Centro-Oeste, de 17 a 21 do mesmo mês, em Campo Grande; do Sul, de 31 de agosto a 4 de setembro, em Florianópolis; e do Norte, em Palmas, de 14 a 18 de setembro.

Desenvolvido pelo Sebrae junto com o Ministério da Educação (MEC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Banco do Brasil, o prêmio estimula o empreendedorismo entre os jovens estudantes de escolas técnicas (Ensino Médio) e Tecnológicas (Superior). Dentro das categorias Técnico e Tecnólogo, os participantes disputam nos temas Livre, Inclusão Social e Cooperativismo.

Este ano, as inscrições aconteceram de 8 de maio a 7 julho. No dia 30 de setembro, haverá a divulgação dos vencedores na etapa regional. Depois disso, 90 projetos dos Estados serão avaliados. Deste total, 18 se classificarão para a final do Técnico Empreendedor, que acontecerá em Brasília, no dia 25 de novembro.

Os primeiros lugares em cada categoria levam R$ 8 mil de prêmio; os segundos, R$ 6 mil; e os terceiros, R$ 4 mil. Os recursos servirão para ajudar as equipes, formadas por dois a três estudantes e orientadas por um professor, a implementarem seus projetos.

Denise Marques, coordenadora nacional do Prêmio Técnico Empreendedor, afirma que pelo que já observou dos projetos, o nível geral está tão bom quanto em 2008. “É importante que, além de inovadoras, as idéias apresentem viabilidade econômica. Pedimos que demonstrassem isso por meio de relatórios e planilhas”, destaca.

Fornecedores para grandes projetos


suape estaleiro e refinaria

Empresas pernambucanas ja estabeleceram negócios com o estaleiro e agora se preparam para atender a refinaria.

Há dois ou três anos, garantir a participação de empresas pernambucanas como fornecedoras das cadeias de petróleo, gás, naval e offshore que estavam surgindo em Suape era uma drama. Os grandes empreendimentos, como o Estaleiro Atlântico Sul, estavam apenas começando a se implantar, mas já se falava de capacitação como algo urgente, sob pena de perdermos as encomendas de produtos e serviços para outros estados. Agora, estamos navegando em águas mais calmas. Mais de 500 empresas pernambucanas já fornecem para o estaleiro e muitas começam a se preparar para fornecer também para a Refinaria Abreu e Lima.

O esforço que se fez e ainda se faz tem muitos pais e mães. Foram muitas reuniões, muitos diagnósticos, muito treinamento, envolvendo diversos sindicatos e instituições como a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) – e seus órgãos Senai, IEL e Ciepe – e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Como reforço, foi instituído em Pernambuco um fórum regional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).

“É preciso somar esforços. Tanto de instituições como de empresas, pois sozinhas, na maioria das vezes, elas não conseguem atender à demanda desses empreendimentos”, diz o superintendente do Sebrae-PE, Nilo Simões. Como exemplo ele cita os milhões de blocos de cimento que a Petrobras vai precisar comprar para a refinaria. “Por isso os consórcios. São milhões de blocos. Não existe nenhuma empresa em Pernambuco que possa atender sozinha a uma demanda como essa”, completa.

Se é difícil para as grandes, imagine para as pequenas. O Sebrae-PE encomendou um levantamento para identificar as oportunidades de negócios e assim facilitar a inserção das micro e pequenas. Acabou de ficar pronto. Até o início de agosto, a partir desse diagnóstico, serão publicados 23 volumes, cada um dedicado a um segmento diferente, como terraplenagem, construção civil, montagem, manutenção. Quem ainda tem dificuldade de enquadramento encontrará ali algumas dicas para se aperfeiçoar.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simmepe), Sebastião Pontes, afirma que esse esforço incluiu a participação em feiras nacionais e internacionais de eletro-metal-mecânica e do setor naval. “Hoje, cerca de 70 associados já estão fornecendo para o estaleiro”, comemora. Ele é diretor comercial da Polifrio, indústria de equipamentos de refrigeração sediada em Abreu e Lima, que forneceu câmaras frigoríficas para o refeitório do estaleiro.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as micro empresas pernambucanas estão se planejando para atender as novas demandas de Suape.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, vê um cenário otimista para pernambuco. As micro empresas pernambucanas destacam-se no cenário nacional, como empresas de alto valor competitivo.

Um novo jeito de ver a inovação nas pequenas


INOVAÇÃO

Inovação interna acontece quando a empresa muda algo em seus processos, em sua organização ou no marketing.


Inovar é, necessariamente, lançar um produto ou serviço inédito em todo o mundo? A resposta mais comum a essa pergunta seria “sim”, mas uma campanha lançada nesta quinta-feira (2) pelo Sebrae quer mostrar que inovar não é só isso. É claro que empresas que inventam algo inédito estão inovando, mas existem outros tipos de inovação, segundo os consultores do Sebrae. A inovação, de acordo com a entidade, pode ser interna, regional ou de mercado.

A inovação interna acontece quando a empresa muda algo em seus processos, em sua organização ou no marketing – mesmo que outras companhias já façam isso – e consegue, como resultado, alavancar as vendas, diminuir os custos e aumentar a produtividade. “Inovar é transformar uma ideia em dinheiro”, afirma o professor Hélio Gomes de Carvalho, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

A inovação regional significa lançar um produto ou serviço inédito em uma cidade, estado ou país. E inovação de mercado é quando uma empresa lança um produto ou serviço inédito no mercado, ou seja, o conceito mais tradicional de inovação.

A seguir, exemplos de cada uma dessas inovações. Todas realizadas por pequenas empresas. Sim, as pequenas também podem (e devem) inovar continuamente.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
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Empresário encontra caminhos de apoio à inovação


INOVAÇÃO

Foco era o promissor mercado de alimentos: a farinha pode ser usada na fabricação de barras de cereais, pães e massas.

Como encontrar apoio para desenvolver e lançar produtos inovadores? Haroldo César, da Blazei Brasil, traçou um roteiro perfeito para criar novos produtos. A expertise ele adquiriu no período que trabalhou no projeto de cogumelos da Embrapa, instituição pública de pesquisa agropecuária.

Haroldo queria produzir farinhas e extratos a partir de cogumelos, fonte rica de proteínas e antioxidantes. O foco era o promissor mercado de alimentos: a farinha pode ser usada na fabricação de barras de cereais, pães e massas. “Lançar uma empresa e colocar um produto novo no mercado não é fácil. Por isso buscamos ajuda no sistema de incubação do UNICEUB, Centro Universitário de Brasília, que tem apoio do SEBRAE”, conta o pesquisador.

Para conquistar fontes de financiamento, Haroldo fez um plano de negócio. “É muito interessante você estruturar a tua ideia, colocá-la no papel e mostrar a viabilidade econômica.” O empreendedor apresentou, então, a proposta para a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) e para a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). A ideia foi aceita e as entidades financiaram a pesquisa, que teve a aprovação da Agência Nacional de Vigilânica Sanitária (Anvisa).

Hoje, a Blazei Brasil se assemelha a um grande laboratório, com espaços de cultivo e secagem de cogumelos. “Chegamos a uma capacidade para uma tonelada e meia nesse momento.” A empresa fornece alimentos para outros negócios nacionais e internacionais. Também trabalha num projeto com a Embrapa, e assim devolve para a sociedade os recursos públicos que recebeu. “Estamos pensando em repassar a tecnologia que desenvolvemos para outros produtores”, conta Haroldo.

Fonte: Empresas e Negócios

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Inserção internacional: Pequenas empresas recebem apoio da UE


Al-Invest UE logo

Programa incentiva internacionalização de firmas da AL. Consórcio receberá G15 milhões.

Foi lançada ontem em São Paulo a quarta etapa do Al-Invest, um programa da União Europeia (UE) voltado ao estímulo à internacionalização das pequenas e médias empresas da América Latina. Até amanhã, empresários, dirigentes de entidades industriais e representantes da União Europeia e de órgãos internacionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), estarão reunidos em São Paulo para debater planos de ação para esta nova fase do projeto.

— A maior parte das atividades está associada a capacitação, treinamento e apoio direto às empresas que queiram expandir os negócios para a Europa e também para outros países da América Latina — explicou José Augusto Fernandes, diretor-executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que participou da abertura do encontro.

A CNI vai liderar um dos três consórcios regionais recém criados, representando os interesses das empresas dos países do Mercosul, do Chile e da Venezuela.

O consórcio receberá C15 milhões da União Europeia para a execução de projetos de inserção internacional. Segundo estimativas da CNI, cerca de 7,5 mil empresas de pequeno e médio porte desses países devem ser beneficiadas.

— A escolha da CNI é o reconhecimento da liderança que a indústria brasileira exerce na região — ressaltou Fernandes.

Alessandro Teixeira, presidente da Agência de Promoção das Exportações (Apex), que representou o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, no lançamento da nova etapa do programa, lembrou que hoje, das cerca de 350 feiras que a Apex promove pelo mundo, 200 ocorrem em países da União Europeia.

Criado há 15 anos, o programa Al-Invest já consumiu C145 milhões em ações de promoção de negócios de pequenas e médias empresas.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, esta iniciativa da Europeia (UE) trará ganhos para as Micro e Pequenas Empresas e o aumento da exportação de produtos da América Latina para o Mundo.

 

 
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Mais informações sobre internacionalização das MPES:
  1. Informativo RENAPI
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Fomenta RN


rn-gov

O governo do estado de RN lança amanhã, durante a abertura do “Encontro de Oportunidades para Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais”, o Fomenta RN. O projeto visa apoiar e estimular a participação das MPEs a negociar seus produtos e serviços com o Estado. Até hoje, o Sebrae – um dos parceiros do projeto – recebe inscrições de empresas interessadas em participar das palestras do evento que acontece no auditório da Casa da Indústria até quinta-feira. Foram disponibilizadas 300 vagas.

O projeto visa equilibrar um cenário de disputa desigual para os pequenos. Mais de 80% dos produtos fornecidos ao governo do estado vem de médias e grandes empresas de várias regiões do Brasil. Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf) mostram que as micro e pequenas empresas locais participam com apenas 7% dos negócios (R$ 62 milhões) dos R$ 886 milhões que o Estado gastou em compras.